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A influência das lesões no Ténis contemporâneo

Após a conquista de Rafael Nadal no Open dos Estados Unidos que se concluiu no passado Domingo, voltou a abordar-se o assunto da importância da condição física para que um jogador atinja o sucesso na elite do ténis mundial.

Tremenda exigência tem consequências

E por falar em condicionantes físicas quem melhor do que Rafa Nadal para ilustrar isso mesmo. O tenista espanhol é verdadeiramente diabólico quando está nas melhores condições físicas, mas o esforço que despende quando está em boa forma tende a originar problemas nos joelhos tal é a força que o mesmo aplica nos mesmos.

nadal lesao

A sua capacidade de reação às mudanças de direção das bolas vindas do outro lado do court é estupenda, no entanto, o atrito que tal provoca nos seus joelhos tem dado azo a várias lesões ao longo da sua carreira.

Na verdade, o facto de não estar há algum tempo no topo do ranking mundial deve-se um pouco a isso, pois uma paragem de dois/três meses pode trazer uma enorme perda de pontos no ranking, especialmente se for numa fase em que no passado recente o tenista havia conquistado vários torneios.

Atualmente, Rafa Nadal vive um bom período de forma, mas segundo consta o jogador terminou o encontro da Final do US Open diante de Daniil Medvedev em manifesto esgotamento físico.

De acordo com o seu treinador, Nadal quase não conseguia respirar no seu último jogo de serviço e teve cãibras assim que chegou ao balneário.

Este tipo de esforços costuma passar fatura, especialmente nos tenistas mais competitivos que não poupam energias na hora de lutar por cada ponto, e nesse departamento o tenista espanhol é um exemplo extraordinário de dedicação.

Nº1 do Ranking Mundial de novo no horizonte

Com o triunfo em Flushing Meadows e a desistência de Novak Djokovic nos Oitavos de Final diante de Stan Wawrinka, o espanhol ganhou muitos pontos face à edição anterior da prova, ao passo que o sérvio nº1 mundial não defendeu o título e perdeu imensos pontos.

Assim, tivemos uma séria aproximação do espanhol ao topo mundial, sendo de notar que Novak Djokovic terá muitos pontos a defender neste final de temporada uma vez que venceu um torneio e foi finalista em outros dois nos meses pós-US Open.

Mas o cenário de uma eventual defesa desses títulos está realmente em causa para ‘Nole’ que se viu forçado a abandonar o torneio por problemas no ombro esquerdo.

lesao djoko 1

Ele já os tinha revelado numa fase mais inicial do torneio, mas conseguiu prosseguir até ter um obstáculo realmente difícil e a qualidade de Stan Wawrinka não lhe permitiu continuar em prova, uma vez que a sua limitação não lhe possibilitaria rivalizar com os mais
fortes tenistas do planeta.

Agora, estamos num período de alguma dúvida em relação aquilo que será o final de época do tenista sérvio, mas é provável que o mesmo não arrisque a sua condição física e opte por desligar do ténis até ao início da próxima época na tentativa de debelar esta lesão.

Se assim for, e com Rafa Nadal aparentemente em boas condições físicas, o tenista maiorquino terá caminho aberto para voltar ao topo do ranking mundial algum tempo depois de lá ter estado pela última vez.

Roger Federer em período de reflexão

Depois de ter regressado aos títulos de Grand Slam em 2017 e 2018 quebrando assim um jejum de cinco temporadas, a lenda helvética não foi bem-sucedida em 2019 e termina o ano sem títulos de grande nomeada, sendo de destacar a sua dececionante prestação em Flushing Meadows.

Muitos poderão voltar á velha ideia de que o tenista mais galardoado da história do ténis está em idade avançada e incapaz de rivalizar com os melhores, mas não me parece que seja esse o caso, especialmente no Open da Austrália ou em Wimbledon onde os pisos mais rápidos o beneficiam face a Nadal ou Djokovic.

De certo modo, Federer pode ter tido um ano em que não conseguiu atingir o seu melhor nível, mas poderá recuperá-lo já na próxima época se for essa a sua intenção. Nesta fase, acredito que seja mais o fator psicológico a ditá-lo, pois não é fácil competir durante 20 anos ao mais alto nível.

Talvez o facto de Rafa Nadal se ter colocado a somente um título do Grand Slam de o alcançar seja um incentivo para que o relógio suíço volte a acertar os seus ponteiros e ataque novos títulos de Grand Slam em 2020.

Embora ainda distante, e não sendo o primeiro Grand Slam do ano, Roger Federer continua a ser tido como um dos eternos favoritos a vencer o torneio de Wimbledon nas casas de apostas com cotações de 3.20 na Betano, por exemplo.

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