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Antevisão Portugal vs Holanda Liga das Nações

Antevisão Portugal vs Holanda: Portugal-equipa, o Jogo. Ronaldo-individual, o Resultado!

Portugal vs Holanda: A dimensão de Ronaldo, traduzida no impacto que tem no resultado, é muito superior ao efeito que ele tem no… jogo da equipa. A seleção tem hoje um grupo de jogadores de grande qualidade na vertente ofensiva-criativa mas a forma como o respeito pela força rematadora de Ronaldo e o ego que ele transporta em cada movimento, gestos ou declarações, acabam, muitas vezes, por travar a emancipação de muitos desses outros talentos.

Portugal venceu a Suíça num jogo em que esteve longe de funcionar tacticamente em termos eficazes no controlo de jogo como colectivo. Numa frase: Ronaldo faz a equipa ganhar mas não a faz, nem tem essa missão ou preocupação, jogar bem como… equipa.

Antevisão Portugal vs Holanda Liga das Nações

De início, a ideia de Fernando Santos em juntar Ronaldo a Bernardo Silva, João Félix e Bruno Fernandes, dava ao onze titular os melhores artistas técnico-tácticos do nosso futebol atual.

A opção de o fazer em 4x4x2 losango não permitia, no entanto, a melhor interligação de movimentos pela exigência táctica de compensações do sistema e falta de hábitos dos jogadores em jogar nessa estrutura.

Desta forma, a Suíça conseguiu ter maior controlo do jogo a partir do maior domínio dos seus próprios princípios de jogo.

Um jogo que mostra como a questão de saber quem esta primeiro serem os sistemas ou os jogadores não faz sentido porque ambos têm de, na prática, surgir simultaneamente como ideia conjunta de jogo da equipa.

Para o jogo com a Holanda, na Final, o regresso de Danilo ao meio-campo pode dar maior poder de recuperação de bola à equipa e, assim, o onze ganhar maior “peso táctico” de controlo nos diferentes momentos do jogo, sobretudo a nível da subida de intensidade em cima da bola (a primeira em “lances divididos” e depois nas chamadas “segundas bolas”).

Ruben Neves tem muita qualidade na circulação de bola e capacidade de distribuição de jogo de flanco para flanco mas não dá a mesma intensidade que Danilo, fazendo dessa posição nº6 como uma espécie de “guarda-costas táctico” dos criativos com bola ofensivos que jogam mais á frente.

A possibilidade de regressar ao 4x3x3 irá, em princípio, retirar João Félix do onze titular e dar o corredor central do meio-campo a Bruno Fernandes num dos posto de interiores junto com a possível entrada de Moutinho.

Ou seja, neste momento imagino que a maior preocupação/intenção de Fernando Santos é tornar a equipa mais consistente e capaz de segurar a posse de bola sem perder capacidade de ruptura ofensiva.

É um jogo de características diferentes e vendo como João Félix sentiu dificuldades para pegar no vértice ofensivo e, em movimentos de recuo, ligá-lo com o meio-campo, o resgatar das rotinas mais simples e tacticamente dominadas pelos nossos jogadores de ligação entrelinhas (o pode suceder com a mudança de sistema e seus princípios de movimentação) pode ser o mais indicado.

Portugal vs Holanda: Como a Holanda reinventa o seu estilo

A Holanda atravessa um momento de renascimento mas está longe de ter um modelo de jogo de controlo em posse como a “escola laranja” tem por tradição histórica.

Nesse sentido, viu-se na meia-final, como a até a Inglaterra está hoje, no “upgrade pós-mundial preconizado por Southgate) a cultivar mais um modelo de posse.

Esta Holanda tem qualidade de posse quando De Jong mostra como sabe sair a jogar mas depois explora esse “conceito de posse” a nível da qualidade superior de passe vertical não tanto em circulação.

Holanda

Em 4x3x3, distingue três diferentes linhas no meio-campo onde Wijnaldum, mais adiantado, é a principal ligação no corredor central com o “falso 9” Memphis Depay.

Face ao desgaste que a equipa pode sentir (com um menos um dia de descanso e mais 30 minutos nas pernas) é natural que Koeman faça algumas mudanças no onze base.

Trocar um dos médios, com Van de Beek a entrar, e talvez um extremo, num onze que tem como grandes figuras aquela que é hoje, talvez, das melhores duplas de centrais do mundo: De Light-Van Dijk.

A facilidade com que joga em profundidade desde trás retira á equipa cultura de construção apoiada mas não a deixa expor-se ao risco de perder a bola em zonas recuadas perto da área.

Nesses passes, lança a velocidade móvel imprevisível dos avançados, mas defende melhor em bloco baixo pelo poder dos centrais do que com os médios quando quer subir o bloco, perdendo, por vezes, a eficácia e o “timing” certo de controlo da zona de pressão para defender em espaços mais subidos com o meio-campo.

holanda goals

Não acredito, olhando os modelos de jogo e possíveis planos estratégicos para o jogo, num jogo muito aberto. Se confirmar-se um “duelo de espelhos tácticos” em 4x3x3, tal pode levar a fechar mais o confronto nessa zona de transição intermediária.

Um confronto que pode levar a dividir a posse e esperar que o homem que plana por cima do jogo e escreve sozinho resultados, surja outra vez para resolver.

E, assim, termino a análise ao que pode ser esta Final, da mesma forma como comecei a analisar o jogo anterior: o impacto – Ronaldo no resultado devora o jogo! Seja ele qual for, numa boa ou má exibição

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