Há apostas para todos os gostos e não são poucos os apostadores, sobretudo os que olham para a atividade como uma via lúdica de entretenimento, que enveredam frequentemente pelo ramo das múltiplas, vulgarmente designadas também de combinadas. Na última semana, um português acertou em 18 de 19 das seleções… exceto a vitória do Benfica contra o PAOK.

A HISTÓRIA DO AZAR… E O PERIGO DAS MÚLTIPLAS “GORDAS”

Hélder, cidadão português cuja história teve uma propensão próxima do tamanho do seu azar nas redes sociais, foi o cidadão português que esteve muito próximo de encaixar um retorno de 13 757 euros com apenas um euro investido.

A seleção feita pelo apostador continha um total de 20 jogos, numa lista que acabou por ser reduzida a 19, em virtude do adiamento do encontro entre o Schweinfurt e o Schalke 04.

Como se de um acontecimento irónico se tratasse, a verdade é que Hélder foi colocando um sinal de “green” à frente do primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto… até ao 18.º jogo.

Estava a faltar apenas o Benfica cumprir o favoritismo atribuído pelas casas de apostas na deslocação da 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, contra o PAOK.

No jogo que marcaria o regresso de Jorge Jesus ao comando técnico das “águias” de forma oficial, a equipa portuguesa estava obrigada a vencer para conseguir a qualificação para o “play-off” da Liga dos Campeões e mereceu a confiança de boa parte da comunidade apostadora em Portugal e por esse mundo fora.

A HISTÓRIA DO AZAR… E O PERIGO DAS MÚLTIPLAS “GORDAS”

A verdade é que o Benfica falhou redondamente o seu objetivo e… tramou as contas da aposta múltipla feita por Hélder, que viu gorada a possibilidade de garantir um encaixe aproximado de 14 mil euros pelo falhanço da equipa encarnada.

Certamente este não é um caso único e motiva o levantamento de uma discussão que já não é de agora. Até que ponto vale a pena, quando do longo prazo se trata, investir parte do nosso dinheiro disponível para apostar em múltiplas com mais de duas ou três seleções? Fica a dica para reflexão.

E SE… SEFEROVIC, PIZZI OU PEDRINHO FAZEM GOLO NA PRIMEIRA PARTE?

Terão sido, certamente, 90 minutos de uma boa dose de ansiedade e “stress” para Hélder controlar. É verdade que o Benfica partiu para Salónica a vestir a pele de favorito, mas o caráter singular de uma eliminatória disputada fora de casa a apenas uma mão já acarretava uma série de perigos.

Na primeira parte, o Benfica fez uma exibição segura, mas longe do “amasso” que muita da imprensa nacional – e Jorge Jesus… – pareceu fazer crer. Apenas por uma ou duas vezes o PAOK conseguiu chegar à área da baliza defendida por Vlachodimos e sem grande perigo, nos primeiros 45 minutos.

O Benfica podia ter chegado ao golo, segundo me indica a memória, em três ocasiões, sendo que apenas numa delas podemos falar de uma verdadeira oportunidade de golo – num lance em que Everton cruza com peso e medida a servir Haris Seferovic, que, em excelente posição para cabecear para o fundo das redes, acabou por atirar ao lado.

Ainda dentro do primeiro tempo, as “águias” estiveram perto de inaugurar o marcador em outras duas situações.

Num livre cobrado de forma exemplar por Pizzi, que acabou por ver a bola esbarrar em cheio no poste direito da baliza do PAOK, e num bom remate de meia distância do brasileiro Pedrinho, que, enquadrado, obrigou o guarda-redes Zivko Zivkovic a uma boa intervenção.

SEGUNDA PARTE FRACA DEITOU ESPERANÇAS POR TERRA

Ao intervalo, o 0-0 deixava tudo em aberto e a indisponibilidade do PAOK de Abel Ferreira para disputar o jogo pelo jogo indiciava um segundo tempo novamente dominado pelo Benfica, cuja tendência poderia ser a de criar mais e melhores oportunidades de golo.

Nos primeiros 10 minutos da etapa complementar, a equipa de Jorge Jesus continuou a estar ligeiramente por cima no jogo, viu Everton aparecer bem colocado, mas permitir nova defesa de Zivkovic (o guarda-redes, não o antigo extremo das “águias”), numa das melhores, se não a melhor, ocasiões de todo o jogo.

Tudo se tornou bem mais complicado depois do 1-0, sofrido aos 63’ com um auto-golo de Jan Vertonghen, internacional belga de grande experiência que teve uma estreia para esquecer com a camisola do Benfica.

A precisar de dar a volta, os encarnados não mostraram a reação que se pedia e a imagem da reação de Jesus na linha junto ao banco de suplentes após o 1-0 do PAOK dizia tudo.

Ironia das ironias, dias depois de abandonar o Benfica a custo zero, o sérvio Andrija Zivkovic concluiu com sucesso um venenoso contra-ataque conduzido pela esquerda do ataque do PAOK e colocava os gregos com pé e meio no “play-off”.

Já perto do fim dos cinco minutos de compensação dados pelo alemão Felix Brych, Rafa Silva ainda reduziu distâncias e colocou a verde a sugestão no mercado de ambas as equipas marcam, tal como a de mais de 2,5 golos. Nada que desse para confortar a comitiva do Benfica… nem o apostador cuja história revelamos acima.

 

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