Apostas hípicas é na Santa Casa e já este ano

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“Vamos requerer as licenças que a lei permitir [para o jogo online], com exceção do póquer”

Numa recente entrevista ao DN, Edmundo Martinho vice-provedor, deixou antever uma ano de 2017 com muitas novidades da Santa Casa.

Anteriormente e aqui no ApostaGanha tínhamos revelado que a Santa Casa iria avançar para o mercado online. Também foi notória as mexidas de mercado a nível de Recursos Humanos entre os vários palyers já instalados no mercado. Inclusive vieram à Santa Casa buscar esses mesmos recursos.

As apostas físicas e em papel no ano de 2016, e aqui também comentado na altura, obtiveram bons lucros para a Santa Casa, cerca de 2.6 milhões de euros.
Na série de perguntas ao vice-provedor, vamos destacar sobretudo aquelas que neste momento sejam reveladoras e também as que consideramos as mais importantes no momento em que atravessamos. Sobretudo quando esperamos pelos regulamentos do “trading” na U.E. e o silêncio do regulador (SRIJ) com anúncios de novos players no mercado online até ao momento.
A pergunta feita pelo jornalista do DN tinha rasteira, mas percebe-se onde queria chegar. O jornalista perguntou ao vice-provedor se a opcção da entrada online pela Santa Casa se deve á procura dos portugueses aos jogos sociais.

Prontamente Edmundo Martinho respondeu, que era e não era. Como a Santa Casa tem o “papel” da exploração dos jogos sociais do Estado, logo afirmou que após abertura do mercado online a privados, a Santa Casa não poderia ficar de fora.

Estão lembrados, os usuários do ApostaGanha, que a entrada no mercado online pela Santa Casa, teve em primeira instância um “sim” e de pois um “não”. Agora através das palavras do vice-provedor, o online vai mesmo para a frente, mas perguntou o jornalista do DN e muito bem, se houve alguma hesitação na “versão online”. A resposta digamos foi politicamente correta, Edmundo Martinho disse que houve bastante ponderação porque seria uma mercado novo para a Santa Casa, e obviamente o “Know How” neste campo do online seria mais “limitado”. Afirmou que o “Know-How” da Santa Casa poderia ajudar e não contrariar o avanço para o online. Disse também que numa ponderação á momentos de hesitação e de avanço. Mas em suma a Santa Casa não poderia ficar de fora do online e não vai ficar.

Afirmamos aqui no ApostaGanha que a Santa Casa juntou-se a outras identidades para poder abrir o seu negócio no online. No ApostaGanha já colocamos á vossa disposição um artigo com os nomes dos novos parceiros para o online. O vice-provedor afirmou também que a Santa Casa tinha um “problema” jamais seria uma sociedade anonima pois a Lei assim o pede para a emissão de uma licença. A opcção por outras sociedades socias em vez de privados foi de fácil consenso já que a sua génese é essa, a parte social. Recorde-se então que os principais envolvidos nesta nova sociedade para explorar o online são: União das Misericórdias Portuguesas, Fundação Montepio, Cáritas Portuguesa e ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal.

Como está o processo neste momento? Foi esta a pergunta feita pelo DN, e na qual Edmundo Martinho respondeu: que já têm sede própria e instalada e a sociedade constituída. Como se trata de um investimento muito complicado, a necessidade de ponderação é enorme. Neste momento o plano de negócio está a ser elaborado. Esta nova sociedade está também a trabalhar no “campo” e a escolher qual será a melhor plataforma tecnológica para suportar esta atividade. O processo da identificação das soluções está terminado agora basta apenas decidir por onde ir. Para avançar no pedido de licença o processo tem que estar completo, se a vertente tecnológica ainda está a ser ponderada, logo ainda é cedo avançar. Sabendo do rigor do nosso regulador, o processo tem que ser devidamente instruído e falta ainda o detalhe da vertente tecnológica.

A pergunta obvia que se segue é quando é que fica tudo disponível. Aqui Edmundo Martinho afirma que para meados do verão entrem no online. Nem tudo é como querem mais sim como acontece. Os trabalhos todos apontam para essa data, mas querem sobretudo que este investimento seja bem-sucedido. A Santa Casa quer entrar no online mas com os pés bem assentes na terra conforme afirmou o vice-provedor, nem que se sacrifique a “meta tempo”.

Início da época?
O jornalista recorreu a um termo futebolístico e perguntou então ao vice-provedor, se apontava então para o início da época desportiva futebolística. Edmundo Martinho disse que seria um marco importante e simbólico, porque nesta altura todos estão concentrados do que vai ou não acontecer na nova época de futebol.

A nova Sociedade quais os desportos que irá ter? Já que no “privado” já se aposta em várias modalidades. Será que irá optar pelas corridas de cavalos e o que seria uma oferta diferenciadora?
O vice-provedor diz que a Santa Casa e não a Sociedade de Apostas Socias tem para Portugal o exclusivo das apostas hípicas, mútuas territoriais, o que se poderá fazer através dos mediadores da Santa Casa. Afirmou que a legislação é recente e por isso ainda não está disponível. Segundo consta ainda há aspetos a serem articulados com o Ministério da Agricultura, pois são eles que têm a responsabilidade da definição dos hipódromos que em Portugal podem ou não dedicar-se a estas corridas. Mas segundo afirmou:

Nesta fase, estamos a preparar-nos para ainda neste ano podermos arrancar com as apostas hípicas mútuas ao nível territorial.

Como é que vai avançar, primeiro através dos mediadores e depois no online nas corridas internacionais?
Esta foi a pergunta pertinente do jornalista do DN, e logo esclarecida. A Santa Casa sendo detentora então das apostas hípicas e diretamente envolvida, não pode deixar de lado essa vertente. Afirmou também que se tratam de corridas empolgantes, e mesmo num país que não tem essa tradição, sabe que em outros países a aceitação foi grande. É um tipo de aposta empolgante e o facto de as corridas serem curtas surge naturalmente o entusiasmo e pelas apostas que possam estar associadas.

Apostar na publicidade nas corridas de cavalos?
A pergunta segue então o caminho de mais uma explicação sobre o assunto: apostas hípicas. Afirmou que a legislação teve o cuidado de direcionar ou canalizar os recursos para a criação de cavalos “fileira do cavalo”. Que é aqui que Portugal é forte e tem tradições. A Lei define apenas 3 hipódromos no país e que as apostas terão que se estimulantes para o desenvolvimento de tudo o que envolve e tem a ver com o cavalo em Portugal.

A Sociedade vai pedir várias licenças online?
Pergunta do DN mais esclarecedora de toda nesta entrevista. Pelos vistos e segundo afirmou o vice-provedor a ideia é ter todas expo o póquer. E em relação aos jogos de fortuna ou azar, vão muito provavelmente pedir licença mesmo ainda não sabendo se vão avançar ou não e quando será. A nova sociedade que sobretudo estar preparada para tudo, sobretudo para responder as expectativas dos apostadores portugueses, dando resposta em todas as vertentes.

Fonte: DN

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