Num dia cujo início ficou marcado pelo sorteio das primeiras fases a eliminar nas competições europeias, o Benfica ficou a conhecer o seu adversário para os 16-avos-de-final da Liga Europa, tal como o Braga, o outro representante português na prova da UEFA. As “águias” medirão forças com os “gunners”, enquanto os “guerreiros” enfrentarão a turma romana de Paulo Fonseca.

BENFICA COM TAREFA DIFÍCIL, MAS POSSÍVEL

Dificuldade média-alta. Apesar de, individualmente, ser uma equipa com mais condições para se superiorizar numa eliminatória a duas mãos frente a este Benfica, o Arsenal (do português Cédric Soares) está longe de apresentar a consistência coletiva necessária para vingar ao mais alto nível.

Gigante há várias épocas adormecido, o conjunto londrino até prometeu voltar a encarreirar rumo a um futuro risonho com a chegada de Mikel Arteta, mas este início de 2020/21 tem sido uma verdadeira desilusão para os adeptos gunners.

Atual 15.º classificado na Premier League, o Arsenal tem estado muito abaixo das expectativas no campeonato inglês, onde parece que voltará a ficar aquém do objetivo do apuramento para as competições europeias (esta presença na Liga Europa foi confirmada depois do triunfo na FA Cup, em 19/20).

Na Liga Europa, a conversa é outra e o Arsenal apurou-se na fase de grupos, com um registo 100% vitorioso, contra a concorrência oferecida por Molde, Rapid Vienna e Dundalk.

Longe dos seus tempos áureos, a verdade é que a inspiração individual por vezes é determinante para um desfecho e o trio composto por Pierre-Emerick Aubameyang, Alexandre Lacazette e Willian dispensa apresentações.

Arsenal no caminho do Benfica, Roma na rota do Braga

ARSENAL ESTÁ AO ALCANCE… MAS NÃO PARA JÁ

A previsão é de que este venha a ser um duelo a duas mãos equilibrado e com elevada nota de dificuldade para a equipa do Benfica. No entanto, Jorge Jesus já apontou a final de Gdansk como objetivo e, para lá chegar, as “águias” terão de superar adversários deste nível e até de um patamar superior, certamente.

O facto de faltarem cerca de dois meses para o regresso da Liga Europa será um bom indício para a equipa portuguesa, até porque o nível de futebol exibido na fase de grupos (onde o Benfica ficou atrás do Rangers e colocou-se à mercê deste tipo de oponente) deixou muito a desejar.

Jorge Jesus tem tido uma dificuldade acrescida para colocar a equipa à sua imagem, com a atenuante do ritmo competitivo neste primeiro terço de 2020/21 ser enorme, ficando para janeiro as primeiras semanas com mais tempo de recuperação e de trabalho entre jogos.

A primeira-mão dos 16-avos-de-final está marcada para o dia 18 de fevereiro, no Estádio da Luz, ficando a eliminatória decidida no Emirates Stadium, em Londres, a 25 de fevereiro de 2021.

BENFICA COM TAREFA DIFÍCIL, MAS POSSÍVEL

ROMA DE PAULO FONSECA NA PEDREIRA

A opinião generalizada apontava Club Brugge, Dínamo Zagreb, Hoffenheim e PSV como os adversários mais simpáticos para as equipas portuguesas nestes 16-avos-de-final, mas a verdade é que ao Benfica saiu-lhe na rifa um dos “Big Six” do futebol inglês, e ao Braga saiu-lhe ao caminho um dos históricos do futebol italiano.

Nas últimas temporadas, a Roma não tem conseguido apresentar um nível competitivo forte o suficiente para se intrometer de forma clara na luta pela qualificação para a Liga dos Campeões na Serie A italiana e, por si só, esse poderá ser um fator de crença para a turma de Carlos Carvalhal.

É claro que a equipa do português Paulo Fonseca (que não tem reunido consenso no clube romano, especialmente pelo trajeto intermitente da última época) vai ser favorita no plano teórico e a experiência de nomes como Edin Dzeko ou o espanhol Pedro Rodríguez sempre difícil de contrariar.

Ainda assim, com duas boas noites, o Braga tem capacidade para protagonizar o que não deixará de ser uma surpresa, até pela força coletiva que os minhotos de Carvalhal têm dado a conhecer recentemente, não só em contexto doméstico, mas também na fase de grupos da Liga Europa, onde, exceção feita à goleada do King Power Stadium, o Braga se comportou com elevação perante Leicester City, AEK e Zorya.

A primeira-mão terá lugar em Portugal, com a receção do Braga à Roma, a 18 de fevereiro, estando a decisão agendada para uma semana mais tarde, no dia 25, no Stadio Olimpico de Roma.

ROMA DE PAULO FONSECA NA PEDREIRA

MOURINHO E LUÍS CASTRO COM VIA ABERTA PARA OS OITAVOS-DE-FINAL

A completar o contingente de treinadores portugueses nos 16-avos-de-final da Liga Europa, José Mourinho (Tottenham) e Luís Castro (Shakhtar Donetsk) terão de se aplicar, mas têm a seu favor uma ampla dose de favoritismo para carimbar a qualificação.

Os spurs vão medir forças com os austríacos do Wolfsberger, uma equipa capaz de praticar um bom futebol, mas com debilidades defensivas que a equipa inglesa deverá aproveitar de forma relativamente simples.

Já o campeão ucraniano Shakhtar tem encontro marcado com o Maccabi Tel Aviv, o bicampeão israelita em título que não tem tido um início de temporada sólido e que deverá sucumbir perante a qualidade da turma de Castro, que sobreviveu na Liga dos Campeões, num grupo com Real Madrid, M’gladbach e Inter de Milão.

🎯Na Betano, o trio inglês do Manchester United (6.10), Tottenham (7.20) e Arsenal (9.25) compõem o top-3 dos principais favoritos a vencer a Liga Europa. Benfica (21.00) e Braga (110.00) estão mais longe da corrida.

 

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