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As apostas em 2018 – Portugal

As apostas em 2018 – Portugal

Desta vez vamos abordar o que nos espera em 2018 a nível de apostas, vamos falar no caso específico de Portugal, e iremos passar pela Europa e resto do mundo num artigo seguinte!

Inicialmente começamos por abordar a questão de Portugal e o que esperar das apostas desportivas no nosso país.

Iremos mais tarde abordar o futuro das apostas de uma maneira mais global, digamos falando do que se faz lá fora e do que se possa esperar em 2018 no estrangeiro.

Iremos dividir em vários artigos, mas agora começamos por aquele que mais no diz mais respeito, Portugal.

Bom, muito se esperava em 2017, e digamos que fiquei deveras desiludido de não entrarem mais “players” no mercado das apostas desportivas, e algumas que entraram só entraram para o Casino por exemplo.

Em 2017 obtivemos também as casas hibridas, muitas optaram por esta opção ou vertente no mercado português. Abrangendo as apostas desportivas, e também aproveitando o Casino e jogos de máquinas online.

Não podemos esquecer que o Poker está presente e licenciado em Portugal no online, e digamos que foi mesmo no finais de 2017 que obtivemos a principal novidade, a liquidez partilhada…

Esta situação só se veio a confirmar mesmo em Dezembro, permitindo que os países que entram neste acordo entre países como Portugal, Itália, Espanha e França possam partilhar a sua liquidez. Falta agora o passo das casas, e já se sentiu mexidas nesse sentido, sobretudo casas que estão a operar em vários países regulados e que pertencem ao acordo.

Acredito que em 2018 e neste ponto que podemos ter a principal “mexida” ou melhor novidades. Deveremos ter sem dúvida notícias das casas a candidatar-se para poderem operar nestas condições especiais.

O Poker poderá ser mesmo a principal novidade em 2018, como os passos dados e com as recentes notícias, poderemos ver por exemplo a Pokerstars uma das candidatas a ser uma das primeiras a obter essa licença especial para a liquidez partilhada. Falta apenas um pormenor para resolver, mas queremos que essa pequena pedra no sapato seja ultrapassável já nos primeiros meses do ano de 2018.

Digamos que lá para o verão poderemos ver o Poker a dar os primeiros passos na liquidez partilhada em Portugal.

Isto leva-me já a um ponto, acredito que 2018 possamos começar a “sonhar”, já que a liquidez partilhada está a dar os primeiros passos e caso tenha sucesso, quero acreditar que possamos ter novidades de casas que ofereçam este tipo de produto, Trading?

Bom nem sei se tenho coragem de causar batimentos cardíacos fortes nos corações dos traders portugueses, mas se a liquidez no Poker tiver sucesso acredito que passos serão dados nesse sentido. Agora será que o Betfair terá vontade de entrar num mercado regulado? Numa liquidez partilhada só em certos países? Será que a Betfair tem a logística necessária ou interesse em implementa-los para responder aos requisitos pretendidos?

Bom são respostas que gostaria de vos dar certamente, mas não tenho qualquer contacto como a Betfair nem faço a mínima ideia do que vai nas mentes dos CEO da empresa. Mas a única coisa que sei, é que eles sabem que o mercado português pode ser importante. Vejamos a própria Betfair tem alguém em Portugal seu representante e quero acreditar que são muitos aqueles que viam com bons olhos voltar ao Trading.

Sendo muito sincero um final feliz para o Trading, não creio que seja já em 2018, mas creio que para o fim do ano, após o sucesso ou não no Poker, possamos ter novidades.
Toda esta situação, leva-me a pensar, e então…. As outras casas de apostas que se anunciava há tempos e que de repente as notícias parece que são “sacadas a ferros”?

Bom vou começar com aquela que tivemos notícias sérias, a SCML anunciou entrar no online, versão PLACARD online, ou algo diferente, não sabemos mas se entrar será para “matar” o mercado. A SCML formou e constituiu empresa e uma sociedade, sim só assim poderá regulamentar-se nas apostas através do nosso regulador SRIJ, para poder explorar o mercado online.

Como tivemos provas concretas desta próxima e possível entrada no online, digamos que podemos esperar notícias neste sentido. O PLACARD online, outro formato isso é a minha única duvida, mas de certeza que até ao final de 2018 vamos ter a SCML a entrar no online.

Bom apenas um senão, o actual e ainda presidente da SCML candidatou-se agora a presidência do partido político português – PSD, e obviamente as suas atenções estão centradas nessa candidatura e futuramente a ser Primeiro-ministro de Portugal, nas próximas eleições.

Bom é algo que não gosto de falar, sim de politica, mas digamos que a concorrência é feroz pela liderança do partido (PSD) mas acredito que com isto tudo, os papeis possam estar “parados” em cima da secretária, até esta questão esteja resolvida.

Bom com isto custa-me adiantar com uma previsão da saída da SCML para online, mas caso Santa Lopes ganhe, alguém mais tarde irá tomar a decisão, mas será muito mais tarde. Neste cenário, estico e muito, lá para o final de 2018 uma entrada da SCML no online.

Se a perder para Rui Rio, Santa Lopes volta ao cargo a “tempo inteiro” e acredito que faça logo disto a sua bandeira de estandarte após a derrota. Aqui já vejo um cenário mais próximo, e poderemos ver para querer o que vai fazer a SCML no online. Vai rebentar? Vai-se diferenciar?

Bom digamos que o PLACARD teve aceitação mesmo da forma que se apresenta, e com as contratações que fora feitas para a construção do site e para a estrutura do online, digamos que a experiência está lá e podemos esperar o melhor…resta esperar…

Falta falar ainda de um “sonho” da SCML que irá explorar as apostas em cavalos, e em 2017 tivemos algumas notícias sobre onde seriam os hipódromos entre outras questões, mas de repetente….não se ouviu mais nada.

Aqui volto ao ponto que tentei explicar anteriormente, a questão Santa Lopes, pois acredito que todos estes projetos possam estar a aguardar o que se vai passar com o presidente da instituição e depois sim seguir ou não com os projetos que estão a meio.

Anunciamos aqui no Apostaganha de forma “ao de leve” que uma casa poderia entrar no mercado ainda em Agosto de 2017, mas tal não aconteceu. Obviamente que o novo orçamento de estado esperava-se mexidas nas taxas ou algo do género, creio que foi por isso que o regulador não deve ter processado mais processos de candidaturas a licenças.

Por outro lado as casas possivelmente interessadas tenham recuado ou estagnado sem saber o que aí vinha! Aumentos das taxas? Facilidades? Acredito que seja este um dos principais motivos para não tenhamos tido nenhuma casa regulamentada nos finais de 2017.

Neste requisito quero querer que pelo menos uma casa possamos ter em 2018. Quando? Qual? Pois não sei mas os indícios estão aí!

Depois de falarmos de Lei, taxas, deixo também o meu reparo pois não acredito que nada mude para já, o que me deixa a divagar em relação ao que se possa esperar não só em 2018 e em 2019.

Mudanças só mesmo quando a Lei for obrigada a nova apreciação e digamos que depois de ver/ouvir “tanto ruido” sobre a liquidez partilhada e que as taxas não eram as corretas, parece que surgiu um silêncio absoluto.

Depois de tanta contestação, depois de tanta revolta, saíram umas casas e parece que se foram calando as vozes da revolução sobre o que estava errado na Lei e no que faltava fazer e ainda continua por fazer.

Bom, quando á silencio a meu ver é porque as coisas possam estar a caminhar no sentido que todos desejamos, um mercado competitivo e também lucrativo para o Estado. Mas sinceramente…não creio, penso que ao “velho estilo português” estamos a guardar as vozes da revolta para altura da nova apreciação da Lei, quando esta possa ser mudada/retificada.

Entidades que deveriam proteger os apostadores e que nos representam junto às mais altas instâncias parece que se calaram, despareceram. Esta situação volto a dizer, ou me deixa preocupado, ou descansado, por isso só me resta esperar para ver até onde vai parar este silêncio, que a meu ver só irá acabar a quando da discussão sobre a mudança á Lei.

Acredito que ninguém “ está aqui a dormir” mas o silêncio começa-me certamente a incomodar… Pois nem do lado do Estado se ouve algo sobre isto, nem do lado de quem representa os apostadores portugueses….

No artigo seguinte irei abordar o que se pode esperar em 2018 no mundo das apostas a nível internacional, falando da europa e também olhando um pouco para o mercado Sul-americano para percebermos o que se pode esperar das apostas desportivas online numa maneira geral.

Quero apenas fazer um reparo, como vocês já estão habituados, e desta vez fiz questão ser apenas só no fim do artigo.

Esta projeção é apenas a minha opinião como apostador, nada o Apostaganha tem ou obteve participação ou influenciou no que eu escrevi. Apenas me foi pedido a minha opinião sobre o que EU espero das apostas desportivas em 2018 em Portugal e a nível internacional.

Posto isto, este artigo não passa apenas da minha opinião pessoal e naquilo que penso o que será 2018 nas apostas desportivas online e não só!

Boa semana e não percam o próximo artigo, acredito que ficaram em “pulgas” sobre o que penso no que poderá estar para vir a nível internacional, e muitos já começam a “visualizar o futuro”…

Boas apostas

Autor: Ricardo Matos

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