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As aventuras europeias das equipas portuguesas

Mais uma jornada europeia em que o nosso futebol sentiu a sua realidade. Nas desilusões e nas alegrias. É impossível ao olhar esta dicotomia de sentimentos, sem constatar os locais (e níveis competitivos) onde surgiram umas e outras.

As aventuras europeias das equipas portuguesas

O fracasso na elite superior da Liga dos Campeões (onde caiu o Benfica depois do FC Porto já ter falhado no play-off) e o sucesso na segunda linha, embora cada vez com mais “intrusos grandes”, da Liga Europa (onde Braga e Sporting carimbaram passagem á fase a eliminar e o FC Porto voltou a uma posição de apuramento. Só caiu o V. Guimarães).

aventuras europeias das equipas portuguesas

A vitória do FC Porto foi daquelas que “fazem equipa”, porque a forma como a conquistou, com uma reação emocional e de jogo com atitude (raça em todas as bolas e ataque constante) dando a volta ao resultado na segunda parte, fez explodir os corações portistas, bem visível desde logo como foi festejado em delírio o segundo golo (1-2) já peto do fim, marcado por Aboubakar que correu enlouquecido para um banco todo aos pulos que acabou todo abração, treinador no meio, ao possante goleador regressado.

Passe de Otávio, explosão Aboubakar!

O facto dos golos terem sido marcados por Aboubakar, regressado após longa paragem por lesão, aumentou essa carga emocional do golo marcado a acabar num jogo decisivo.

Não tinha sido um jogo fácil para Aboubakar. A perder desde muito cedo, a equipa teve de reagir perante um adversário que então esperava ter espaço para o contra-ataque perante a natural subida ofensiva do bloco portista.

Ora, nesse sentido, o grande mérito do FC Porto começou exatamente nesse ponto. Em ter defendido bem para poder continuar a atacar. Pressionou alto, recuperou muitas bolas rapidamente em zonas subidas, impedindo a tal ameaça do contra-ataque que podia dar o 2-0.

Quando, na segunda parte, Sérgio Conceição reforçou esse poder ofensivo metendo Luís Diaz e tirando um dos médios recuados (Loum que jogou de inicio no 4x4x2 ao lado, ou perto, de Danilo) a equipa melhorou logo o seu ataque porque ganhou largura e, sobretudo, meteu no espaço central ofensivo um jogador com uma qualidade de passe acima da média da equipa: Otávio, que antes estava a jogar descaído sobre a direita, vindo depois a flectir.

Nesse momento, a equipa mudou porque acrescentou o que lhe estava a faltar: qualidade de definição junto da área do Young Boys a nível do ultimo passe.

O golo do empate é exemplo claro disso, com Octávio a meter a bola limpa e com precisão na área para a desmarcação de Marega e tabela com Aboubakar. Estava feito o golo e aberto tatica e emocionalmente o caminho para o segundo.

Tudo isto, porém, aconteceu frente a um adversário aguerrido e tacticamente bem organizado, mas distante do topo europeu.

Uma boa equipa suíça causou muitos problemas a este FC Porto (que antes perdera na Escócia, com Rangers, e na Holanda, com Feyenoord).

Claro que cada jogo tem a sua história (e o estimulo competitivo menor da Liga Europa pós-decepção de eliminação na Champions notou-se muito na equipa) mas olhando o quadro geral de todas as nossa equipas, é cada vez mais pacifico que está aqui, nesta segunda linha europeia, o nível competitivo em que podemos nos destacar para até ganhar a prova.

Este FC Porto não pode falhar contra o Feyenoord e pensar nisso depois.

O record do Braga

Notável a caminhada do Braga que já atingiu doze jogos europeus com sucesso esta época! Um record que mostra a qualidade de jogo da equipa a nível europeu (embora depois pague factura física e de jogo no campeonato, onde descolou dos três primeiros).

Contra o Wolverhampton sofreu no primeira parte com a qualidade de passe e jogo construtivo de Moutinho e Ruben Neves (pouco pressionados então), mas na segunda parte soube revoltar-se tacticamente no jogo (bem Sá Pinto a meter Wilson Eduardo e passar para 4x4x2) e dar a volta (de 1-3 para 3-3)

O Benfica e o dilema do “terceiro central”

O empate do Benfica na Alemanha, sofrendo dois golos no tempo de descontos (enorme, de nove minutos, que mal a placa subiu sentiu-se irem ser muito longos para o onze encarnado tal a forma como então o Leipzig pressionava e criava perigo) foi uma desilusão para uma exibição que tinha tido o mérito de, enquanto soube aguentar defensivamente na cobertura dos espaços, estar a cumprir á risca o plano de Lage (onde Cervi voltou a ser peça chave a correr muito… para trás a defender).

O sentimento de desilusão sente-se mais por razões também tácticas porque em face da pressão cada vez mais intensa dos alemães e incapacidade do Benfica em segurar a bola para pode respirar um pouco, Bruno Lage não ter metido o terceiro central que era importante estar na área numa fase em que a equipa não conseguia sair do bloco baixo.

Jardel tinha de ter entrado, sem dilemas estéticos para a opção ou incoerência para o modelo de jogo.

Estávamos no que chamo “estado de emergência táctico”.

O Benfica nem via a bola e não via, claro, aquelas que entravam na área, como a do cruzamento (aqui está, o tal espaço aéreo onde mais um central como Jardel podia ter sido decisivo naqueles curtos instantes finais) para o golo do empate, marcado pelo jogador mais perigoso e inteligente do Leipzig a surgir por dentro vindo da faixa, Forsberg.

Agora, resta ao Benfica tentar na ultima jornada, contra o Zenit, conseguir um resultado que lhe permita juntar-se ás outras equipas portuguesas na Liga Europa, a tal “segunda casa europeia” onde podemos ser felizes.

O castelo dos gigantes está a ficar cada vez mais dificil de atingir.

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