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Ausência de Froome será sentida no pelotão do Tour de France

Ontem recebemos a triste notícia da grave queda de Chris Froome – tetra vencedor da Volta a França – durante o reconhecimento do contrarrelógio do Critérium Dauphiné – prova de preparação para o Tour – que originou uma fratura do fémur que impedirá o ciclista britânico da Team INEOS de representar a sua equipa na mais importante das provas de ciclismo.

Quando o azar bate à porta…

Chris Froome tem sido um dos ciclistas mais dominadores dos últimos anos no ciclismo mundial, em especial nas grandes voltas de três semanas, e após a conquista da Volta a Itália em 2018 e do terceiro lugar na Volta a França, o conceituado ciclista apontava as baterias à recuperação do trono no Tour de France, mas quis o destino que tal não lhe fosse permitido e, na verdade é improvável que Froome ainda volte a competir em 2019.

froome acidente

Tem sido um mês de junho fatídico do ponto de vista das lesões de figuras imponentes do desporto.

Depois de Neymar ter visto a sua campanha na Copa América chegar ao fim ainda antes de começar devido a uma lesão contraída no amigável diante do Qatar, e de Kevin Durant agravar a sua lesão no tendão de Aquiles numa tentativa desesperada de auxiliar a equipa dos Golden State Warriors nas Finais da NBA, agora foi a vez da principal figura do pelotão internacional de ciclismo sofrer um grave acidente que o impedirá de competir na mais famosa da provas mundiais.

…abre-se uma janela para outros

Sem Chris Froome entre as opções da recentemente renomeada Team Ineos (ex-Team Sky) é evidente que Geraint Thomas terá outro tipo de estatuto dentro da equipa.

O veterano galês surpreendeu na edição anterior da Volta a França ao vencer de modo autoritário sem nunca demonstrar qualquer tipo de fraqueza, no entanto isto foi algo novo na sua carreira que precisa ser confirmado.

Na sequência das notícias sobre Chris Froome, Thomas viu as suas cotações para vencer o Tour de France baixarem significativamente até aos 2.60 na Betclic, instalando-se agora como principal favorito à conquista da competição.

thomas france

Mas terá ele condições de replicar a prestação da sua vida?

Pelo sim, pelo não, a Team INEOS tem um plano B perfeitamente identificado que passa pelo jovem talento colombiano Egan Bernal.

A nova ‘coqueluche’ da equipa teve azar antes da Volta a Itália e não pôde atacar o Giro 2019 pelo que surge agora fresco e em perfeitas condições de dar o seu melhor em França.

Bernal está cotado em 5.00 na bet.pt e surge no segundo lugar da lista.

Um percurso talhado para trepadores

Ao contrário de anteriores edições, a Volta a França beneficiará os trepadores em 2019 visto que terá apenas 27kms de contrarrelógio individual.

Os restantes 27kms contra o relógio serão feitos em equipa e tal pode ajudar os ciclistas que tendem a passar pior neste tipo de modalidade.

Assim, ciclistas como Nairo Quintana (12.00 na Betano) ou Romain Bardet (25.00 na Betano) poderão ter uma oportunidade de brilhar que não teriam noutros anos.

O colombiano da Movistar terá mesmo uma oportunidade de ouro para finalmente vencer a prova que lhe falta no currículo das grandes voltas, ainda para mais sem Chris Froome para o apoquentar.

Mas terá Quintana o fôlego dos seus primeiros anos em alta montanha? Isso estará por provar…

Dumoulin e Pinot para firmar credenciais

Após um abandono precoce na Volta a Itália devido a queda, o ciclista holandês da SunWeb Tom Dumoulin ( 6.00 na Betclic) é novamente candidato a uma grande prestação numa grande volta.

Em 2018, Dumoulin foi vice-campeão no Giro e no Tour e naturalmente que ambiciona um pouco mais em 2019, no entanto os sinais que tem deixado até este momento não são muito animadores.

Além disso, com pouco contrarrelógio pela frente o holandês poderá sofrer para ganhar tempo aos seus rivais na alta montanha pelo que poderá ser pedir um pouco demais que vença o Tour em 2019.

Outro dos ciclistas que vem batendo à porta nas grandes voltas é Thibaut Pinot (15.00 na Esc Online), que parece ser claramente o melhor ciclista gaulês da atualidade em provas de três semanas.

É certo que Bardet também já mostrou credenciais, no entanto o ciclista da Groupama FDJ parece ser um pouco mais sólido de ano para ano e chega ao Tour de France em aparente boa forma.

Após quatro temporadas onde as coisas não lhe correram bem no Tour ou em que as suas prioridades foram outras, o ciclista gaulês parece claramente focado na prova do seu país e a ausências de grande extensão de contrarrelógio jogará claramente a seu favor.

Será desta que temos um ciclista francês na discussão da vitória?

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