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Bayern campeão: Robben e Ribery

O Bayer Munique conquistou mais uma Bundesliga.

O campeonato alemão continua, portanto, a seguir a sua “normalidade competitiva” pelo que no último jogo, em que precisava pontuar para ser campeão, o momento mais emocionante foi mesmo… antes do jogo.

O momento em que o clube entregou e homenageou em pleno relvado, com bancadas do Alianz Arena repletas, quadros emoldurados com as suas imagens e todas as Taças conquistadas, a Ribery e Robben que se despedem do clube após tantas épocas a deslumbrar a Baviera com o seu futebol.

Bayern campeão: Robben e Ribery

Dois extremos que nunca se conformaram com ficar a jogar só na linha.

Ribery merecia aquela Bola de Ouro de 2013, a tal a qual a votação fechada reabriu depois de Ronaldo fazer uma exibição monumental contra a Suécia.

A cicatriz e marcas que trazia na cara eram uma imagem que espelhava o carácter do seu futebol e o que ultrapassou para o viver “depressa demais” na forma como corria dentro do relvado, imparável em sprints de extremo dos velhos tempos a furar a faixa ou a procurar outros espaços para brincar por meio de defesas, “zig-zag, zig-zag”, e descobrir o golo.

Foi um “Scarface do futebol serpenteado”

Robben era o artista da diagonal com remate. Penso, claro, na sua jogada mais típica, sempre que recebe a bola no lado direito, descaído na faixa como um extremo e, depois, começa a flectir no terreno, bola colada á bota, encarando defesas, puxando para dentro, até chegado a uma zona central (de penetração) rematar com a canhota.

O incrível é como fazendo sempre a mesma jogada ela causava sempre… surpresa no adversário. Podia, como é tão previsível, tornar-se fácil de anular. Mas não.

Parecia, pelo contrario, sempre imparável. A razão estaria em que mais do que o simples arranque, o que ninguém sabia é quando ele ia parar, simular, volta a arrancar veloz e acabar imparável a rematar.

Tudo previsível mas… imprevisível de saber (quando e como) acontece. Um jogador fenómeno a fazer sempre a mesma jogada mas que mesmo assim era dos mais imprevisíveis do mundo. Incrível

Ambos retiram-se mas espero que ainda possam deixar algum desse seu perfume do seu futebol noutros locais, embora, confesso, não seja adepto de ver estes craques depois a acabar a carreira, a quase passeaar no relvado, em El dorados como agora se tornou os EUA ou até a China. A memoria do que foram não merece cruzar-se com essas imagens desfocadas do presente.

(P.S. no jogo o Bayern ganhou, naturalmente por 3-1 a Eintracht Frankfurt, e, claro, festejou o titulo na Alemanha!)

Gosto de ver Espanhol regressar á Europa!

Não acabou a época a ganhar nenhum titulo mas sendo das equipas que mais gosto no futebol em Espanha, vibrei com o apuramento, doze anos depois (longa ausência) do Espanhol para as competições europeias.

Uma admiração que tenho pelo que me marcou uma final da Taça UEFA em que os vi, em 88, perder aos penáltis contra o B. Leverkussen (após tanto sofrimento da equipa durante todo o jogo, em que trazia a vantagem de 3-0 da primeira mão) e por ter visto jogos no Sarriá, no seu velho e já demolido estádio histórico no meio de Barcelona onde se jogou o mítico Brasil-Itália do Mundial 82. Bons velhos tempos.

Esta equipa não tem, claro, nada que ver com essa dos anos 80 que fazia vibrar com N´Kono na baliza (divinal!) mas é uma boa equipa, com garra e bom futebol, as imagens de marca do chamado “futebol periquito”!

É um onze muito bem orientado por Marcelino, que tanto procura uma saída de bola mais apoiada como procurava meter em profundidade na procura dos espaços vazios em desmarcação. Ficou em 7º lugar, o ultimo lugar europeu.

espanyol

No ataque, Borja Iglesias mostrou como se move um avançado, com sabedoria acumulada, procurando bem os espaços de remate com inteligência sem ser muito dotado tecnicamente, num sector ofensivo que teve a nota exótica empolgante da velocidade a partir da faixa do chinês Wu Lei, com uma mudança de velocidade impressionante típica do jogador asiático mais puro no ataque.

Para equilibrar a equipa, Darder, capaz de ter o meio-campo controlado na sua visão de jogo e depois boa subida no terreno, rematando bem, deixando para Marc Roca a principal missão de “guarda-costas táctico” do onze, dando sempre critério de jogo á equipa quando em posse de bola.

Também a destacar, o lateral-esquerdo ofensivo Pedrosa, a subir muito bem causando desequilíbrios na frente mas sem perder a noção de recuo defensivo.

A equipa não é, admito, empolgante, mas teve regularidade exibicional na parte final decisiva da época e conseguiu, nesses jogos, estar melhor devido á visão táctica ordenada de Marcelino Garcia Toral, o treinador que devolve os “periquitos” á Europa.

(P.S. No final, noutros campos, o Getafe por quem tanto torci não conseguiu o milagre da equipa pequena com avançados veteranos e chegar á Champions. Vai o Valência e segue a lei do mais forte)

Jardim deve continuar no Mónaco?

Não sei se Leonardo Jardim faz bem em continuar a sua carreira de treinador no Mónaco depois de ter conseguido, na recta final das ultimas jornadas, salvar a equipa da descida de divisão que parecia inevitável.

Depois de ter sido um “campeão impossível” contra a “bomba atómica” de dinheiro e jogadores do PSG, forçou a continuidade, acabou metido nos últimos lugares, foi despedido e, tempos depois, reconhecendo a direção o erro, readmitido para a salvar. E salvou. Nada disto faz muto sentido.

Penso, claro, no futuro da sua carreira em termos desportiva pois não duvido que no lado financeiro essa esteja a ser bem gerida (e estar no Mónaco, ainda por cima com sucessos, mesmo de cariz tão oposto, ainda a torna mais lucrativa).

jardim monaco

O que penso é que a sua qualidade como treinador merece um campeonato maior, como o italiano ou o inglês, mesmo que fosse uma equipa média, levando para esses relvados as suas ideias de jogo com veneno táctico de contra-ataque.

Consegue sempre a proeza de construir equipas que defendem muito bem sem serem, na sua essência de jogo, equipas.. defensivas. Isto é inteligência de comunicação táctica para impor ordem em onzes com limitações. Já em Portugal fizera isso.

Não sei qual será o seu futuro na próxima época. O mais certo será continuar. Podendo fazer de raiz uma equipa nova escolhendo os jogadores certos para a sua forma de jogar, não duvido que vai voltar a colocar o Mónaco nos primeiros lugares da Liga Francesa.

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