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Belgica Mundial 2018 – Guia e Análise

Belgica Mundial 2018 - Guia e Análise

Belgica Mundial 2018 – Guia e Análise

Trajeto na qualificação:

Apesar do diferencial de qualidade em relação aos adversários, a Bélgica confirmou o favoritismo no apuramento para o mundial 2018.

Com uma caminhada muito tranquila rumo à conquista do apuramento direto para a fase final deste Campeonato do Mundo 2018, no Grupo H da zona de qualificação europeia.
Num grupo composto por Gibraltar (6.º), Chipre (5.º), Estónia (4.º), Bósnia-Herzegovina (3.º) e Grécia (2.º), a Seleção belga terminou na 1.ª posição, com 28 pontos somados em 30 possíveis.

Quer isto dizer que acabaram com um registo de 9 vitórias e 1 empate em 10 jogos, onde alcançaram ainda a excelente marca de 43 golos marcados e 6 golos sofridos. Em média, terminaram com 4,3 golo marcado/jogo e 0,6 golo sofrido/jogo.

Nesta caminhada de apuramento, os únicos dois pontos perdidos aconteceram na receção à Grécia, com quem empataram 1-1. De resto, destaque para as tremendas goleadas obtidas frente a Gibraltar (6-0 fora, 9-0 em casa) e Estónia (8-1 em casa).

Até ao início da participação na fase de grupos do Mundial 2018, a Bélgica realiza três encontros de preparação, o primeiro dos quais contra Portugal, a 2 de junho, em Bruxelas.

Segue-se a receção ao Egito, a 6 de junho, igualmente no Stade Roi Bandouin, palco do último jogo particular antes da partida para a Rússia, a 11 de junho, contra a Costa Rica.

A escolha de Portugal, Egito e Costa Rica deixam antever o desejo da Bélgica preparar a fase de grupos da melhor forma, pois enfrentarão seleções de valia e estilos idênticos: Inglaterra (Portugal), Tunísia (Egito) e Panamá (Costa Rica).

População: 11.350.000
Área: 30 528 km²
Densidade demográfica: 342 hab./km²
Capital: Bruxelas
Línguas oficiais: holandês, francês e alemão
Moeda: Euro
Número de presenças em Mundiais: 12
Melhor campanha em Mundiais: semi-finalistas em 1986 (México)
Melhor campanha em competições internacionais: finalistas do Euro 1980 (Itália)
Conquistas: Jogos Olímpicos (1920), Copa Kirin (1999)

Fundada em 1895, sediada em Bruxelas, a Union Royale Belge des Sociétés de Football-Association (designação oficial da Federação belga) conta com 12 presenças em fases finais do Campeonato do Mundo FIFA.

A primeira aconteceu em simultâneo com a estreia do Mundial, em 1930, no Uruguai, onde os belgas não passaram da fase de grupos. A melhor classificação que obtiveram foi no México’1986, onde chegaram às meias-finais, acabando por ser eliminados pela Alemanha (0-2).

A melhor prestação que alcançaram a nível de Campeonato da Europa remonta a 1980, ano em que perderam na final com a Alemanha (1-2), em Itália.

No Brasil’2014, alcançaram a segunda melhor prestação de sempre, caindo perante a finalista vencida Argentina (0-1) nos quartos-de-final.

Na última grande competição internacional que participaram, o Euro 2016, já com a mais recente geração de grandes jogadores, a Bélgica foi surpreendentemente eliminada nos quartos-de-final pelo País de Gales (1-3).

Jogadores em Destaque: Eden Hazard – Chelsea

Eden Hazard (83 ints, 21 gls) – para os grandes adeptos do futebol mundial, o camisola 10 do Chelsea Football Club dispensa apresentações.

hazard belgica

Foi o segundo melhor marcador da fase de apuramento da Bélgica, com 6 golos marcados em 8 jogos efetuados.

Apesar da qualidade individual de outros colegas de equipa no ataque belga. Hazard assume estatuto de imprescindível para o selecionador.

Como demonstra a alta taxa de utilização na caminhada para a Rússia.

Com mais presenças na fase de qualificação só Dries Mertens (9), Yannick Ferreira Carrasco (9), Toby Alderweireld (9) e Jan Vertonghen (10).

Ao serviço do Chelsea, em 2017/18, a contar para a Premier League, realizou 28 partidas e marcou 12 golos, aos quais se juntam 4 presenças na FA Cup e outros 8 jogos (3 golos) na Liga dos Campeões.

Jogadores em Destaque: Romelu Lukaku – Manchester United

Romelu Lukaku (66 ints, 33 gls) – o camisola 9 do Manchester United foi o melhor marcador da fase de qualificação.

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Com uma média estrondosa de 1,38 golos por jogo, obtida através dos 11 golos marcados em 8 presenças.

O porte físico e a qualidade na finalização do ponta-de-lança, que custou cerca de 85 milhões de euros aos cofres do clube de José Mourinho, fazem dele a escolha número 1 para uma frente de ataque que também conta com Christian Benteke, Michy Batshuayi, Kevin Mirallas e Divock Origi.

Na época 2017/18, com a camisola do Manchester United, Lukaku regista 34 presenças e 16 golos no campeonato (após 25 golos em 37 jogos ao serviço do Everton em 2016/17, naquela que foi a melhor época da sua carreira).

Nas taças nacionais, soma mais 7 presenças e 5 golos, enquanto, em termos internacionais, regista mais 9 presenças e 6 golos (8/5 na Liga dos Campeões e 1/1 na Supertaça Europeia). Contas feitas, 27 golos em 50 jogos efetuados.

Jogadores em Destaque: Kevin de Bruyne – Manchester City

Kevin de Bruyne (58 jgs, 13 gls) – a estrutura proposta pelo AG para esta secção dos melhores jogadores só pedia 3.

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Mas mesclando a qualidade individual e a produção ao longo da época com a fase de apuramento da Bélgica sinto-me obrigado a acrescentar um terceiro.

O médio do Manchester City fez uma época fenomenal ao serviço do campeão inglês.

Sendo múltiplas vezes muito elogiado em público por Pep Guardiola.

Que chegou mesmo a afirmar que o seu pupilo era, de longe, o melhor jogador da Premier League 2017/18, prémio que foi oficialmente entregue a Mohamed Salah.

 

O Comandante

Nome Completo: Roberto Maríntez Montoliú, Idade: 44 anos (13-07-1973) | Naturalidade: Lerida (Espanha)

tecnico belgica

Currículo: Swansea City (2 épocas), Wigan Athletic (4 épocas) e Everton (3 épocas)

O espanhol de 44 anos sucedeu a Marc Wilmots no comando técnico da Seleção belga e promete, para já, levar longe neste Mundial uma seleção que chegou a estar apontada entre as possíveis surpresas a chegar longe no Brasil em 2014 e dada como favorita em França em 2016.

A estreia aconteceu a 1 de setembro de 2016, em jogo particular realizado no Stade Roi Braudouin, em Bruxelas, frente à Espanha, com quem perderam por 2-0. Desde então, não mais a Bélgica voltou a perder.

Às 9 vitórias e 1 empate que perfazem a fase de apuramento para o Mundial 2018, juntam-se 3 vitórias (República Checa, 2-1; Japão, 1-0; Arábia Saudita, 4-0) e 3 empates (Holanda, 1-1; Rússia, 3-3; México, 3-3) em 6 jogos de preparação.

Roberto Martínez começou a carreira de treinador na época 2007/2008, ao serviço do Swansea City, onde ficou duas épocas antes de se mudar para o Wigan Athletic.

Após 4 temporadas no comando técnico do Wigan, liderou o Everton em 2013/14, 2014/15 e 2015/16, antes de abandonar a cidade de Liverpool para ingressar na primeira aventura internacional, ao serviço da Bélgica.

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Pontos Positivos

Uma das melhores – senão a melhor – geração de sempre da história do futebol belga. A qualidade individual é imensa, com jogadores de top mundial e larga experiência internacional em todos os setores do terreno de jogo.

Começando desde logo pela baliza, defendida por Thibaut Courtois (Chelsea), que relega Simon Mignolet (Liverpool) para o banco, passando pela defesa, onde o melhor exemplo é Vincent Kompany (Manchester City), pelo miolo, com Fellaini (Manchester United), Nainggolan (Roma), Kevin De Bruyne (Manchester City) ou Eden Hazard (Chelsea), sem descurar um ataque com estrelas como Romelu Lukaku (Manchester United) ou Dries Mertens (Nápoles).

Outro ponto positivo, associado à grande qualidade individual da Seleção belga, é o facto de uma alta taxa de jogadores que deverão merecer a confiança do selecionador jogarem nas melhores ligas europeias, com destaque para a Premier League inglesa, algo que reflete a rodagem e adaptação aos grandes palcos do futebol europeu e internacional.

Neste sentido, a presença de Roberto Martínez na liderança da equipa técnica acaba por ser igualmente uma mais-valia, pela experiência que o espanhol tem como treinador do futebol inglês.

Pontos Negativos

Esta é a última oportunidade de brilhar ao mais alto nível num Campeonato do Mundo para alguns jogadores belgas que se aproximam ou já contam uma idade superior aos 30 anos.

São os casos de Kompany (32), Vermaelen (32), Vertonghen (31), Moussa Dembelé (30), Nainggolan (34), Fellaini (30) ou Mertens (31), todos jogadores que chegarão a 2022 a rondar ou a passar mesmo os 35 anos de idade.

Se a experiência conta como um fator positivo, o facto de ser uma última chance para alguns dos jogadores da Bélgica pode jogar contra, em termos de pressão e ansiedade.

Algo que também pode comprometer as aspirações da seleção, depois da participação falhada no Mundial 2014 e, sobretudo, no Euro 2016, onde foram eliminados pelo País de Gales.

Apesar da qualidade comprovada de Roberto Martínez como treinador, esta será a primeira grande experiência do espanhol em contexto internacional.

Não é propriamente um ponto negativo, mas há alguma curiosidade em ver como o ex-Everton lidará com o peso de liderar aquela que tem de ser uma das favoritas a estar entre as melhores seleções do torneio.

Análise dos jogos da Primeira Fase

Belgica Mundial 2018 - Guia e Análise

Belgica vs Panama – 18/06/2018 – 16:00 – Olimpiyskiy Stadion Fisht – Sochi

O favoritismo nesta estreia está claramente do lado belga. A Bet.pt atribui odds de 1.13 (1), 7.00 (X) e 19.25 (2) para este jogo, o que já só por si diz muito.

A seleção do Panamá merece respeito, até porque se qualificou na zona da CONCACAF onde os Estados Unidos e Trindade e Tobago (com presenças nos últimos anos) acabaram eliminados na última fase.

Com os mesmos 13 pontos das Honduras (4.º), o Panamá terminou em 3.º, apenas atrás de México (21 pts) e Costa Rica (16 pts).

É tecnicamente orientado pelo colombiano Hernán Goméz, experiente técnico de 62 anos que está no cargo desde 2014, contando com uma recente passagem curta pela seleção da Colômbia (entre maio de 2010 e agosto de 2011), antes de, durante 1 ano e dois meses, treinar o Independiente Medellín.

É uma equipa maioritariamente composta por jogadores que atuam em campeonatos sul-americanos, a garra com que entrarão em campo será a caraterística mais difícil de ultrapassar pela Bélgica, que, ainda assim, é claramente melhor e tem tudo para entrar a ganhar no Mundial 2018.

Belgica vs Tunisia – 23/06/2018 – 13:00 – Otkrytiye Arena – Moscovo

Num cenário idêntico ao do jogo de estreia, a Bet.pt volta a colocar a Bélgica com grande favoritismo à vitória (1.22), contra os restantes cenários do jogo: 5.15 (X) e 12.25 (2).

A Tunísia qualificou-se como líder do Grupo A da terceira eliminatória do apuramento na zona africana, somando 14 pontos em 6 jogos, onde defrontou Congo DR (13 pts), Líbia (4 pts) e Guiné (3 pts).

Tal como o Panamá, já é uma “vitória” a presença nesta fase final para os tunisinos, que já divulgaram a lista de 29 pré-convocados, onde se destacam a presença de 8 jogadores a atuar em França e 6 na Arábia Saudita.

Nabil Maâloul é o seleccionador, de origem tunisina, com 55 anos e pouca experiência internacional (além da Tunísia já orientou o Kuwait, entre janeiro e dezembro de 2015).

Belgica vs Inglaterra – 28/06/2018 – 19:00 – Kaliningrad Stadium – Kaliningrad

O último jogo da fase de grupos é, teoricamente, o mais complicado para os belgas.

As odds, ainda assim, atribuem o favoritismo à Bélgica (2.35), porém de forma muito mais equilibrada (X – 3.00, 2 – 2.70) do que nos dois jogos anteriores, naturalmente.

A Inglaterra dispensa grandes apresentações, é uma das seleções com mais qualidade no cenário europeu, ainda que não integre o lote de favoritos à conquista de um grande troféu depois da quebra que teve na última década.

A qualificação decorreu de forma tranquila, com a liderança do Grupo F da zona europeia, com 26 pontos, perante Eslováquia (18 pts), Escócia (18), Eslovénia (15), Lituânia (6) e Malta (1).

Com uma panóplia vasta de jogadores de caveira internacional ao seu dispor, o antigo internacional inglês Gareth Southgate, de 47 anos, é o comandante desde setembro de 2016, depois de apenas duas experiências como treinador, ao serviço do Middlesbrough (entre julho 2006 e outubro 2009) e da Inglaterra U21 (entre agosto de 2013 e setembro 2016).

Até Onde pode Chegar

aonde-pode-chegar

A expetativa mínima é alcançar os quartos-de-final. Se terminar no 1.º lugar do Grupo G, a Bélgica enfrenta o 2.º classificado do Grupo H. Se terminar em 2.º, enfrenta o 1.º classificado. O Grupo H é composto por Polónia, Japão, Colômbia e Senegal.

Na ronda seguinte, os melhores do Grupo G e H opõe-se aos vencedores do duelo dos oitavos-de-final entre os primeiros classificados do Grupo E (Brasil, Costa Rica, Sérvia, Suíça) e F (Alemanha, México, Suécia, República da Coreia).

No pior dos cenários – e caso confirme o apuramento na fase de grupos, o que, falhado, seria uma verdadeira tragédia, se considerarmos a inferioridade de seleções como Panamá e Tunísia –, a Bélgica enfrenta a Colômbia nos oitavos-de-final e, se vencer, pode ter o azar de defrontar Brasil ou Alemanha.

Neste caso, uma eliminação perante brasileiros ou alemães, dois dos melhores do torneio e candidatos ao cetro, até se aceitaria de nariz torcido para os adeptos belgas.

Caso consiga chegar aos “quartos” e evitar Brasil e Alemanha, a Bélgica tem tudo para sonhar com as meias-finais, pois restam Costa Rica, Sérvia, Suíça, México, Suécia e Coreia do Sul.

Mesmo considerado os perigos que suíços e mexicanos, sobretudo, podem oferecer, a Bélgica em qualquer desses cenários seria favorita e, uma vez na meia-final, tudo pode acontecer.

Concluindo, são novamente outsiders e o maior candidato a vencer o título na final, após a lista composta por Alemanha, Brasil, Espanha, França e Argentina.

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Autor: azcomeon

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