Benfica Liga NOS 2018/2019 – Guia e Análise

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Benfica Liga NOS 2018/2019 – Guia e Análise

BENFICA • VOLTAR À CARGA

Depois de ter feito história, com a conquista do tetra campeonato, o Benfica culminou em grande um período de 4 anos em que se afirmou na Liga NOS.

O investimento financeiro foi grande mas o retorno desportivo foi à altura. Além dos 4 títulos de campeão nacional conquistou taças de Portugal, Supertaças e dominou na conquista da Taça da Liga.

Na europa, embora não tivesse ganho nenhum troféu chegou a duas finais da Liga Europa.

Habituou os seus adeptos a ter, ano após ano um plantel de qualidade, primeiro sob orientação de Jorge Jesus, e depois por Rui Vitória. Além disso tinha um plantel composto por jogadores que combinavam uma enorme qualidade, com muitos anos de casa, e ainda com larga experiência na Liga NOS.

Apesar de ainda ter Fejsa, Pizzi, Jardel, Sálvio ou André Almeida, como jogadores com o estatuto de titulares, e com muitos anos de casa e experiência na Liga NOS, começam a faltar referências na liderança, como por exemplo Júlio César ou Luisão.

O ano passado foi de abrandamento no investimento, e isso ficou a nú, por exemplo na questão dos guarda-redes. Varela (22 anos) assumiu a titularidade da baliza encarnada, algo que não estava nos planos iniciais.

Svilar chegou uns meses depois, com apenas 18 anos, e muitas esperanças se depositaram que poderia resolver o “problema”, mas de facto não se afirmou.

Também no centro da defesa não foi acautelada a idade avançada de Luisão, o que “forçou Rúben Dias” a ser a solução, mais um jovem de 20 anos.

Também a pré-temporada deixou muitas dúvidas sobre a real capacidade do plantel, sobretudo ao nível das competições europeias.

Essas dúvidas ficaram desfeitas com a pior participação de sempre dos encarnados na Liga dos Campeões, e foi também a pior participação de sempre duma equipa portuguesa, nessa competição.

Esta temporada inicia-se e o Benfica voltou a investir, e com contratações sonantes, mas para o setor ofensivo. Ferreyra e Castillo chegam para reforçar o ataque, depois de ter ficado a nú uma lacuna ao nível dos pontas de lança, depois da saída de Mitroglou.

No entanto, as dúvidas continuam a adensar-se no bloco defensivo, incluindo a posição de guarda-redes. Vlachodimos é o mais velho dos três guardiões, e resta saber se consegue manter-se em bom nível, agora com a pressão de jogar no Benfica.

Para a defesa não chegou nenhum reforço sonante que venha acrescentar experiência e capacidade de liderança dentro das 4 linhas. Jardel é o homem que assumirá esse papel, mas os melhores momentos da sua carreira foram fazendo dupla com Luisão.

Por falar em jogadores que combinam classe, experiência, e muitos anos de casa, é incontornável falar de Jonas, ele que está de saída.

Mais um desafio para o Benfica, ou para encontrar uma alternativa, antes do fecho do mercado, ou então Ferreyra e Castillo terão de resolver o “problema”.

Na época passada, o Benfica, apesar do mau começo de época e dos pontos em atraso, o Benfica ainda conseguiu recuperar e chegar à liderança.

No entanto, nos momentos decisivos, e contra adversários exigentes, voltou a falhar. No ninho da águia é tempo de voltar à carga, e tentar, no mínimo recuperar o título de campeão nacional.

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS • ENTRADAS E SAÍDAS

mercado transferencias

Entradas: Odysseas Vlachodimos (Panathinaikos), Tyronne Ebuehi (Den Haag), Germán Conti (Colón), Cristián Lema (Belgrano), Alfa Semedo (Moreirense), João Amaral (V.Setúbal), Chiquinho (Académica), Nicolás Castillo (Pumas), Facundo Ferreyra (Shakhtar Donetsk), Yuri Ribeiro (Rio Ave).

Saídas: Paulo Lopes (Fim da Carreira), Douglas (Sivasspor), Eliseu, João Carvalho (Nottingham Forest), Diogo Gonçalves (Nottingham Forest), Raúl Jiménez (Wolverhampton), André Carrillo (Al Hilal), João Amaral (Lech Poznan), Chiquinho (Moreirense)

Treinador: Rui Vitória (48 anos) – A cumprir a 3ª época de águia ao peito, Rui Vitória entrou em grande com o título de campeão, logo na primeira época, algo que repetiu na época seguinte.

Estava encontrado o sucessor de Jorge Jesus, mas o técnico português estava longe de ser consensual. Apelidado por muitos como um treinador defensivo, é sobretudo nos clássicos que isso mais se nota, e no caso dos jogos contra o FC Porto é ainda mais evidente.

Em 6 jogos, 3 derrotas e 3 empates, o último desaire foi no ano passado, em casa (0-1) que permitiu os azuis e brancos saltarem para a liderança e confirmarem o título de campeões nacionais.

Apesar de ter vencido dois títulos, a perda do último campeonato, e sobretudo a forma como o perdeu, retirou-lhe muito do capital de confiança que aportava. Um ano que poderá ser decisivo na continuidade do técnico no emblema encarnado.

EQUIPA BASE • FIGURAS DA EQUIPA • PONTOS FORTES E FRACOS

EQUIPA BASE

Com a saída de Jonas, o Benfica perdeu não apenas o seu maior goleador dos últimos anos, como também 4 avançados de referência nestes últimos anos, falo de Mitroglou, Jiménez, Jonas, e Seferovic, embora ainda esteja no plantel raramente deverá ser opção.

Ou seja, procura-se um novo goleador no Benfica, aquele jogador que marque golos com a regularidade que sobretudo Jonas e Mitroglou registavam.

Além dos golos, com a saída de Jonas perde-se também pura classe no último terço, não foi por acaso que o brasileiro foi considerado o melhor jogador da Liga NOS.

Fecha-se um ciclo no que aos pontas de lança diz respeito, e agora é preciso olhar o futuro, e esse passa por Castillo e Ferreyra. Dois jogadores de créditos firmados, e com potencial para se imporem neste Benfica.

A meio campo, a continuidade de Fejsa, Pizzi e a adaptação feliz de Zivkovic mantêm o núcleo duro a meio campo, e que contará em breve com Krovinovic.

Nessa altura o Benfica ganha novamente não apenas um médio ofensivo de grande qualidade, como liberta Zivkovic para voltar à sua posição natural.

Nos flancos, Cervi e Sálvio também se afiguram “donos” dos lugares de extremo esquerdo e direito, respetivamente, no 4-3-3 de Rui Vitória.

No setor defensivo e na posição de guarda-redes residem maiores dúvidas. Apesar da defesa base se manter a mesma da época passada, foi notório que para jogos de grau de exigência máxima, poderá ser curta.

Grimaldo é um dos melhores laterais no processo ofensivo, mas deixa espaço e tem carências ao nível defensivo. André Almeida é o oposto, muito seguro a defender, mas longe de dar a dinâmica e qualidade ofensiva que Grimaldo oferece no lado oposto.

Jardel é o mais experiente central do Benfica, e um dos capitães, mas tem sido propenso a lesões, e aos 32 anos, caso volte a ter uma lesão que o condicione por um período de tempo considerável, dificilmente Conti ou Lema conseguirão substituí-lo à altura.

Não está em causa a qualidade dos jogadores, mas sim o período de adaptação que é necessário, não apenas ao país e ao clube, como à pressão que é jogar num clube com aspirações pelo título e até Liga dos Campeões.

Finalmente na baliza, é preciso ver a resposta que Vlachodimos dará. Nos jogos da pré-época deu boas indicações, sobretudo entre os postes, e apesar de jogar duas temporadas, como titular do Panathinaikos, é um jovem de 24 anos, e o mais velho entre os guardiões.

Grande expectativa para perceber se o Benfica, finalmente, resolveu a questão da baliza, outrora entregue a guarda-redes de larga experiência como Júlio César, ou com a classe de Ederson ou Oblack, que não acusaram a juventude.

FIGURAS DA EQUIPA

figuras equipa

Pizzi – É o comandante do meio campo encarnado. A sua qualidade é inegável, é ele que gere os ritmos de jogo, o que tem uma visão de jogo mais apurada, e tem golo. Está um médio centro completo.

Cervi – O abre latas da turma encarnada. A sua capacidade técnica aliada à sua velocidade, e capacidade de penetração fazem dele um extremo à moda antiga. Com ele, profundidade, capacidade de ir à linha, e a forma como ele agita o jogo dos encarnados, será novamente uma mais-valia.

Ferreyra – Espera-se muito deste ponta de lança argentino. O seu currículo não engana, e é um jogador, que não tendo os mesmos atributos técnicos que Jonas, é letal na zona de finalização, e quando bem “alimentado” poderá ser o goleador do Benfica 2018-2019.

Num clube como o Benfica é difícil escolher apenas 3 figuras. Mais uma vez escolhi aqueles que me parecem mais influentes na dinâmica da equipa, mas também poderia incluir aqui Grimaldo.

Muito do que Cervi faz também vem do apoio exemplar que Grimaldo lhe dá. Além disso é um especialista nas bolas paradas. Igualmente importante é Fejsa que continua a ser o grande estabilizador do meio campo encarnado.

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PONTOS FORTES

O potencial que existe em termos atacantes, mesmo sem Jonas.

A pouca utilização do brasileiro, nesta pré-época, e boa dinâmica ofensiva dos encarnados podem ser encarados como um bom sinal.

O poder da ala esquerda do Benfica, com Grimaldo e Cervi, uns autênticos quebra-cabeças para as defesas adversárias.

As boas indicações do “miudo” Gedson que precisará confirmar o seu talento em jogos a doer.

Se o conseguir, o Benfica ganha um importante médio, e capaz de trazer soluções diferentes ao miolo do meio campo.

PONTOS FRACOS

O setor defensivo, incluindo o guarda-redes. Poderá chegar para as competições internas, mas para a ambição do clube nas competições da uefa parece claramente curto.

Começar do zero em termos do trabalho a fazer com os pontas de lança. O Benfica perdeu todas as suas referências atacantes, os homens golo. Castilho e Ferreyra têm qualidade, isso é inequívoco, mas têm tudo a provar num clube com estes pergaminhos.

As dúvidas que muitos dos adeptos benfiquistas têm sobre a capacidade de Rui Vitória enquanto treinador a este nível. A pressão será ainda maior, e já vimos como no ano passado houve momentos delicados e de tensão entre as partes.

ATÉ ONDE PODE CHEGAR

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Naturalmente que pode chegar ao título.

É um dos três candidatos, e com a incógnita que é o Sporting, não tanto pela maior ou menor qualidade do seu plantel, mas sobretudo pela instabilidade que ainda poderá ter, e com um FC Porto com investimento condicionado, o Benfica pode ambicionar chegar ao título.

No entanto, muito do sucesso da equipa poderá estar nos resultados da primeira volta, tendo em conta que a 2ª é muito exigente, com muitas saídas de grau de dificuldade elevado.

E no ano passado foi visível a resposta do Benfica nos jogos decisivos, mesmo quando tem o “inferno da luz” a seu favor.

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Autor: Duarte Pinto

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