Na parte cimeira da tabela classificativa da última época e que já integrou o acesso às competições da UEFA, estas três equipas procuram repetir ou melhorar em 2020/21 o que alcançaram. Braga e Rio Ave apontam agulhas à Europa, enquanto que no Famalicão a tarefa de manter o nível se prevê complicada.

LUTAR PELO ESTATUTO DE “GRANDE”: EIS O INTENTO DO BRAGA DE CARVALHAL

Essa tem sido a premissa assente no trabalho da direção de António Salvador ao longo das últimas épocas, mas a verdade é que o Braga não se tem conseguido intrometer da forma pretendida na luta pelo título, apesar de ser presença assídua na Liga Europa, onde voltou a repetir a qualificação, desta feita até à frente do Sporting, que cada vez é mais um rival minhoto.

O desejo é o de ter força suficiente para se intrometer na luta pelo acesso à Liga dos Campeões, até porque, em 2020/21, os dois primeiros classificados se apuram diretamente para a fase de grupos, enquanto que o 3.º classificado terá bilhete para as pré-eliminatórias.

Talvez por isso a aposta de Salvador tenha recaído, para o comando técnico, em Carlos Carvalhal, treinador que fez um ótimo trabalho na última época ao serviço do Rio Ave, e que chega ao Minho depois de uma temporada com quatro treinadores (Sá Pinto começou, Amorim destacou-se e saiu para Alvalade, Custódio e Artur Jorge não foram felizes).

No mercado de transferências, o Braga tem trabalhado de forma incisiva, tendo garantido a maior parte dos seus reforços a custo zero.

O grande destaque é a chegada do internacional argentino Nico Gaitán, que volta ao futebol português depois da feliz passagem pelo Benfica para vestir a camisola 10 dos “guerreiros”.

A seu lado, chegaram Al Musrati (ex-Rio Ave, onde trabalhou com Carvalhal), Iuri Medeiros (emprestado pelo Nürnberg), Guilherme Schettine (ex-Santa Clara), André Castro (ex-Goztepe) e o jovem guarda-redes Lukas Hornicek (ex-Pardubice).

LUTAR PELO ESTATUTO DE “GRANDE”: EIS O INTENTO DO BRAGA DE CARVALHAL

A estreia do Braga no campeonato vai ser um dos jogos mais esperados da 1.ª jornada da Liga Portugal, no próximo sábado.

Em visita ao Dragão, para defrontar o campeão em título FC Porto (contra quem somaram por vitórias os três jogos realizados em 19/20) os minhotos vestirão, naturalmente, a pele de underdog (4.95 na Betano).

ANO DE REFORMULAÇÃO COM SONHO EUROPEU EM VILA DO CONDE

Detentor de plantéis muito interessantes ao longo das últimas épocas, o Rio Ave tardou em conseguir o desejado apuramento europeu, impulsionado pelo bom trajeto da equipa em 2019/20 sob a batuta de Carlos Carvalhal.

O bom trabalho do treinador levou à saída para o Braga, numa ligeira subida de “escalão”, tendo chegado a Vila do Conde para seu lugar o técnico Mário Silva, mais um dos treinadores que arrancam 2020/21 em clubes de topo do nosso campeonato sem grandes provas dadas, ainda que com um trajeto mais sólido do que Tiago (Vitória SC).

O maior feito do antigo jogador de FC Porto, Cádiz e Boavista enquanto treinador foi a conquista da UEFA Youth League no comando dos Sub19 do FC Porto, em 2018/19.

No escalão sénior, Mário Silva tem apenas sete jogos de experiência, ao serviço do Almería, na segunda divisão espanhola, onde conseguiu uma curta média de 1,14 pontos por jogo.

Uma aposta que me parece de risco considerável, até porque este será um ano de transição no Rio Ave, depois de perder jogadores como Al Musrasti (fundamental nos equilíbrios defensivos da equipa na segunda metade de 19/20), Nuno Santos (fonte de bons desequilíbrios ofensivos a partir das alas) e Mehdi Taremi (um dos melhores marcadores da última Liga).

Ao nível das entradas, destaque para o regresso de Francisco Geraldes, que volta a Vila do Conde proveniente do Sporting, que já o havia emprestado em épocas anteriores ao Rio Ave, bem como para as contratações de André Pereira (ex-FC Porto) e Ivo Pinto (emprestado pelo Dínamo Zagreb, o lateral-direito passou a última época no Famalicão).

Antes da estreia no campeonato fora de casa frente ao Tondela, no próximo domingo, o Rio Ave vai como favorito (1.67) à Bósnia e Herzegovina, na próxima quinta-feira, à procura de vencer o Borac Banja Luka e chegar à 3.ª pré-eliminatória da Liga Europa.

ANO DE DÚVIDAS EM FAMALICÃO NA RESSACA DE UM AUTÊNTICO BRILHARETE

Na última temporada, o Famalicão de João Pedro Sousa (que se manteve à frente dos destinos da equipa depois de vários rumores sobre uma possível saída) foi uma das principais atrações do campeonato português, pelo futebol praticado e pela forma como se batia, jornada após jornada, em época de regresso à elite após mais de duas décadas ausente.

À entrada para a nova época, há a consciência de que será difícil repetir a campanha de 2019/20, até porque não são raros os casos de equipas que deslumbram após subir da segunda divisão e que caem a pique no seguimento, muitas vezes de forma até a regressar à origem.

A tarefa de João Pedro Sousa passará, acima de tudo, por adaptar a equipa a uma nova realidade depois do grande rol de saídas em relação à última época: Fábio Martins, Diogo Gonçalves, Uros Racic, Nehuen Pérez, Roderick Miranda, Cissé, Coly, Centelles, Ivo Pinto, Vaná, Defendi e Shiappacasse.

À exceção de um ou dois casos, boa parte do onze titular do Famalicão em 2019/20 era constituído por emprestados, que regressaram aos clubes de origem, deixando agora a equipa famalicense obrigada a reformular o trabalho para 2020/21.

Para colmatar as saídas, João Pedro Sousa viu o clube garantir a contratação de 10 jogadores até ao momento, metade por empréstimo e três a custo zero.

Os destaques vão para as chegadas de Ivan Zlobin (ex-Benfica), Dani Morer (ex-Barcelona), Calvin Verdonk (ex-Feyenoord), Bruno Jordão (emprestado pelo Wolves) e Carlos Valenzuela (emprestado pelo Barracas Central).

Há muita expectativa para perceber o que valerá esta reformulada equipa do Famalicão, que dificilmente mostrará argumentos para repetir o brilharete que quase lhe permitiu chegar à Liga Europa na última época – o bilhete não foi carimbado de forma dramática nos últimos minutos do jogo com o Marítimo, na Madeira.

O primeiro teste a esta versão 2020/21 da turma famalicense será já na próxima sexta-feira e terá elevado grau teórico de exigência associado, uma vez que pela frente estará o Benfica, principal candidato ao título das casas de apostas.

Em casa, o Famalicão surge com uma odds de 6.95 nas melhores casas de apostas, que dá grande favoritismo (1.40) aos encarnados, sendo o Empate (4.50) um cenário pouco provável.

 

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