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Prognostico Brasil vs Belgica

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Brasil vs Belgica – Mundial 2018: Começa a dança dos quartos de final e chegados a esta fase todos acreditam tudo pode acontecer

O Brasil já era candidato maior ao título, e é com naturalidade que reforça esse estatuto. Já a Bélgica partiu como outsider e está a comprovar credenciais.

Ambas equipas já deram música para os seus adeptos comemorarem, mas o Brasil parece mais afinado nesta fase.

O escrete passou o primeiro jogo a afinar os seus instrumentos com uma pobre exibição diante da Suíça.

Cada um tocava para si num grupo com muitos solistas mas sem uma linha melódia.

Neymar passou muito tempo no chão, e o pouco tempo que esteve de pé jogou sempre sozinho, e uma bola apenas para si poderia ter sido a melhor solução. Mas Tite não gostou da música e fez os arranjos necessários para conseguir dar uma outra sonoridade.

Frente à Costa Rica, Neymar foi mais associativo, o futebol do Brasil circulou mais, e pela primeira vez construíu-se uma melodia, sobretudo na 2ª parte onde o 1º golo pecou por tardio.

Seguiu-se a Sérvia e já tivemos um refrão, o que é o mesmo que dizer que já se viu uma tendência e ritmo no jogo do Brasil. Mas, a desconfiança de novas desafinações ainda pairava no ar, pelo que seria preciso uma nova composição, agora frente ao México.

E a canarinha conseguiu melhorar ainda mais, já estando muito perto do Brasil que todos conhecemos com o rótulo de Tite. Ou seja, começamos a ver o Brasil pragmático, forte nas transições, e com magia na frente de ataque.

A combinação de tudo isto tem um responsável, Tite organizou, disciplinou, uniu e ainda resgatou jogadores que pareciam desacreditados.

Este Brasil tem parecências com um conjunto de cordas, onde praticamente todos tratam bem a bola, mas conseguem ter soluções diversas para interpretar estilos musicais diferentes.

Na frente há um trio de violinos composto pelo solista Neymar, mas onde Coutinho e William afinam pelo mesmo diapasão. Mais atrás dois violoncelos, um deles será ausência para este jogo, Casemiro.

O outro é Paulinho. Os dois, tocando uns bons tons abaixo, são fundamentais para dar as cadências da música, são eles que seguram a sala de máquinas e permitem brilhar os homens da frente.

Mais atrás, e no mesmo corredor dois contrabaixos cheios de experiência e muito fortes, quer na marcação quer no jogo posicional.

O conjunto de cordas fica completo com as violas que atuam nos flancos, com Marcelo e Danilo responsáveis por dar um outro ritmo e alcance a um estilo musical que nãos sendo erudito começa a cair no ouvido de milhões de fãs, e não apenas da canarinha.

Também a Bélgica já provou que consegue também produzir momentos de rara beleza. Aqui os violinos tocam mais atrás com De Bruyne e Hazard.

Muito do que esta seleção consegue produzir tem a marca de um, ou mesmo destes dois génios. Na frente Lukaku e Mertens são garantia de golos, e com recurso a diferentes soluções.

O primeiro é mais posicional, é um autêntico armário, fortíssimo no poder de choque, potente no jogo aéreo e ainda com capacidade de mobilidade.

Já Mertens é muito mais refinado, com uma técnica invulgar, e um jogador muito inteligente, com e sem bola. Com estes 4 jogadores, a Bélgica pode marcar golos a qualquer seleção.

Mas, os problemas começam daqui para trás, e mais uma vez não é pela falta de qualidade individual. Witsel, Fellaini, ou mesmo Dembélé têm “motores a diesel” mas fazem muitos quilómetros e com fiabilidade.

No entanto, a soma das partes é maior que a soma do todo. Vê-se claramente que falta funcionarem como um bloco, notando-se demais as diferenças entre as suas características. Se recuarmos ao setor defensivo, os problemas notam-se ainda mais.

Mais uma vez o problema não está na qualidade de Kompany, Vertonghen, ou mesmo Aderweireld, ou mesmo em Courtois.

Mas, mais uma vez ainda não deram provas cabais de se comportarem como uma defesa entrosada e homogénea. Os dois golos sofridos com a Tunísia, mas principalmente com o Japão, quase deitavam tudo a perder.

Ou seja, há claros problemas de afinação nesta orquestra belga, mas claramente um facto a que o maestro Roberto Martínez não será alheio.

Prognóstico Brasil vs Belgica:

Conclusão:

Com qualidade mais que suficiente, em ambas as formações, para poderem vencer este jogo, vejo o Brasil uma equipa mais homogénea, mais regular e competente no somatório de todos os momentos do jogo.

Por isso atribuo-lhe favoritismo. No entanto, tendo em conta a fase crítica em que estamos, e a probabilidade do jogo poder ter 120 minutos, é recomendável proteger-e de um potencial empate, no final do tempo regulamentar.

Assim, a minha aposta seria o Brasil (0) handicap asiático, mas como a maior odd que se apanha neste momento é 1.49, vou optar pela solução híbrida da dupla hipótese para o Brasil com mais de 1.5 golos no total do jogo.

O Brasil marcará, pelo menos 1 golo, e não me espantaria que o resultado fosse o mesmo dos últimos 3 jogos para o escrete, (2-0).

Mas, com esta aposta também levo em conta o poder atacante dos belgas. Com uma cotação a 1.60 na Betclic entendo ter um bom retorno, face ao risco inerente.

Prognóstico para ApostasQuotaUn.CasaEstado
Brasil vence ou empata e mais de 1.5 golos
1.60
10
betclicperdida

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