
Os brasileiros carimbaram a qualificação para os quartos-de-final através das grandes penalidades frente ao Uruguai num jogo disputado durante 120 minutos. O Uruguai era uma das equipas mais qualificadas em termos defensivos e fez a vida complicada ao Brasil como seria espectável, no rescaldo desse jogo o Brasil teve ainda uma má notícia, a lesão de Judivan retirou ao Brasil um dos jogadores mais frenéticos e agitadores, assim como um dos melhores marcadores da equipa, marcou 2 golos até ao jogo com o Uruguai.
Jean, João Pedro, Marlon, Lucão e Jorginho; Danilo, Alef, Boschilia e Gabriel Jesus; Jean Carlos e Marcos Guilherme.
Portugal Sub20:
Os portugueses fizeram a pior exibição desta campanha contra a Nova Zelândia, sofreram um golo caricato, mas tiveram dificuldades em ter posse e sobretudo permitiram os neozelandeses progredir com bola no terreno, mesmo com todas as limitações que esta equipa tecnicamente tinha, Portugal pareceu um furo abaixo dos da casa em termos físicos e em termos de intensidade foi perfeitamente visível que os neozelandeses superaram Portugal. De qualquer das formas, Portugal tem a vantagem de ter jogado mais vezes e inclusive o último jogo em Hamilton o que impediu deslocações e mudança de locais de estágio.
Na seleção portuguesa existem sempre as dúvidas de quem integrará uma posição do meio campo e uma das alas. Na cabeça de Hélio estará a necessidade de juntar a Podstawski uma unidade que ajude a fechar bem o meio campo e as zonas criativas brasileiras, Guzzo saiu cansado do último jogo e por isso acredito que Francisco Ramos fará parelha com Tomas Podstawki, conhecem-se do Porto B e já tem muitos minutos juntos. Nas alas, Ivo Rodrigues e Gélson devem ser os escolhidos.
André Moreira; Riquicho, Domingos Duarte, João Nunes, Rafa; Tomas, Francisco Ramos, Rony Lopes; Ivo Rodrigues, Gélson Martins e André Silva
Conclusão:
Depois da exibição de Portugal contra a NZ, em que só não fomos para prolongamento devido a um lance de iniciativa individual que deu golo e depois de ter visto o Brasil a jogar bem e de certa forma a dominar o Uruguai, o meu impulso inicial era ir no DNB no Brasil. Contudo, o facto de terem jogado prolongamento, terem perdido o Judivan que era um dos grandes destaques até ao momento fez-me retrair um pouco quanto a essa ideia. Por acreditar que o Hélio vai reforçar mais o meio campo defensivo e que o Brasil não vai ter tanto ímpeto como teve contra o Uruguai por ter um prolongamento nas pernas e por ter havido um curto período de recuperação acredito que o jogo será mais fechado do que seria de prever. A defesa portuguesa é o setor que me dá mais preocupação, mas a forma como os médios de contenção fecham no centro pode dar maior maturidade e segurança. Mais um jogo em que as equipas devem correr um risco calculado.
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