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Campeonato: A pressão logo á 2ª jornada!

Apenas o segundo jogo do campeonato e já existem “nuvens cinzentas carregas” em cima de dois dos clássicos grandes.  O FC Porto (pelas derrotas com Gil Vicente e eliminação na Liga dos Campeões pelo Krasnodar) e Sporting (pelo empate sofrido contra Marítimo e contestação vinda da goleada sofrida na Supertaça).

Ambos entram para os jogos com, respectivamente, V. Setúbal e Braga, já pressionados ao máximo.

O FC Porto necessita de uma vitória clara que tenha efeito regenerador.

Vai defrontar um Vitória sem dilemas tácticos que tentará montar um processo defensivo capaz de fazer subir os níveis de ansiedade portista. Uma “táctica de enervamento”.

Campeonato: A pressão logo á 2ª jornada!

Ainda é uma dúvida que capacidade exibicional terá este onze sadino neste campeonato mas em qualquer momento da época a abordagem não iria fugir disso. É natural que Sérgio Conceição faça algumas alterações no onze em relação ao jogo da Liga dos Campeões.

O regresso de Soares e Manafá, para forçar mãos presença goleadora na área e projetar mais a equipa desde trás. Sem Sérgio Oliveira, a expectativa de saber se Uribe pode entrar no onze e o que lhe pode dar em termos tácticos de rotação e criatividade.

É jogo para um 4x4x2 puro, pelo que a importância dos médios será enorme para encher o campo na profundidade interior.

Por isso, se jogar Nakajima, vejo-o mais a começar desde uma faixa, em diagonais de penetração ou para aparecer no meio, no espaço do 10, e fazer a diferença ora no drible, no início da jogada, ora no passe, no seu final.

Em condições normais, a melhor dupla de extremos seria, porém, Luiz Diaz -Corona.

Sporting-Braga: Assume-se um candidato?

O Sporting tem um jogo de nível táctico mais complexo.

O Braga vai surgir no meio de jogos de eliminatórias europeias pelo que é natural que Sá Pinto faça algumas alterações no onze base (a riqueza de qualidade de soluções do plantel permite, no entanto, essa gestão, sem baixar o nível exibicional).

Está a solidificar um 4x3x3 da peso e controlo de ocupação de espaços no núcleo central do meio-campo. Gosto de ver André Horta e Fransérgio juntos como interiores com um único pivot atrás (Palhinha).

Braga

Depois, as diagonais de Ricardo Horta com a agressividade com técnica de Paulinho a nº9 pode criar perigo e fazer golos a qualquer momento. Neste momento, olhando o Sporting, não consigo ter como primeiro pensamento se deve jogar melhor em 4x3x3, 4x4x2, 3x4x3 ou 4x2x3x1.

Penso, antes disso, que tem de definir um sistema base (junto com suas variantes e desdobramentos) para, depois, evoluir dentro de um modelo que lhe permita solidificar os melhores princípios de jogo aplicados á ideia do treinador e características dos jogadores.

Assim se constrói uma equipa e sua forma de jogar.

Já não adianta mais analisar o problema das indefinições de jogo da pré-época (e forma como entrou na época competitiva, Supertaça e campeonato) tendo sempre como base a questão da possível saída ou não de Bruno Fernandes.

É evidente que ter ou não ter um jogador deste nível de qualidade e influência muda tudo, mas a construção de jogo da equipa não pode ficar “refém” desta situação (como, claramente, ficou).

Penso que Kaizer irá manter, por isso, o 4x2x3x1 que usou contra o Marítimo no jogo contra o Braga. Voltar ao 3x4x3 seria um risco enorme.

Sporting

A voltar para um sistema de defesa a “3”, seria mais aconselhável um 3x5x2 (sem bola 5x3x2 com laterais a recuar) e assim reforçar mais o meio-campo, um sector que precisa de ter Bruno Fernandes e Wendell como protagonistas de construção.

Será, em tese, o “jogo da jornada”, por coloca em confronto a “segunda linha de candidatos ao titulo”. O Sporting que busca renascer para essa dimensão e o Braga que volta a soar em atingir esse nível esta época.

O Benfica no “Jamor de Belém”

O Benfica pode, antes do jogo, conseguir outra proeza esta jornada: encher o Jamor que, nos jogos do campeonato, custa sempre tanto ver desoladoramente vazio nos jogos do Belenenses.

Será um clássico estranho, sem o “cheiro do Restelo”, mas apesar da força com que os “encarnados” entraram no campeonato, este é um jogo á medida da mescla perfeita que Silas faz entre a sua identidade e o plano estratégico.

O seu Belenenses ainda é uma incógnita esta época, mas mantem os princípios de posse como base do seu modelo de jogo, embora correndo por vezes riscos excessivos na forma como quer sair a jogar apoiado e curto desde trás.

Sem Gabriel, o Benfica voltará á formula Samaris a meio-campo. É o mais provável. Perde qualidade de passe na inicio da transição defesa-ataque, mas pode ganhar agressividade de recuperação e pressão sobre a bola.

Um aspecto que a equipa necessita reforçar porque é o factor onde tem claramente de melhorar o jogo: no processo defensivo.

A equipa quando perde a bola na frente a atacar fica muitas vezes descompensada a defender e isso tem dado demasiadas oportunidades de golo aos adversários, fruto desses espaços que ficam vazios.

Viu-se contra o Sporting no arranque do jogo e até contra o Paços Ferreira na primeira jornada do campeonato, independentemente das goleadas carimbadas depois.

Outro grande jogo desta jornada que espero seguir com total atenção é o V. Guimarães-Boavista, um clássico de outros níveis, mas que vai estrear o onze vimaranense no campeonato (depois do embalo da Liga Europa) frente ao sempre competitivo onze de Lito Vidigal.

Um jogo também importante para começar a perceber que níveis de ambição pode este Vitória legitimamente ter esta época (sobretudo pensado na sua eterna rivalidade com o Braga).