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Campo ou Bola tudo serve para se Apostar quem o diz é o Nuno Gomes

Campo ou Bola tudo serve para se Apostar quem o diz é o Nuno Gomes

O jornal O jogo trás mais uma vez o tema match-fixing (jogos combinados) e até onde vai a loucura dos mesmos.

Falamos de um internacional português, ex jogador do Benfica e que desabafou ao jornal até onde chegava as perguntas.

Segue a notícia na íntegra:

Era capitão de equipa e telefonavam-me para saber se ia escolher campo ou bola

Durante uma conferência sobre manipulação de jogos que teve lugar na Universidade Europeia, em Lisboa, Nuno Gomes lembrou os tempos em que foi “capitão do Benfica, do Boavista e da Seleção Nacional”.

Segundo contou, houve pessoas que lhe telefonaram a perguntar se ele, em determinados jogos, ia escolher campo ou bola no “moeda ao ar” antes do apito inicial.

Nuno Gomes estranhava esses telefonemas, até porque o fenómeno das apostas ainda era praticamente inexistente em Portugal, e só muito mais tarde percebeu que se tratavam de pessoas que queriam ter acesso a informações privilegiadas para depois obterem lucros fáceis.

“Foi o primeiro contacto que tive com isso. Telefonavam-me para saber se ia escolher campo ou bola”, contou.

Outra situação estranha foi a que ocorreu quando esteve em Itália ao serviço da Fiorentina, entre 2000 e 2002.

Nuno Gomes apercebeu-se na altura de equipas que estavam a lutar pela permanência e que, como o empate era um mal menor nessa luta, chegavam a acordo antes do jogo para este terminar empatado.

“Os capitães de equipa faziam um sinal com as mãos antes do jogo começar” e os jogadores já sabiam o que tal gesto significava. Era empate na certa, deixou entender o avançado.

Apesar disso, confessa que, nos últimos anos, não se apercebeu diretamente de que essa realidade (manipulação de jogos) seja muito presente no futebol português, apesar de naturalmente, a considerar como extremamente prejudicial.

“O aliciamento de jogadores é muito condenável”, assinalou, considerando que “muitos deles terão tendência a aceitar” eventuais subornos, uma vez que as ofertas financeiras que lhes são feitas por pessoas ligadas ao crime organizado que funciona nessa área “são certamente muito maiores do que as verbas salariais que eles auferem”.

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