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Como o Lille goleou o PSG!

O PSG foi uma espécie de “bomba atómica” financeira-desportiva que desfez a competitividade da Liga francesa.

Começa o campeonato e “já sabemos” que vai ser o campeão.

A sua época é, verdadeiramente, vendo o nível da equipa, os jogos que disputa na Liga dos Campeões a partir dos oitavos de final, mas esta época a derrota em casa conta o Manchester United ditou a eliminação cedo demais.

Como o Lille goleou o PSG!

Vencer o titulo galês tornou-se assim uma formalidade tal a vantagem pontual gigantesca para o segundo, que defrontou na ultima jornada, o Lille.

Bastava um empate para se sagrar campeão mas, talvez com essa ideia de superioridade demasiado arrogante, acabou alucinantemente goleado por 5-1!

Será, certamente campeão na próxima jornada, mas este resultado fantástico deu para todos olharem com mais atenção para a bela equipa do Lille, que tem como treinador o astuto Galtier (e Luís Campos como diretor-desportivo).

Na base do seu futebol mais rápido e perigoso está a forma como ataca pelas faixas, com extremos a invadir as defesas adversárias juntando criatividade e poder de desmarcação nos espaços.

Nesse estilo, Bamba e Pépé encararam no um-para-um os laterais do PSG e desfizeram a estrutura defensiva parisiense que começou a desmoronar-se em termos de estrutura colectiva com a expulsão do lateral Bernat (provocada por uma das invenções um-para-um de Pépé) pouco depois da meia-hora de jogo.

O PSG sentiu o abano de perder essa referencia a fechar rápido no flanco, e o Lille arrancou para uma exibição de luxo que teve Ikoné no centro das operações ofensivas, jogando no tal espaço entrelinhas (entre os defesas e médios do PSG) inventando jogadas de golo.

Foi ele que, inteligente, serviu Pépé e Bamba para bater Areola, guarda-redes do PSG.

Com Thiago Mendes e Xeka a controlar bem a “sala de máquinas” do meio-campo e José Fonte, central a mandar na defesa, o Lille dominou todo o jogo.

No ataque, Loic Remy movia-se ente os três centrais parisienses arrastando marcações numa missão que mais do que procurar o remate, visava abrir espaços para as entradas em diagonais dos extremos.

Uma equipa bem construída desde as bases, com ideias de jogo e sem os investimentos faraónicos, o Lille é o campeão do “resto do campeonato francês que existe para além do PSG”!

Prognóstico
Nantes vs PSG – Ligue 1 França – ambas marcam a1.44 na Betclic

O que vale o Chelsea de Sarri?

Não se poderá considerar uma desilusão, mas confesso que esperava mais, no plano competitivo e da qualidade de jogo, do Chelsea nesta época.

Toda esta expectativa estava (e continuará a estar, em principio, na próxima época) na figura de um treinador, o italiano Maurício Sarri, que gosta de futebol apoiado, rápido nas triangulações, exímio na velocidade da… bola para o ataque rápido, partindo de um 4x3x3 que mescla diferentes velocidades de jogo.

Tinha feito isso no Nápoles mas sentiu dificuldades no “transfer” da ideia para o futebol inglês.

Começou por hesitar na questão do ponta-de-lança, entre Giroud e Morata (este acabou por sair para o At. Madrid em Janeiro) e o onze revelou sempre, apesar de se detectar as boas deias com que queria jogar, muitas hesitações na construção de jogo a meio-campo.

A aposta em Jorginho como novo nº6 pivot, o médio-cento que começa a jogar desde trás, revelou-se demasiado “Light” para a agressividade do futebol inglês que exige uma intensidade maior.

Hazard

Jorginho pensa bem o jogo mas executa demasiado lento, algo que se tornou mais evidente porque para o colocar nessa posição, Sarri adiantou Kanté para nº8.

Escondendo um motor dentro do corpo, o pequeno francês joga sempre bem em qualquer posição e transporta a equipa para a frente, mas poderia ter sido mais útil colectivamente se usasse essa sua visão e ritmo alto de jogo (a recuperar e sair a jogar) desde a tal tacticamente crucial posição nº6.

Sem conseguir que Barkley ou Loftus-Cheek se assumissem como os terceiros médios de criação pura, a equipa ficou dependente sempre da criatividade dos avançado para criar perigo. E, claro, neste ponto, toda essa ideia de criar perigo tem nome próprio: Hazard.

O ultimo jogo em Liverpool revelou mesmo a ideia de Sarri em, no seguimento das hesitações para escolha do nº9 (deixando Higuain, que chegaram em Janeiro, no banco) colocar Hazard como elemento móvel no centro do ataque (a tal figura híbrida do “falso 9” que o futebol moderno consagrou).

Com William e Hudson-Odoi a partir das faixas a equipa tentava criar perigo em mobilidade mas faltava-lhe “jogo posicional” de qualidade para ultrapassar a forte defesa do Liverpool.

A ideia de Sarri era que vendo-se sem um ponta-de-lança clássico para marcar, o Liverpool subisse a defesa e então os avançados do Chelsea podiam aproveitar espaços livres em contra-ataque, mas, tirando algumas jogadas na primeira parte, a estrutura defensiva os “reds” manteve sempre essa perigosa ideia sob controlo.

Em suma, um Chelsea demasiado conservador para o que esperava das ideias de Sarri.

Pode chegar a um lugar de Liga dos Campeões mas em termos do seu conceito de jogo (modelo) esta sua primeira entrada no futebol inglês não provocou o impacto sedutor esperado.

Prognóstico
Chelsea vs Slavia Praga – Liga Europa – Chelsea AH -1 1.52 na Esc Online

O Getafe de Mata-Molina

É a grande sensação da época na Liga espanhola. nesta jornada, caiu para o quinto lugar, mas continua a olhar para o quarto posto onde esteve a maior parte do tempo esta época, e para o sonho de chegar á Champions: é o sensacional Getafe de José Bordalás.

Mais cativante se torna a equipa, olhando para os seus dois avançados goleadores, já “velhos caminhante” dos relvados espanhóis mas sem nunca terem atingindo um nível tão alto:

Mata, 30 anos, vindo do Valladolid, que leva 13 golos, e Molina, 36 anos, já há três épocas no clube, após quase toda uma carreira passada no Bétis, e que nesta temporada leva 11 golos apontados (embora a sua melhor marca foi na primeira época no Getafe, onde fez 20).

Eles são a dupla fantástica deste onze-sensação da La Liga.

Getafe

Olhando o jogo de Molina vê-se como, muitas vezes, um jogador pode durar mais tempo na sua carreira ao mais alto nível: excelente condição física (forte, 1.89m e 83kg) sem se tornar muito pesado, sabendo mover-se em espaços curtos, selecionando esses movimentos de maior “pique”, fazendo uma inteligente gestão de esforço e mantendo um nível alto de qualidade de execução técnica.

Na sua carreira. Molina nunca foi á seleção (nem sonha com isso agora) mas esta sua aventura no Getafe está a cativar toda a Espanha.

Mata, menos poderoso no choque também sabe, robusto, fugir ás marcações e tem grande facilidade de remate (a época passada fez 33 golos no Valladolid) e impressiona pela forma como não escolhe o pé na hora de rematar.

Ambidestro, não hesita e assim todos os ângulos são perfeitos para ele. Sigam-nos num próximo jogo do Getafe: Mata-Molina a dupla experiente que abala a La Liga no belo Getafe

Prognóstico
Getafe vs Sevilha – La Liga – Espanha – ambas marcam a 1.83 na Bet.pt

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