A pandemia do novo coronavírus apareceu sem ninguém estar à espera e, no território português, começou a fazer-se sentir em força em meados de março passado, deixando um rasto muito negativo nos vários setores de atividade. O mercado das apostas online não fugiu à regra.

EM ABRIL REGISTOU-SE UMA QUEDA DE 54 MILHÕES DE EUROS NAS APOSTAS À COTA

Foi recentemente divulgado um relatório do SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos) que especifica toda a evolução do volume de apostas e de receita bruta durante o primeiro semestre de 2020, por comparação com o período homólogo de 2019.

Na análise referente ao valor global das apostas à cota distribuído pelos primeiros seis meses de 2020, o destaque vai para os 7,7 milhões de euros registados no passado mês de abril, o segmento mensal que maior impacto sofreu devido à interrupção de várias competições desportivas por todo o planeta.

Se compararmos com o valor divulgado referente a janeiro deste ano (61,7ME), o decréscimo está na base dos 54 milhões de euros, sendo que, entre março e maio, os valores estiveram abaixo da média do primeiro semestre de 2020.

Relativamente aos primeiros seis meses do ano de 2019, as apostas desportivas à cota registaram uma quebra de 1,5%, correspondente a 3,5 milhões de euros.

A receita bruta, essa, aumentou 15,6% em 2020, uma subida de 8,4 milhões de euros relativamente ao período correspondente ao primeiro semestre de 2019.

Merece, ainda, destaque o aumento exponencial do volume de apostas nos jogos de fortuna ou azar entre os meses de janeiro e junho do ano corrente, quando comparado com o mesmo período em 2019.

EM ABRIL REGISTOU-SE UMA QUEDA DE 54 MILHÕES DE EUROS NAS APOSTAS À COTA

Os 2.292,7 milhões de euros registados pelo SRIJ no primeiro semestre de 2020 representam uma subida incrível de 74,4% relativamente aos 1.314,8 milhões do primeiro semestre de 2019.

Um dado que reflete na perfeição o elevado gosto pelo risco no público gambler em Portugal, que enveredou pelo ramo do poker, casino e outros jogos para substituir a ausência das principais competições desportivas, sobretudo entre os meses de março e maio.

LIGAS ALEMÃ E BIELORRUSSA NO TOPO DAS PREFERÊNCIAS EM MAIO

O futebol é o responsável pela principal fatia no volume de apostas desportivas em Portugal e, com a suspensão das competições mais apetecíveis a nível mundial (Liga NOS, La Liga, Premier League, Serie A, Liga dos Campeões e Liga Europa), verificou-se uma redução de 74,1% em apostas de futebol no passado mês de abril.

Um valor que representa, na totalidade, o decréscimo de 79,2% no total de apostas desportivas à cota nesse mês.

Depois da queda abrupta referente ao mês de abril, o regresso da Bundesliga alemã, a 16 de maio, e a manutenção da atividade da Vysshaya Liga (a primeira divisão da Bielorrússia, uma das poucas que manteve completa atividade durante a paralisação generalizada do desporto a nível mundial) fizeram das duas ligas o principal objeto das apostas desportivas no futebol em maio.

A Bundesliga foi alvo de 32,4% do total das apostas no desporto-rei, ao passo que o campeonato da Bielorrússia foi responsável por uma fatia na ordem dos 19,4%. Entre os campeonatos especificados no relatório divulgado pelo SRIJ, destacam-se ainda a segunda divisão alemã (7,6%) e a K-League (6,2%).

Em junho, com a retoma de vários dos campeonatos europeus mais seguidos em Portugal, foi a Liga Portuguesa a destacar-se como objeto maior de apostas, com 25,6% do volume no futebol. Seguem-se La Liga (14,3%), Bundesliga (8,6%), Premier League (5,9%) e Serie A (5,8%).

É curioso verificar que, mesmo depois de ter sido a primeira grande liga a retomar, a Bundesliga caiu bastante na atenção prestada pelo público português, após o regresso das outras ligas europeias em junho, com destaque para o alto volume investido na Liga NOS.

TÉNIS E BASQUETEBOL TAMBÉM CAÍRAM A PIQUE

A suspensão dos circuitos profissionais de ATP e WTA fez com que março fosse o mês mais afetado pela pandemia, ao nível do volume de apostas à cota em ténis, com uma redução de 74,1%. Em abril, houve uma ligeira subida e em maio o volume disparou.

Relativamente ao mercado do basquetebol, o mês de abril foi uma autêntica razia, com uma queda de 94,4% do volume de apostas na modalidade.

A suspensão da NBA, responsável por aproximadamente 60% das apostas no basquetebol em Portugal, foi a principal causa do enorme decréscimo.

O regresso de algumas competições em junho fez com que, neste mês, o volume de apostas em basquetebol merecesse um aumento nove vezes superior ao mês anterior.

As competições que reuniram as preferências dos apostadores foram a CBA chinesa (34,2%), a Liga ACB espanhola (27,5%) e a BBL Bundesliga alemã (24,7%).

 

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