A revista francesa France Football anunciou, na última segunda-feira, que no ano de 2020 o troféu que distingue o melhor jogador do mundo não será atribuído, em virtude das condicionantes especiais que marcaram a atualidade mais recente no mundo do futebol.

VALORES MAIS ALTOS ERGUERAM-SE

Igualdade e justiça. Foram estes os princípios fundamentais alegados pela France Football para justificar a decisão de cancelar a atribuição da Bola de Ouro em 2020, algo que sucederá pela primeira vez desde 1956, devido às “circunstâncias excecionais”, como referiu em comunicado, provocadas pela pandemia do novo coronavírus.

Numa lista com vários pontos enumerados, a prestigiada publicação francesa apontou à falta de condições igualitárias para a disputa do prémio por parte dos jogadores.

Entre os fatores apontados, destacam-se os jogos à porta fechada, o cancelamento de alguns campeonatos (em simultâneo com a retoma de outros), a introdução das cinco substituições e a reformulação competitiva da Liga dos Campeões, cujas eliminatórias até à final serão decididas em um jogo único.

FIM DO SONHO PARA LEWANDOWSKI

Autor de uma época verdadeiramente sensacional, onde ajudou o Bayern Munique a juntar mais uma Bundesliga e uma Taça da Alemanha ao seu palmarés, Robert Lewandowski era apontado como o grande favorito à conquista do prémio que distingue o melhor jogador do mundo em 2020.

Com 51 golos em 43 jogos oficiais na temporada 2019/20, o ponta-de-lança polaco bateu o seu recorde pessoal de golos marcados numa só época.

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A melhor prestação remontava a 2016/17, na qual Lewandowski marcou 47 golos em 43 jogos, na sua terceira época ao serviço do Bayern.

A impressionante marca alcançada na época desportiva que caminha para o seu fim foi mesmo a primeira em que Lewandowski conseguiu um número de golos superior ao número de jogos realizados. Isto é, uma média superior a um golo por jogo, que se fixa em, aproximadamente, 1,19 golos/jogo.

DOIS PORTUGUESES ENTRE OS 20 CANDIDATOS

Há cerca de uma semana, o portal Goal publicou uma lista com 20 jogadores que apontava como os principais candidatos a vencer a Bola de Ouro 2020.

Num “ranking” onde Robert Lewandowski, Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Kevin De Bruyne e Neymar completavam, por esta ordem, o top-5, há mais um jogador português, que figurava na 10.ª posição, à frente de nomes como Sergio Ramos, Jadon Sancho, Paulo Dybala ou Sadio Mané.

Curiosos? Bernardo Silva? Não. Bruno Fernandes. Isso mesmo. O médio internacional português que deixou o Sporting para rumar ao mítico “Teatro dos Sonhos”, onde conseguiu transportar o Manchester United para um patamar competitivo claramente superior àquele em que estava até à sua chegada.

BARCELONA LANÇA FARPA EM JEITO DE BRINCADEIRA

No mesmo dia em que a France Football anunciou a decisão de cancelar a atribuição da Bola de Ouro, o Barcelona reagiu na rede social Twitter com um post criativo e provocador.

Covid-19 impede atribuição da Bola de Ouro em 2020

Acompanhada de uma fotografia de Lionel Messi a posar junto das seis bolas de ouro com que conta no seu palmarés individual, a publicação referia: “Nós compreendemos. Além disso, toda a gente sabe quem é o melhor”.

MESSI EM BOA POSIÇÃO PARA TERMINAR À FRENTE DE CR7

Com o recorde de seis Bolas de Ouro arrecadadas, mais uma que o português Cristiano Ronaldo, o astro argentino do Barcelona fica bem colocado para manter a vantagem de 6-5 até final da carreira.

No dia 5 de fevereiro de 2021, Ronaldo completa 36 anos de idade e estará a pouco menos de um ano e meio do final do seu atual vínculo contratual com a Juventus, caso não renove antecipadamente.

Não obstante continuar a ter um rendimento muito acima da média já com 35 anos, sobretudo no quesito da marcação de golos, aquele que é para muitos o melhor jogador português de todos os tempos não terá uma conjuntura favorável, em 2021, para a voltar a ser o melhor do Mundo e empatar com Leo Messi.

RONALDO QUEBROU MAIS UM RECORDE

Na última segunda-feira, Cristiano Ronaldo foi determinante para a vitória da Juventus sobre a Lazio (2-1), ao apontar os dois golos da ‘Vecchia Signora’ no clássico.

Com o “bis”, o internacional português chegou ao 34.º golo da temporada, o 30.º em 30 jogos na Serie A, onde ocupa posição de liderança na tabela dos melhores marcadores, lado a lado com o italiano Ciro Immobile, figura de proa da Lazio.

Assim, Cristiano Ronaldo entrou para a história, ao tornar-se no primeiro jogador a anotar pelo menos 50 golos nas principais divisões do futebol italiano (Serie A), espanhol (La Liga) e inglês (Premier League).

 

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