De Uribe a Chiquinho: Qual o mais importante?

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A Liga NOS chega á paragem de inverno definindo claramente os seus diferentes campeonatos. O do titulo, o da Europa e o da luta pela permanência. Esqueçam o mito do “campeonato tranquilo”. Isso não existe dentro de um relvado, jornada após jornada.

De Uribe a Chiquinho: Qual o mais importante?

A liderança do Benfica é incontestável pela versão mais “simplificadora” de processos ofensivos que encontra no nosso campeonato em contraste com os desafios europeus de exigência competitiva muito superior.

Talvez por isso, a derrota com o FC Porto, na Luz que, naquele momento, parecia ir marcar (tatica e sobretudo mentalmente) um rumo diferente (oposto, mesmo) nas jornadas seguintes não se confirmou.

O factor-Uribe

De Uribe a Chiquinho

Esse FC Porto que ganhou (a dominar) ao Benfica, jogando tacticamente forte e a impor-se desde cedo em pressão alta, esfumou-se em muitos jogos.

É um enigma, na maioria das vezes, perceber porque isso sucedeu (pego nos jogos com Rio Ave e Belenenses, por exemplo, para exemplificar melhor).

Não são, no entanto, meras questões, tácticas. Sem saber, naturalmente, segredos do balneário, ao recordar esse jogo na Luz, recordo logo a grande exibição que fez, nesses 90 minutos, Uribe a dominar todo o meio-campo numa “sociedade de pressão e sair a jogar” perfeita com Danilo.

A opção por Loum (depois da saída do onze de Uribe) deu mais força física ao sector, mas retirou-lhe inteligência de posicionamento e pressão (com capacidade depois para jogar em cima já da área adversária) que Uribe dá muito mais.

O seu regresso, na melhor forma, ao centro (na posição de nº8 livre) é decisivo para o crescimento sustentado da equipa (sem as muitas oscilações exibicionais reveladas).

O factor-Chiquinho

A lesão de Rafa e a dificuldade em juntar dois pontas-de-lança mais de raiz, na ausência de um segundo-avançado mais esquivo e móvel, turvou o melhor futebol do Benfica.

Cervi corre muito mas não tem, (longe disso) o mesmo critério de velocidade a esticar na profundidade que Rafa mete no jogo, muitas vezes até podendo ser, “por dentro”, o tal segundo-avançado que faltava na raiz da estrutura táctica.

O regresso de Chiquinho pode, nesse sentido, ser decisivo (coloco no mesmo nível de influencia, embora em espaços diferentes, do que falei sobre o regresso de Uribe no FC Porto).

Ele é o tal falso segundo-avançado ou falso nº10, podendo, ironicamente, ser verdadeiro nas duas funções conforme o jogo pede.

Joga muito bem, isso é indiscutível, e tecnicamente trata a bola como quer. Ainda existe a duvida de saber se irá responder de forma total quando as exigências subirem nos grandes jogos decisivos.

É uma duvida natural vendo o difícil túnel de passagem entre a chamada equipa pequena onde brilhava como queria e a equipa grande onde tem de brilhar não só por si, mas sobretudo de acordo com o que a equipa precisa, num nível muito mais intenso e de pressão.

Acredito, porém, pelo que conheço até pessoalmente dele, que não vai tremer. Chiquinho quer é jogar e não se intimida (nem se desmotiva) por o cenário ser maior ou menor. Tem pele e cabeça de craque.

Sporting: Factor-Vietto

É impossível ver o atual Sporting para além da luta pelo terceiro lugar. Penso que Silas estabilizou o melhor-onze (se não inventar com teorias da rotatividade já desadequadas em face da época leonina em quebra) e nele Vietto tem de ser protagonista.

Logo a seguir a Bruno Fernandes é o jogador mais importante no sentido de, pela sua qualidade técnica e imaginativa, marcar a diferença no jogo.

Num sistema de 4x3x3 é natural que comece mais sobre uma faixa, para jogar o único nº9 disponível, Luiz Pillype, mas em muitos jogos, penso mesmo que a melhor solução seria rotinar antes um sistema que colocasse Vietto como espécie de falso nº9 desse 4x3x3, recuando e avançado para fugir aos centrais, tanto funcionando depois a nível do passe como dos movimentos de ruptura (com ou sem bola) vindo desde trás.

No fundo, quero é ver Vietto mais perto da zona central de finalização e não distante numa zona lateral mais de apoio ou assistência. Viu-se isso frente ao Santa Clara.

Silas pode tentar variar as duas soluções e, com isso, até tornar Vietto um jogador mais forte por toda a frente de ataque.

Mais do que um jogador de largura (encostado por princípio numa faixa) vejo-o como um jogador de profundidade (que tem de surgir mais vezes no meio, para, na finalização, mais do que passe, ter remate e golo).

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