Dream Team volta a não ser uma prioridade para muitos

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Com o Campeonato do Mundo de Basquetebol a iniciar-se no final do mês de Agosto, temos assistido a uma verdadeira desmobilização por parte das estrelas da NBA em relação a uma presença no certame em representação da seleção dos Estados Unidos da América.

Dream Team: NBA é o epicentro do basquetebol

Apesar da ideia de representar a seleção de um país ser sempre um motivo de orgulho para qualquer jogador, a verdade é que as grandes estrelas norte-americanas têm noção de que é a National Basketball Association que realmente centra todas as atenções da modalidade.

Dream Team volta a não ser uma prioridade para muitos

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Como se não bastasse, a qualidade dos jogadores norte-americanos é de tal modo superior às restantes nações que até uma equipa de universitários poderia lutar pelo troféu dentro de um mês em solo chinês.

A qualidade do basquetebol norte-americano dispensa apresentações e tem sido uma força dominante ao longo de décadas a fio, e não se pode considerar surpreendente que agora muitos jogadores tenham optado por desistir da sua participação no Campeonato Mundial de Basquetebol, pois o mesmo iria atrasar a sua preparação para a nova temporada da NBA, que se avizinha extremamente competitiva após várias mudanças sonantes.

Uma constelação de estrelas de fora…

Quando olhamos aos nomes que já anunciaram previamente que não marcariam presença neste torneio verificamos que um verdadeiro ‘Dream Team’ optou por não ser parte integrante da equipa norte-americana no torneio.

Com Lebron James à cabeça como ausência de vulto, mas também Kevin Durant, Paul George, Kahwi Leonard ou Russell Westbrook, a lista prossegue com os indisponíveis por lesão John Wall, Klay Thompson e Kyle Lowry, e ainda se compõe com outros que mais recentemente anunciaram a sua desistência: Anthony Davis, James Harden, Bradley Beal, Damian Lillard ou DeMar DeRozan completam a conceituada lista de ausências.

…e outra a postos

Pois bem, quer isto dizer que os Estados Unidos não se irão apresentar na máxima força? Obviamente que sim.

E quer isto dizer que os Estados Unidos não vão vencer o Mundial? Obviamente que não, afinal a quantidade de jogadores de topo com nacionalidade norte-americana continua a chegar para as encomendas.

Depois de ter apresentado uma lista de treze ilustres que não estarão presentes no torneio e que certamente dinamitariam a concorrência se jogassem em conjunto, passo a apresentar um leque de jogadores que, até ao momento, se mantém, disponível para ajudar a seleção do seu país a conquistar mais um Mundial de Basquetebol.

dream team 2

Kemba Walker, Khris Middleton, Harrison Barnes, Aaron Gordon, Paul Millsap, Jayson Tatum ou Myles Turner são alguns dos nomes que devem aproveitar as vagas deixadas pelas maiores estrelas para poderem representar a sua seleção nacional num torneio de grande importância para a modalidade.

Naturalmente, e mesmo com tamanho leque de ausentes, os Estados Unidos continuam a ser destacadamente apontados como favoritos à conquista do torneio com cotações de somente 1.18 na Betclic.

Os norte-americanos venceram as últimas duas edições da prova (2010 e 2014) após um interregno de 16 anos que se deveu, em parte, a este tipo de comportamento dos jogadores que preferiram não participar no torneio, visto que a superior qualidade norte-americana nunca esteve em causa nas últimas décadas.

O perigo vindo dos Balcãs

Neste momento, só a seleção sérvia parece ter argumentos para ferir a previsível supremacia norte-americana no torneio. Com Nikola Jokic a liderar os destinos sérvios na companhia de outros jogadores de qualidade como Bogdan Bogdanovic ou Milos Teodosic, a Sérvia está atualmente na segunda posição da lista de favoritos ao título com cotações de 4.75 na Betclic.

Trata-se de uma equipa de grande experiência internacional que venceu a prova por três vezes entre 1990 e 2002 (ainda se denominava Jugoslávia) e que sempre tem vários jogadores que disputam a NBA e até brilham na mesma, com especial destaque para Nikola Jokic que realizou uma temporada excecional ao serviço dos Denver Nuggets.

Para além dos sérvios, a Espanha (campeã em 2006) é sempre uma formação a ter em conta que negoceia por volta de 10.00 na Betclic para recuperar um título que lhe foge há 13 anos.

Destaque ainda para uma pouco tradicional Grécia que tem em Giannis Antetokounmpo uma autêntica super-estrela que os pode lançar para altos voos num futuro próximo.

A estrela dos Milwaukee Bucks já anunciou que irá marcar presença no Mundial pelo que se torna perfeitamente natural que a formação grega esteja na quarta posição da lista de favoritos com cotações de 20.00.

Se ‘The Greek Freak’ estiver em boa forma neste mundial, a Grécia não poderá nunca ser descontada dos pretendentes às medalhas e, quem sabe ao título mundial.

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