Equipa pequena: a chave da organização

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Cada vez mais, a capacidade das equipas ditas pequenas, mesmo as das profundezas das divisões secundarias, discutirem os jogos contra os grandes, deve ser visto com a naturalidade que o crescimento que se tem verificado a todos os níveis dentro do nosso futebol.

Equipa pequena: a chave da organização

É evidente que as estruturas e orçamentos têm diferenças abismais entre essas realidades mas, quando as equipas entram em campo, há algo que se sobrepõe a isso tudo e tem a ver com o futebol que pura e simplesmente se joga nas mesmas quatro linhas.

Equipa pequena: a chave da organização

Permanece a diferença técnica e, admito, até a física em certos casos, mas a nível de organização essa diferença consegue esbater-se até colocar a dita equipa pequena a discutir o resultado (mesmo que não discuta o jogo no sentido de ataque-defesa-ataque olhos nos olhos) mas sabe montar a sua estratégia de forma inteligente, produto da progressiva aprendizagem dos treinadores como estudiosos do jogo e do treino para conseguir, consciente das suas limitações e forças, estar em campo com personalidade.

A palavra chave táctica está, portanto, bem definida: organização. Sobretudo em termos de posicionamento para saber se colocar a defender e depois na forma pensada e rápida com que lançam os seus contra-ataques (ou ataques rápidos).

O Vizela: estrutura dinâmica

Disciplina e dinâmicas bem interligadas partindo de uma organização que, nesta eliminatória da Taça de Portugal, se viu no Vizela que defrontou o Benfica (e esteve a ganhar durante muto tempo mesmo com menos um jogador) e no Alverca que na eliminatória anterior eliminara o Sporting.

As duas equipas estão nas tais profundezas do Campeonato de Portugal, a III Divisão do futebol nacional, mas ambas têm disciplina de organização e, atenção, também talento.

Viu-se, em Vizela, na forma como Samu controlava a bola a meio campo lançando os avançados rápidos Cann, uma seta na faixa, e Kiko Bondoso, este mais culto a pegar no jogo por zona inteires.

Reparem, falei em nomes que, em condições normais, não iriam nunca aparecer esta época nas minhas análises mas a verdade é que surgem porque métodos na tal organização feita pelo técnico Álvaro Pacheco, soubera tacticamente estar em campo, atentos nas coberturas, sempre nos lugares certos, e, depois, a saírem rápidos para o ataque.

vizela taça

É esta a grande de lição que deve sair destas eliminatórias da Taça que já viu cair onze equipas da Liga NOS e ainda vamos agora entrar para os oitavos de Final.

O Mafra de Vaso Seabra (que já treinou o Paços embora, talvez cedo demais para o que seria a natural progressão da sua carreira) mostrou isso contra o Moreirense, onde foi ganhar por 3-1.

O Chaves de Zé Mota ainda tem o aroma de I Liga e isso notou-se na forma como encarou o Belenenses de Pedro Ribeiro, uma boa equipa mas, por vezes, ainda em busca de uma identidade mais definida.

Quando falo destas equipas, a palavra organização volta a estar como o ponto mais importante desta competitividade.

É natural que os índices de motivação (no máximo para a dita equipa pequena e a baixarem muito na grande) também contam na forma como se abordam estes jogos e depois se reage no decorrer deles, mas isso apenas bastaria para segurar alguns minutos.

O notável é mesmo quando as equipas grandes tomam consciência do que pode acontecer e reagem com o seu maior poder, sentem as dificuldades batendo contra o muro da organização adversária.

O momento emocional de Jota

O Benfica sentiu isso em Vizela. A perder ao intervalo, Bruno Lage lançou o 4x4x2 tirando o médio-defensivo Samaris para meter Vinícius junto de Raul de Tomas.

Atacou muito, sufocou o Vizela (que mesmo assim ainda conseguiu alguns contra-ataques perigosos) e ganhou o jogo, mas, neste percurso táctico realizado, viu-se como o onze encarnado sente hoje dificuldades em meter imaginação e velocidade de criação no seu jogo, sem se tonar previsível, quando as equipas adversárias sabem meter-lhe á frente problemas diferentes do que esperava.

De todo o jogo, retive sobretudo um momento: a forma emocionada, quase chorando mesmo, como Jota (um miúdo que foi levado ao céu quando subiu a sénior e agora muitos já desconfiam se é mesmo uma estrela ou não) reagiu depois de ver que o passe que fizera desde a direita, após uma bela jogada individual, tinha sido mesmo preciso para Raul de Tomaz só encostar para o empate.

Nessa reação emocionada de Jota viu-se como ele tem sofrido em silêncio nestes momentos e toda a força que tem para mostrar, tirando de dentro dele para os relvados, toda a qualidade do futebol que possui.

Necessita de ser uma aposta consistente para três-quatro jogos seguidos e não hesitar-se tanto nessa decisão de o lançar. Jogar alguns minutos em jogos destes e depois sair não o faz crescer.

Ele sentia que não podia falhar (para com ele e para com a equipa). E não falhou.

Como, acredito, não falharia se fosse mesmo essa aposta consistente de alguns jogos e não só apenas um relâmpago em alguns deles. Entenderam diferença?

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