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Estamos no EURO, mas defesa do título será um verdadeiro desafio

Portugal confirmou a sua presença no Euro 2020 com triunfo no Luxemburgo por 0-2 e defenderá assim o título conquistado em 2016, no entanto, para além da forte concorrência que terá, a nossa seleção não será cabeça-de-série no torneio…

Serviços mínimos podem dificultar tarefa lusitana

Naturalmente, o mais importante foi alcançado que passava pela presença na fase final da competição mais importante de seleções na Europa, no entanto, a conclusão lusa na segunda posição do Grupo C atrás da Ucrânia pode trazer dificuldades acrescidas dentro de oito meses.

Estamos no EURO

Isto porque a UEFA determinou que desta vez será a posição das seleções nos grupos a determinar o pote onde serão inseridas, excluindo assim critérios habituais como o ranking das equipas.

Deste modo, Portugal sujeita-se mesmo a ficar inserido no Pote 3 caso a Dinamarca não vença o seu grupo, algo provável tendo em conta que os dinamarqueses encerram a sua qualificação em Dublin, na Irlanda, e só vencendo essa partida devem vencer o grupo.

Mas mesmo que os dinamarqueses consigam esse objetivo, Portugal iniciará sempre no pote 2 e não beneficiará de um grupo onde não exista qualquer seleção de topo como sucedeu no Euro-2016 onde partilhou grupo com Áustria, Hungria e Islândia.

Desse modo, a defesa do título europeu ganha toda uma dimensão extra pois são esperados encontros de grande nomeada logo na fase de grupos pelo que a formação às ordens de Fernando Santos não poderá entrar a dormir no torneio.

Para já, o atual campeão europeu não está no topo da lista de favoritos à conquista do Euro-2020 apresentando cotações de 13.00 em Nossaaposta, na sétima posição da lista de candidatos.

Evidentemente, e como afirmei na introdução, tal deve-se a dois fatores fundamentais: em primeiro lugar porque a concorrência será feroz por parte de algumas seleções, e em segundo porque Portugal não entrará na prova enquanto formação do pote 1, podendo assim enfrentar temível oposição logo na fase de grupos.

Um leque de ilustres no topo da lista

Se Portugal deixou a desejar nesta fase de qualificação pois era visto como favorito nas casas de apostas num grupo com Ucrânia e Sérvia, o mesmo não poderemos dizer de Inglaterra, Espanha, França, Bélgica ou Itália que passaram com distinção vencendo os seus respetivos grupos.

Neste momento, a atual campeã do mundo França lidera o mercado de favoritos ao Europeu com cotações de 4.50 em Nossaaposta, seguida pela semifinalista do Mundial Inglaterra (5.50) que parece estar a construir um conjunto fortíssimo sob a batuta de Gareth Southgate.

Bélgica (7.50), Espanha (8.50) e Itália (13.00) também cumpriram com distinção a sua função nos respetivos grupos e devem beneficiar de uma posição vantajosa no sorteio do próximo dia 30 em Bucareste.

Finalmente, temos ainda de salientar duas formações com sérias ambições na prova.

 

Alemanha e Holanda têm protagonizado interessantes confrontos no último ano e meio, medindo forças na Liga das Nações e agora também na fase de qualificação para o Europeu.

E se os germânicos baterem esta terça-feira em casa a Irlanda do Norte, garantem a vitória neste grupo com mais dois pontos do que os holandeses, podendo também assegurar uma posição dominante no sorteio da fase de grupos da prova.

Os germânicos estão avaliados em 9.00 para erguerem o troféu europeu em 2020, precisamente o mesmo valor oferecido pelo sucesso holandês nesta fase.

Portugal terá encontrado receita de sucesso?

Olhando à qualidade da exibição de Portugal diante da Lituânia na passada quinta-feira, fiquei relativamente convencido de que um sistema de 4-1-3-2 com Bruno Fernandes, Pizzi e Bernardo Silva funcionando como abre-latas para Cristiano Ronaldo e Gonçalo Paciência pode ser a chave do sucesso luso num futuro próximo.

Mas estará o pragmático e defensivo Fernando Santos na disposição de alinhar na fase final do Euro com apenas um médio-defensivo (Danilo, William ou Rúben Neves)? Pois é, essa é a minha grande dúvida.

paciencia

Naturalmente, poderá dizer-se que esse sistema resultou por se tratar de um embate diante da Lituânia, e tal argumento é perfeitamente plausível, mas fiquei realmente curioso por ver novamente esse esquema em ação.

Frente ao Luxemburgo, as coisas não surtiram o mesmo efeito, mas calculo que Portugal não encontrará o mesmo tipo de relvado numa fase final de Campeonato da Europa pelo que seria interessante explorar essa ideia de jogo nas partidas de preparação para o grande certame.

A versatilidade desses três médios é realmente um trunfo luso que poderia ser explorado, mas é igualmente crucial perceber as consequências que tal poderá ter em termos defensivos, isto é, pode essa aparente anarquia nas imediações da área contrária suscitar problemas de cobertura defensiva nas alas?

Questões para Fernando Santos tentar resolver até ao início do Euro-2020…

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