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EUA com caminho facilitado até à Final do Mundial de Basquetebol

Os Quartos de Final da competição do Mundial de Basquetebol iniciam-se já esta terça-feira, mas os EUA só entram em cena no dia seguinte medindo forças com uma seleção francesa que não parece estar a atingir os patamares esperados até este momento…

Mundial de Basquetebol: Sérvia e Espanha só na Final

Atendendo ao modo como ficaram organizadas as chaves destes Quartos de Final, os EUA evitam as fortes formações de Sérvia e Espanha antes da Final, preparando-se assim para enfrentarem a França nos Quartos de Final e, provavelmente a Austrália nas Meias-Finais.

Estados Unidos com caminho facilitado até à Final do Mundial de Basquetebol

Os norte-americanos têm tido uma participação relativamente discreta até ao momento sem precisarem de puxar verdadeiramente de todo o seu arsenal, embora as recentes vitórias claras sobre Brasil e Grécia tenham sido claros sinais de competência da formação orientada por Gregg Popovych.

E o facto de evitarem as duas equipas potencialmente mais perigosas até à Final deixa os norte-americanos claramente no comando do mercado para Vencedor do Mundial 2019 com cotação de 1.70 na Betclic.

A formação dos Estados Unidos tem revelado a esperada solidez de plantel que lhe permite gerir facilmente o tempo de utilização dos seus jogadores e não espanta que até ao momento não exista um jogador a destacar-se dos restantes.

Kemba Walker talvez tenha assumido algum protagonismo nas últimas duas partidas ao ser o melhor marcador da equipa, no entanto, só apontou 15 pontos diante da Grécia e 16 frente ao Brasil pelo que não foram exibições propriamente avassaladoras.

E será essa capacidade de ter diversos jogadores a marcar nos dois dígitos regularmente que poderá conduzir os Estados Unidos ao sucesso, uma vez que não dependem de ninguém em particular e assim tornam-se muito difíceis de ser defendidos.

Em sentido contrário, uma Sérvia ou uma Espanha têm claramente dois/três jogadores que se destacam e que, por isso, tendem a sofrer com uma defesa mais pronunciada.

Não subestimar a França nos Quartos de Final

Esta Quarta-Feira, os Estados Unidos lutam por um lugar entre os quatro melhores em partida diante de uma França que tem potencial para mais do que aquilo que tem vindo a mostrar na competição.

A derrota dos gauleses diante da Austrália no último jogo da segunda fase atirou-os para o segundo lugar do Grupo L e para um confronto nada ansiado diante dos Estados Unidos.

A qualidade de elementos como Nicolas Batum, Rudy Gobert ou Evan Fournier – todos eles a jogar na NBA – como que impõe respeito à formação norte-americana, porém tem ficado a ideia de que, ao contrário dos norte-americanos, a formação francesa tem poucas opções sólidas no banco de suplentes e isso pode ser-lhe fatal nesta partida.

Os Estados Unidos são destacadamente apontados ao triunfo com cotações de 1.19 na Betclic, enquanto a França ronda os 3.68.

De qualquer modo, acredito que os gauleses possam vender cara a derrota nesta partida, até porque os Estados Unidos não têm sido propriamente avassaladores ao longo da prova.

Possivelmente, um handicap positivo perto dos dez pontos para a França pode corresponder a alguma valia como aposta, no entanto, o mercado está a pagar somente 1.55 na Esc Online pelo +10.5 pontos.

Australianos com um pé na Meia-Final

No embate do qual resultará o adversário dos Estados Unidos (se vencerem a França) teremos a Austrália a defrontar uma surpreendente República Checa que deve agora chegar ao final da linha.

Os australianos parecem ter muito mais qualidade e experiência neste tipo de competições, com vários jogadores a militarem na NBA, portanto só uma grande surpresa deverá impedir a Austrália de estar na semifinal do Campeonato do Mundo de Basquetebol da China.

Para este confronto, eles são ainda mais favoritos do que os EUA diante da França, apresentando uma fraca cotação de 1.12 face aos avultados 4.57 da República Checa nas principais casas de apostas de Portugal.

E olhando à experiência de elementos como Matthew Dellavedova, Patty Mills, Andrew Bogut, Joe Ingles ou Aaron Baynes fica difícil pensar noutro desfecho que não um triunfo folgado da formação da Oceânia.

bogut australia

Esta experiência dos australianos deve ser suficiente para seguir em frente esta quarta-feira, mas talvez a falta de irreverência e juventude no seu elenco possa passar fatura no embate das meias-finais diante dos pujantes norte-americanos, que mesclam a força da sua juventude com a experiência de alguns jogadores.

Assim, tudo indica que teremos um acerto de contas nas Meias-Finais entre Estados Unidos e Austrália depois destes últimos terem surpreendido os favoritos em partida de preparação para o Campeonato do Mundo.

Desconfio que desta feita tudo será diferente e os norte-americanos mostrarão por que razão são a equipa mais temida do planeta nesta modalidade.

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