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Europa: Benfica e FC Porto: Qual a realidade?

Fazer uma balanço da participação europeia das equipas portuguesas na fase de grupos das competições europeias desta época (Liga dos Campeões e Liga Europa) é como chocarmos com a nossa realidade competitiva.

Europa: Benfica e FC Porto: Qual a realidade?

Mesmo no caso de FC Porto e Benfica, sente-se que a falta de capacidade para conseguir melhores resultados e exibições está ligada á menor exigência competitiva interna (caso do FC Porto ao cair na Champions ainda no play-off perante o Krasnodar, uma acessível equipa russa) ou a uma política desportiva desequilibrada que não investiu nos relvados europeus com força suficiente (caso do Benfica).

Europa: Benfica e FC Porto

Ver que existe um “Benfica europeu” tão diferente do “Benfica da Liga NOS” é perturbador a nível competitivo.

As constantes mudanças que Bruno Lage fez no onze na Champions, nunca colocaram a verdadeira equipa do Benfica a competir ao mais alto nível que devia. Não faz sentido.

Falar em gestão, rotatividade, aposta na formação ou num onze igualmente forte (como foi se falando no final desse jogos) choca com uma exigência europeia que este Benfica (cinco vezes campeão na seis ultimas épocas) teria de apostar nos relvados internacionais.

A equipa que surgiu frente ao Zenit, foi já nesse limite de existência europeia, sem dilemas de gestão ou rotatividade. Jogou o melhor possível neste momento e a diferença ficou clara.

Benfica sem aposta assumida europeia

A vitória por 3-0 valeu a Liga Europa e a sensação que deveria ter valido a Champions com apostas semelhantes noutros jogos europeus.

A questão para isso não ter acontecido está na tal questão da política desportiva que referia antes.

Não acredito que o menor investimento de Bruno Lage na Champions, priorizando sempre o campeonato (no sentido de nunca arriscar não ter os melhores jogadores, a chamada “equipa completa”, para esses jogos) não tivesse sido antes objecto de conversa prévia com a alta estrutura de futebol encarnado.

Talvez sem um investimento prioritário no campeonato não fosse hoje líder com quatro pontos de avanço do FC Porto, mas nessa opção quase que vemos uma existência bipolar do treinador Bruno Lage.

Com um modelo de jogo intocável e com dinâmicas de ataque e transição defensiva a nível nacional. Com uma atitude competitiva mais leve em todos os quatro momentos do jogo (ataque-defesa-ataque e sua transições) a nível internacional.

Este existência-dupla de um treinador é o pior que lhe pode suceder para a sua sustentação como treinador de “top” que tem, obrigatoriamente, de disputar ao mesmo tempo várias competições com jogos separados por curtos espaços de tempo, sem que, com isso, o rendimento da equipa caia tanto.

Pode-se falar que o plantel não tem qualidade suficiente para jogar a esse nível com mudanças de jogadores-chave de jogo para jogo, mas, nesse caso (que me parece o mais realista em termos de análise) caímos naquela que é verdadeira dimensão do nosso futebol, pensando nos nossos grandes: a sua casa hoje é na chamada segunda linha europeia, a Liga Europa.

FC Porto: “jogo partido- jogo colado”

Nos últimos dois jogos, o FC Porto acordou para a sua realidade europeia sem Champions e salvou a sua presença na Liga Europa.

Depois da vitória “made in Aboubakar” frente ao Young Boys na Suíça (o jogo decisivo porque foi o confronto direto que ditou a diferença final entre as duas equipas) o jogo com o Feyenoord caiu, no entanto, num caos tático que levou a um inicio de jogo demasiado anárquico em que as oportunidades de sucederam nas duas balizas.

Era empolgante para quem via como mero adepto, mas era terrível, de pôr os cabelos brancos, aos treinadores que não conseguiam controlar o jogo.

Nesse chamado “jogo partido” (isto é, sem as componentes tácticas que o “colem” a meio campo) foi fácil o FC Porto marcar como sofrer dois golos em apenas 21 minutos.

Um terceiro golo saído da locomotiva-Marega deu o 3-2 definitivo ainda nessa fase de “jogo partido” mas seria já com o “jogo colado” que o FC Porto iria conseguir ter o equilíbrio táctico para o ganhar.

O melhor FC Porto em 4x3x3

A passagem para o 4x3x3, fazendo entrar Sérgio Oliveira para junto com Uribe e Danilo montar um triângulo no meio-campo, descaindo Octávio (que estava quase a jogar como falso ala) fez a equipa agarrar o meio-campo pelo pescoço.

Dessa forma, o FC Porto como que juntava quatro médios muitas vezes. Ou melhor, juntava quatro jogadores na zona intermediária do relvado e assim conseguiu fechar o jogo.

Quando ele abriu-se um pouco, por uma janela de contra-ataque, emergiu um jogador que mutas vezes ficava fora injustamente (mea culpa) das analises tácticas: o guarda-redes e neste caso Marchesin, fantástico em defesas decisivas para segurar a vantagem.

É possível ver sem fugir da realidade, Benfica e FC Porto como candidatos a vencer esta LIga Europa. Veremos, claro, os ventos do sorteio, mas se concentrados para o seu melhor futebol, são ambos candidatos.

O Braga fez um fase de grupos notável e pode sonhar. O Sporting é ainda uma equipa cheia de duvidas e em busca de identidade.

Se Silas a encontrar á sua imagem, cada eliminatória também será uma oportunidade para ir fazendo crescer o sonho de chegar à Final.

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