A espera terminou e a temporada desportiva da Fórmula 1 teve início no fim-de-semana que passou, com a realização do Grande Prémio da Áustria, em Spielberg, sem a presença de público nas bancadas.

FORMULA 1 ARRANCA NA AUSTRIA COM TRIUNFO DE BOTTAS

Valtteri Bottas, da Mercedes, foi o vencedor do primeiro GP da época, ao terminar à frente de Charles Leclerc, da Ferrari, e de Lando Norris, da McLaren, que completou o pódio. Lewis Hamilton foi vítima de penalização e acabou em 4.º.

Num cenário completamente diferente do habitual, pela ausência de fãs nas bancadas e por toda a conduta imposta pela FIA como medida de combate à propagação do novo coronavírus, os destaques vão para a vitória do finlandês Valtteri Botas, para a 4.ª posição ocupada pelo campeão mundial em título Lewis Hamilton, da Mercedes, e para o redondo número de nove abandonos.

Sensação da prova, o monegasco Charles Leclerc (Ferrari) terminou na 2.ª posição, com atraso de 4,257 segundos para o registo de Valtteri Bottas, admitindo, em declarações prestadas após o final, que teve “alguma sorte”. Em 3.º lugar, ficou o jovem britânico Lando Norris (McLaren), com 5,353 segundos de atraso para o líder.

HAMILTON CASTIGADO E FORA DO PÓDIO

Depois de ter conseguido o segundo tempo na qualificação, apenas superado por Bottas, Lewis Hamilton foi penalizado em três lugares na grelha de partida da corrida do passado domingo.

Em causa esteve o facto de o piloto da Mercedes ter violado a norma regulamentar durante a volta de ataque à “pole position”, ao exceder o limite de velocidade debaixo da exibição de bandeiras amarelas, após a saída de pista do companheiro da Mercedes.

Além da penalização, o piloto de 35 anos foi ainda punido em cinco segundos, após um incidente com Alexander Albon, que Hamilton considerou casual. Quem beneficiou da situação foi Lando Norris, que superou o campeão mundial por menos de um segundo no quadro classificativo final e conseguiu o seu primeiro pódio, aos 20 anos de idade.

Depois de se manter na 2.ª posição durante as primeiras voltas, Max Verstappen acabou por abandonar, após a entrada do safety car na pista por duas vezes.

O piloto holandês inaugurou a lista de abandonos, que acabou composta também por Daniel Ricciardo (Renault Sport), Lance Stroll (Racing Point), Kevin Magnussen (Haas), Romain Grosjean (Haas), George Russell (Williams), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), Alexander Albon (Red Bull) e Daniil Kvyat (AlphaTauri).

PROTESTO ANTI-RACISMO NA ORDEM DO DIA

Tal como tem acontecido no mundo do futebol – com destaque para o cenário inglês –, também antes do GP da Áustria 14 dos 20 pilotos inscritos na competição assumiram uma posição de manifestação contra o racismo, ao ajoelharem-se, exibindo uma indumentária com mensagens temáticas.

Max Verstappen, Antonio Giovinazzi, Daniil Kvyat, Carlos Sainz Jr., Charles Leclerc e Kimi Raikkonen ficaram de parte, ao recusarem fazer o gesto que ficou notabilizado por Colin Kaepernick (na NFL, em 2016), mantendo-se de pé.

COVID-19. “CARTÃO AMARELO” DA FIA À FERRARI E RED BULL

Depois de terem chegado às redes sociais imagens de Christian Horner, Hemult Marko e Sebastian Vettel a trocarem impressões no “paddock” sem a utilização de máscara, nem o cumprimento do distanciamento físico, a FIA resolveu advertir as equipas Ferrari e Red Bull, no passado sábado.

Todas as equipas estiveram em isolamento e foram sujeitas à realização de testes à Covid-19 na antecâmara da realização do GP, mas a FIA mostrou não estar para brincadeiras.

Na nota de imprensa publicada, o organismo refere que ninguém “é obrigado a concordar com o código de conduta devido à Covid-19, nem será sancionado por não o cumprir. Ainda assim, quem não o fizer deixará de ter acesso ao evento”.

PARA BREVE A FÓRMULA 1 EM PORTUGAL?

Tal como foi oportunamente noticiado há cerca de dois meses, apesar de não ter recebido o evento neste mês de julho, Portugal ainda poderá ser um dos países a servir de palco a uma das provas do campeonato de Formula 1, por intermédio do Autódromo do Algarve, em Portimão.

Chase Carey, promotor do Campeonato do Mundo, referiu há cerca de três dias que uma decisão sobre o cenário deverá ser “tomada nas próximas semanas”, consoante “a evolução da pandemia em alguns países”.

De momento, é oficial a realização de oito provas na Europa até setembro, sendo expectável que a Fórmula 1 possa vir a organizar entre 15 a 18 até meados de dezembro.

Um cenário muito diferente do habitual, em virtude das condições impostas pela pandemia associada à doença de Covid-19, que obrigou o organismo a repensar todo o calendário competitivo até final da temporada.

No próximo fim-de-semana, está prevista a realização de uma nova etapa, novamente em Spielberg, na Áustria, país que acolheu o arranque da época na Fórmula 1 em virtude do sucesso que tem tido nas medidas de combate à propagação e de prevenção do novo coronavírus.

 

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