França Mundial 2018 – Guia e Análise

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França Mundial 2018 – Guia e Análise

Trajeto na qualificação:

Perfil da selecção: – Guarda Redes – A carreira de Lloris tem sido bastante consistente

E sem discussão tem sido dono e senhor da baliza dos gauleses há vários anos.

O selecionador Didier Deschamps conta assim com muita qualidade e experiência nas suas redes, e levará também Mandanda e Areola, prontos para substituir o guardião do Tottenham em qualquer eventualidade.

Defesas – É provavelmente o sector mais renovado, comparando com a equipa mais utlizada no Europeu de 2016, onde os veteranos Evra e Sagna eram titulares indiscutíveis.

Actualmente, os gauleses contam apenas com um jogador acima dos 30 anos, Koscielny, que será parceiro de Varane (que falhou o Europeu) ou Umtiti no centro da defesa.

Na laterail direita jogará Sidibé, ele que foi o 2º jogador mais utilizado na fase de qualificação, enquanto que do lado oposto, Lucas Digne ou Lucas Hernandez poderão ser as soluções que dão mais garantias, dada a época atribulada de lesões de Kurzawa e Mendy.

Médios – O selecionador francês deverá manter a aposta no tridente de médios habitualmente titular, Pogba, Matuidi e Kanté, os dois primeiros com mais chegada à área adversária, o último funcionando como uma autêntica formiga recuperadora de bolas com pilhas para 90 minutos.

Jogadores como Rabiot, Tolisso ou Sissoko são boas alternativas a um meio campo muito forte físicamente.

Avançados – Qualidade e quantidade são duas palavras que descrevem bem o sector ofensivo dos gauleses-

Numa zona mais central conta com avançados letais como Griezmann, Giroud ou Lacazette, e a partir das faixas muitas soluções com velocidade e golos nos pés como Mbappé, Martial ou Dembelé. Este é o sector mais versátil da selecção, contando ainda com Payet e Lemar, dois criativos que podem jogar encostados a uma ala ou à frente de um duplo pivot defensivo.

Equipa provável – Lloris (cap); Sidibé, Koscielny, Varane, Digne, Kanté, Matuidi, Pogba; Lemar, Mbappé e Griezmann

História: A história da selecção francesa começou em 1904, ano em que a FIFA foi criada em Paris, e que foi realizado o seu primeiro jogo internacional.

No dia 1 de Maio desse ano, a França defrontou a Bélgica, em Uccle, numa partida que terminou empatada a 3 bolas, com o primeiro golo oficial francês a ser marcado por Louis Mesnier.

Em 1917 foi criada a Taça de França, a primeira competição oficial do futebol francês, e dois anos depois, em 1919, foi fundada a Federação Francesa de Futebol (FFFA).

Os gauleses estiveram presentes na primeira edição do Campeonato do Mundo em 1930, prova organizada pela FIFA, que muito deve a sua existência a dois franceses, Jules Rimet e Henri Delaunay.

Pouco tempo depois, os franceses foram novamente pioneiros, sendo novamente intervenientes na criação da UEFA e das suas principais competições, a Taça dos Clubes Campeões Europeus e o Campeonato da Europa.

Foi na década de 80 que a selecção francesa brilhou forte pela primeira vez, chegando ao topo do futebol europeu e mundial. Nos Mundiais de 1982 e 1986, os gauleses alcançaram o último lugar do pódio, mas foi em 1984 que conquistaram o seu primeiro grande título, vencendo o Campeonato da Europa disputado em casa.

Esta foi a primeira grande geração dos Bleus, comandada pelo seu maior génio, Michel Platini, e seus aliados, Giresse, Tiganá, Fernandéz, Bossis e Tresor.

Nos finais dos anos 90 surge então a segunda geração de ouro da França, responsáveis pela dupla conquista do Campeonato do Mundo de 1998 em solo francês, e do Campeonato da Europa de 2000 realizado na Bélgia e na Holanda.

Foi nesta altura que o futebol nos brindou com um dos maiores astros da sua história, Zinedine Zidane, expoente máximo de uma selecção que contava ainda com jogadores como Vieira, Djorkaeff, Henry, Barthéz, Desailly, Thurám ou Petit.

Neste momento, a França estava no topo do futebol mundial, e viria ainda a conquistar duas Taças das Confederações em 2001 e 2003.

Tendo em conta a qualidade que a selecção francesa sempre dispõe e o seu recente histórico de conquista, os anos seguintes foram de alguma decepção, uma vez que em mais de 15 anos, os Bleus apenas somaram duas presenças em finais, uma no Campeonato do Mundo de 2006, perdendo para a Itália no desempate de grandes penalidades, e já recentemente no Campeonato da Europa de 2016, com Portugal a levar a melhor em pleno solo francês.

Historial:
1 Campeonato do Mundo (1998)
2 Campeonatos da Europa (1984, 2000)
2 Taças das Confederações (2001, 2003)

Jogadores em Destaque: Antoine Griezmann – Atlético de Madrid

Numa selecção com tantos excelentes jogadores, há uma estrela que brilha mais, é Antoine Griezmann, avançado do Atlético de Madrid.

griezmann frança

Aos 27 anos, é a grande esperança do futebol francês para este Campeonato do Mundo na Rússia.

Griezmann foi o jogador mais utilizado por Deschamps na fase de qualificação, jogando 855 dos 900 minutos jogados pelos Bleus.

É portanto, um jogador imprescindível e de extrema importância, já o tinha sido no último Campeonato da Europa, tendo inclusivamente sido eleito o melhor jogador e melhor marcador da competição.

Na caminhada dos gauleses rumo à Rússia, foi também o jogador mais preponderante, com 4 golos marcados e 5 assistências nos 10 jogos realizados.

Grizmann entende perfeitamente o jogo e cada vez que o jogo passa pelo seu pé esquerdo, fica melhor.

Jogadores em Destaque: Hugo Lloris – Tottenham

Na baliza dos gauleses está um dos seus melhores jogadores e um capitão que lidera por exemplo.

lloris france

Hugo Lloris é o guarda-redes mais internacional de sempre pela França, o que diz muito da sua qualidade.

Por vezes, o melhor líder não é aquele que fala mais, mas sim o que diz coisas com mais sentido, e Lloris lidera com poucas palavras, não gosta de ser o protagonista

mas naturalmente não deixa de o ser, pelo seu perfil e pela sua importância, não só na selecção francesa, mas também no Tottenham onde assume a braçadeira de capitão desde 2015.

Indubitavelmente, a mais difícil e última barreira que as outras selecções terão que ultrapassar no Campeonato do Mundo.

O Comandante

Didier Deschamps – Natural da cidade de Baiona, nasceu a 15 de Outubro de 1968 e iniciou a sua carreira como jogador aos 17 anos na formação do Nantes.

Em 1990 foi contratado pelo Marselha, e nesse ano conquistaria o seu primeiro troféu, o título de campeão francês.

deschamps frança

Após um ano emprestado ao Bordeaux, Deschamps regressou ao Marselha, conquistando mais dois campeonatos franceses e o maior título da história do clube, a conquista da Liga dos Campeões em 92/93.

As boas exibições garantiram um contrato com a Juventus, onde ganhou tudo o que havia para ganhar. De seguida, a aventura em terras britânicas ao serviço do Chelsea, onde conseguiu vencer a Taça de Inglaterra.

O último clube que representou como jogador foi o Valência, em 2004. Ao serviço da selecção francesa, e ainda como jogador, Deschamps fez parte da geração que conquistou o Campeonato do Mundo de 1998 e o Campeonato da Europa de 2000.

Após terminar a carreira de jogador, Deschamps assumiu rapidamente o comando do Mónaco, e na sua época de estreia conduziu o clube à final da Liga dos Campeões.

Foi também responsável pelo título de campeão da Série B da Juventus, na época em que desceram de divisão por viciação de resultados.

De 2009 a 2012 regressou a casa, ao Marselha, onde conquistou 1 liga francesa e uma taça de França. De 2012 até hoje, Deschamps permanece no comando da selecção francesa, até ao momento ainda sem troféus no seu currículo.

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Pontos Positivos

A França esteve inserida no Grupo A da fase de qualificação europeia, juntamente com Suécia, Holanda, Bulgária, Luzemburgo e Bielorússia.

Apesar de não ter realizado um trajecto brilhante, os Bleus confirmaram o seu favoritismo ao terminar em primeiro lugar com 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota nos 10 jogos realizados.

Um aspecto positivo a destacar é o facto da França ter revelado alguma consistência defensiva, sofrendo 6 golos durante a qualificação, algo que apenas 5 selecções europeias conseguiram superar.

Pontos Negativos

Já no plano ofensivo, os gauleses ficaram bastante aquém do seu potencial, marcando somente 18 golos em 10 jogos oficiais

Ficando atrás de várias selecções, algumas delas nem irão marcar presença na competição.

A única explicação que podemos encontrar está relacionada com as constantes alterações no sector atacante promovidas por Deschamps

não permitindo a estabilidade e rotinas necessárias para um ataque mais concretizador.

 

Análise dos jogos da Primeira Fase

França Mundial 2018 - Guia e Análise

França vs Australia – 16/06/2018 – 11:00 – Kazan’ Arena – Kazan

A selecção francesa inicia o seu trajecto na Rússia frente à Austrália, no dia 16 de Junho em Kazan.

É sabido que neste tipo de competição, o primeiro jogo de cada selecção é muito importante, e nesse aspecto, a França terá na teoria o seu jogo mais acessível.

A Austrália realizou uma campanha de qualificação globalmente muito fraca, sentindo dificuldades contra selecções de nível muito inferior às que vai encontrar no Campeonato do Mundo.

Este é um jogo sem grande potencial para surpresas, o adversário ideal para a estreia da França na Rússia.

França vs Peru – 21/06/2018 – 16:00 – Ekaterinburg Arena – Ekaterinburg

O segundo jogo da França será frente ao Perú, no dia 21 de Junho em Ecaterimburgo.

Os Bleu terão grande parte da despesa do jogo, já que a selecção sul-americana pratica um futebol de contra ataque, contando com jogadores evoluidos técnicamente.

O Perú tem demonstrado ser bastante inconsistente, apesar do seu potencial ofensivo, apresenta uma defesa muito instável.

A França é muito superior colectivamente e no capítulo individual, e tem todas as condições para vencer o Perú, mas caso conceda espaço para os seus ataques rápidos pode ser surpreendida.

França vs Dinamarca – 26/06/2018 – 15:00 – Olimpiyskiy stadion Luzhniki – Moscou

No dia 26 de Junho, França e Dinamarca jogam em Moscovo, naquele que será teoricamente o jogo mais difícil para os gauleses, mas o facto de ser o útimo jogo da fase de grupos, pode ser uma vantagem, uma vez que dois bons resultados frente a Austrália e Perú, qualifica automaticamente os Bleu para a fase seguinte.

França e Dinamarca são duas selecções muito fortes no jogo aéreo e ambas contam com jogadores muito altos e fortes fisicamente.

Do outro lado há Eriksen, um dos melhores médios da actualidade e o grande catalizador do futebol da Dinamarca, contribuindo com muitos golos e assistências.

Muito do sucesso dos gauleses nesta partida passará pela forma como conseguirá condicionar o jogo do craque do Tottenham.

Até Onde pode Chegar

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A França é com naturalidade, o maior favorito para vencer o grupo C do Campeonato do Mundo, onde estão inseridos também a Dinamarca, o Perú e a Austrália. Tudo o que não seja a presença dos Bleus na próxima fase da competição é um fracasso total.

Se tudo correr na normalidade, os gauleses irão defrontar o 2º classificado do Grupo D nos Oitavos de Final, composto por Argentina, Croácia, Islândia e Nigéria.

A partir daí, a competência e a sorte serão dois factores decisivos no restante trajecto da França neste Mundial 2018. Até onde pode chegar a França?

Medindo pontos positivos e negativos, fica a projecção para os gauleses chegarem pelo menos até às meias finais da competição.

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Autor: RicardoCardoso

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