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Génio de Messi coloca Barcelona a um passo da Final da Liga dos Campeões

A noite desta quarta-feira em Camp Nou voltou a trazer à tona o génio de Lionel Messi que praticamente sentenciou uma eliminatória frente a um forte rival como o Liverpool, que até mostrou as suas garras na Catalunha.

O ‘Descomplicómetro’ de serviço

O resultado de 3-0 obtido pelo Barcelona na noite anterior pode sugerir uma partida fácil para o Barcelona diante do Liverpool, mas na prática não foi isso que aconteceu, pois, a formação inglesa teve vários momentos de supremacia em campo e até desperdiçou algumas soberanas oportunidades de golo que poderiam ter deixado a contenda num patamar completamente diferente.

messi falta

Mas é nestes grandes jogos que surgem os jogadores de eleição, e nesse departamento Luís Suárez e Lionel Messi marcam a diferença pela sua aparente tendência de surgir nos momentos-chave das temporadas.

 

Sim, muitos poderão argumentar que Lionel Messi passou ao lado da derrocada em Roma na época passada que ditou o afastamento europeu do Barcelona, no entanto o argentino está hoje num sensacional momento de forma e tal foi provado no maior dos palcos europeus e diante de um rival muito forte.

O astro argentino realizou uma exibição de gala, confundindo constantemente os médios do Liverpool e descobrindo os seus colegas em ótimas posições com grandes passes, para além de ter feito um golo pleno de oportunidade ao rechaçar uma bola à trave de Suárez para o fundo das redes de Alisson.

Para completar uma exibição deste calibre só faltava mesmo um golo pleno de magia que viria a acontecer pouco tempo depois do 2-0.

Fabinho foi obrigado a travar Lionel Messi pouco depois da metade do meio-campo, recebendo mesmo um cartão amarelo por essa ação, mas certamente que não esperaria que o atacante argentino tirasse um pontapé livre da cartola daquela forma. Que golaço!

Números impressionantes!

Com o bis frente ao Liverpool, Lionel Messi atingiu a marca dos 600 golos ao serviço do Barcelona num registo deveras impressionante. E aquilo que ele tem vindo a fazer nesta temporada não lhe fica nada atrás.

Neste momento, a estrela do Barcelona já soma 48 golos em 46 partidas na presente temporada, juntando-lhe ainda imponentes 22 assistências para golo. Quando está perto de completar 32 anos de idade, os números que vem apresentando parecem indicar que o jogador argentino está em perfeitas condições de prolongar a sua carreira ao mais alto nível por mais algumas temporadas.

A forma como ele tem dividido a hegemonia com Cristiano Ronaldo nos troféus individuaisok, Modric ganhou no ano passado…alguém sabe dele? – é realmente espantosa visto que nunca no mundo do futebol havíamos assistido a algo similar.

Ambos os jogadores têm apresentado números absolutamente estratosféricos ao longo das suas carreiras e, como se sabe não é nada fácil ser-se melhor que a concorrência durante tanto tempo consecutivamente, no caso durante mais de uma década.

Cristiano Ronaldo também chegou recentemente aos 600 golos ao nível de clubes, no entanto não podemos ignorar que o português tem mais dois anos que Lionel Messi pelo que é provável que ‘La Pulga’ possa bater o seu rival português visto estar ainda numa fase mais portentosa da sua carreira do que CR7 que completou recentemente 34 anos e já vem fazendo uma gestão mais cautelosa do seu esforço por forma a estar no seu melhor nos momentos cruciais das temporadas.

Suárez e Alba preciosos no sucesso Blaugrana

Se Lionel Messi é uma presença regular como definidor de jogos a favor do Barcelona, o mesmo não se pode dizer de Jordi Alba, por exemplo, que tem vindo a realizar uma temporada de eleição e a contribuir ativamente em termos ofensivos para o sucesso da sua equipa.

Na noite de ontem, foi ele quem abriu a defesa do Liverpool com um excelente cruzamento a que Luís Suárez correspondeu brilhantemente.

O lateral esquerdo espanhol tem sido peça essencial na manobra ofensiva dos catalães e parece ser atualmente um dos melhores laterais do mundo, embora muitos possam argumentar que não tenha o mesmo virtuosismo de um Marcelo, por exemplo.

alba barcelona

A verdade é que Jordi Alba tem sido muito consistente nas suas exibições e claramente um dínamo de intensidade e energia na equipa do Barcelona, algo em que Marcelo não é tão forte, até porque é muito mais irregular em termos exibicionais.

Quanto a Luís Suárez, e após um começo de temporada onde choveram críticas ao uruguaio, parece estar agora num sensacional momento de forma representando uma ameaça constante para as defensivas contrárias.

Suárez é um atacante mortífero que parece cheirar o sangue a cada momento de jogo e a forma como iludiu Joel Matip e Virgil van Dijk no lance do primeiro golo com uma rápida desmarcação confirmam que ele é claramente um dos melhores avançados do planeta atualmente.

Final no Bolso?

Com uma vantagem de três golos parece muito difícil ao Liverpool de Jurgen Klopp inverter o rumo da eliminatória, no entanto se há equipa que o pode fazer são precisamente os Reds.

De qualquer modo, as casas de apostas reagiram em conformidade com os acontecimentos da noite passada e apontam agora o Barcelona como grande favorito à conquista da Liga dos Campeões a somente 1.44 no caso da ESC Online.

Já o Liverpool disparou até 19.00 na Bet.pt, uma das grandes casas de apostas de Portugal.

Mas poderá o Liverpool reentrar na discussão da eliminatória em Anfield?

madrid 2019

Na Betclic, os Reds são apontados à vitória no encontro da segunda mão a 1.91 e tal é perfeitamente compreensível tendo em conta o registo recente do Liverpool em sua casa.

A formação orientada por Jurgen Klopp não perde há 19 partidas no seu reduto, tendo consentido apenas três empates nesse período. Por outro lado, com o Barcelona na liderança da eliminatória por três golos é normal que os catalães não fiquem propriamente afetados em caso de derrota por um ou dois golos visto que, mesmo assim se qualificarão.

Deste modo, parece-me legítimo olhar com interesse para essa cotação do Liverpool para o embate da segunda mão já que os Reds vão entrar em campo com tudo em busca de uma recuperação histórica que lhes permita marcar presença na Final da Liga dos Campeões pela segunda época consecutiva.

Bobby Firmino podia ter dado outro colorido ao jogo

A ausência do avançado brasileiro Roberto Firmino do onze inicial do Liverpool – só entrou aos 78 minutos – pode ter representado uma grande perda para a sua equipa visto que ele desempenha como ninguém as funções de distribuidor de jogo na frente de ataque dos ingleses.

Com o brasileiro em fase de recuperação de uma lesão muscular, Klopp terá optado por não arriscar colocá-lo de início nesta exigente partida escolhendo para o seu lugar o médio holandês Georginio Wijanldum.

Sim, Klopp teve medo do Barcelona e optou por não alinhar com um trio na frente. Wijnaldum desempenhou funções semelhantes às de Firmino, mas obviamente conferindo maior equilíbrio ao meio-campo dos ingleses e tal até surtiu o seu efeito durante largos períodos do jogo com o Liverpool a comandar a contenda e a ganhar muitas vezes a luta do meio-campo.

firmino 1111

Infelizmente, sem Firmino o Liverpool também perdeu fulgor ofensivo e aquele instinto predador que muitas vezes tornou esta equipa numa máquina de destruição de adversários.

Sim, Sadio Mane teve uma bela oportunidade na primeira parte e Mohamed Salah falhou um golo feito na fase final do desafio, mas até que ponto a presença de Firmino teria permitido ao Liverpool ser ainda mais mordaz nas fases em que assumiu o domínio de jogo?

Essa é uma resposta que poderemos ter em Anfield, embora as características do jogo tendam a ser bem distintas na sequência do resultado ocorrido em Barcelona.

Valverde ganhou a batalha tática contra Klopp

Jurgen Klopp terá surpreendido Ernesto Valverde ao apostar num ataque sem um avançado de referência, optando por reforçar o meio-campo e ganhando nesse departamento de jogo.

Ainda assim, o técnico espanhol foi expedito em mexer rapidamente na equipa após o descanso retirando de campo um apagado Phillippe Coutinho para reforçar o meio-campo.

A entrada de Nélson Semedo para a lateral direita apagou um pouco o fogo criado por Sadio Mane e a deambulação de Sergi Roberto para o centro do terreno equilibrou as coisas nesse aspeto, impedindo o Liverpool de continuar a criar tanto perigo como até esse momento.

valverde artigo

Em sentido contrário, o técnico alemão do Liverpool optou por manter-se fiel ao sistema de jogo montado para este embate, mesmo quando perdia por 1-0 e quando viu o técnico Blaugrana alterar o seu modelo.

Na minha opinião, Klopp perdeu uma oportunidade de colocar o Barcelona em xeque no início da segunda parte visto que a entrada de Firmino poderia forçar os catalães a serem mais comedidos na forma como saiam para o ataque, mas tal não aconteceu e o tradicionalmente audaz técnico germânico terá sido derrotado não apenas pela genialidade de Messi, mas também pela sua falta de ousadia.

De qualquer forma, Jurgen Klopp fez questão de aplaudir a exibição dos seus jogadores que até estiveram bem e poderiam ter tido outra sorte caso tivessem sido mais eficazes, no entanto fica claramente um sentimento de oportunidade perdida no seio do clube inglês, pois terá percebido que podia ter extraído outro resultado da Catalunha.

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