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Giro De Italia 2019: Primoz Roglic na linha da frente

A primeira Grande Volta do ano tem o seu início marcado para o próximo dia 11 de Maio, Sábado, em Bolonha, e é tempo de analisarmos os candidatos a suceder a Chris Froome que não irá defender a sua conquista de 2018 em Itália. Giro De Italia 2019: Primoz Roglic na linha da frente.

Não há como fugir a Primoz Roglic

Todas as casas de apostas estão a indicar o esloveno da Jumbo Visma como principal favorito à conquista da Camisola Rosa no final das três semanas de competição do Giro d’Italia.

E olhando aquilo que tem sido a temporada do ciclista de 29 anos é difícil discordarmos de tal avaliação, tal tem sido a consistência e domínio do ex-saltador de esqui que já venceu três provas por etapas (UAE Tour, Tirreno-Adriatico e Tour de Romandie) em 2019 e raramente tem dado sinais de fragilidade nos tempos mais recentes.

Giro De Italia 2019: Primoz Roglic na linha da frente

Ele iniciou a sua carreira no ciclismo relativamente tarde, mas rapidamente se tem afirmado como uma força emergente do pelotão internacional com destaque para a 4ª posição conquistada no último Tour de France onde confirmou todas as suas credenciais.

Agora, Primoz Roglic entra com um estatuto fortalecido na prova italiana e só a vitória final o deverá satisfazer, sendo que o perfil da edição deste ano até o favorece tendo em conta que teremos 60 quilómetros de contra-relógio, especialidade onde ele é mais forte que a maior parte da concorrência aqui presente.

Deste modo, é com naturalidade que o vemos negociar a 2.50 na ESC Online para vencer a Volta a Itália em 2019 naquela que seria a sua primeira conquista numa grande volta.

Tom Dumoulin é sinónimo de consistência e maturidade

O vencedor do Giro em 2017 e vice-campeão no ano passado não pode nunca ser afastado do leque de possíveis vencedores na prova italiana. Tom Dumoulin tem sido sinónimo de consistência em grandes voltas, concluindo três grandes voltas nos dois primeiros lugares entre 2017 e 2018 pelo que se perfila para atacar pelo menos mais um pódio final.

A sua capacidade para seguir com os mais fortes na montanha tem impressionado ao longo destes dois anos, pois a sua qualidade em contra-relógio já era bem conhecida do público.

dumolin

Ainda assim, o holandês chega ao Giro com a incógnita de ter competido muito pouco ao longo do ano em contraste com os demais concorrentes que terá de enfrentar.

Na verdade, o ciclista da SunWeb optou juntamente com a sua equipa por fazer um exigente estágio em altitude como preparação para a prova e será curioso perceber até que ponto isso se irá revelar uma experiência de sucesso ou, pelo contrário, uma experiência falhada.

De qualquer modo, Dumoulin é um nome muito sério para a corrida italiana e deve lutar pelos primeiros lugares há semelhança dos dois anos anteriores, surgindo com cotações de 3.50 na Betano para suceder a Chris Froome como Rei do Giro.

Simon Yates quer corrigir erros do passado

Durante duas semanas da última edição da Volta a Itália tudo indicava que o pequeno britânico Simon Yates iria bater toda a concorrência tal vinha sendo a sua superioridade em alta montanha e o bom desempenho que havia tido nos contra-relógios já disputados.

No entanto, uma retumbante quebra física atirou-o para longe da vitória num ápice e o ciclista da Mitchelton-Scott viria a abandonar a corrida durante a terceira semana quando já estava numa classificação bem distante dos dez primeiros.

Agora, e após uma preparação algo despercebida onde falhou a vitória em qualquer das provas em que entrou, Simon Yates procura recuperar os índices físicos de há um ano, mas com a condição de os manter durante três semanas.

simon yates

Na verdade, tem ficado a sensação de que o britânico não tem deixado tudo na estrada nas provas onde já entrou com o intuito de conservar energias para quando for realmente importante.

Nesse sentido, parece-me que teremos de contar com ele, apesar do handicap negativo de ter muitos quilómetros de contra-relógio por percorrer onde poderá perder tempo precioso para particularmente Dumoulin e Roglic.

Yates está cotado em 3.80 na ESC Online para subir ao lugar mais alto do pódio no final das três semanas de competição.

Tubarão Nibali sempre à espreita da oportunidade

Poucos são os ciclistas do pelotão internacional que se podem gabar de ter vencido as três Grandes Voltas e Vincenzo Nibali faz parte desse restrito leque de predestinados do ciclismo.

De qualquer modo, é preciso relevar que o sucesso do italiano tem muitas vezes dependido mais de uma questão de oportunismo do que propriamente de superioridade clara face à concorrência. Ele venceu o Tour de France em 2014 numa malograda edição onde Chris Froome, por exemplo, teve de abandonar após uma queda.

nibali

O ciclista italiano viria a repetir um sucesso no Giro d’Italia em 2016 numa altura em que Steven Kruijswijk parecia dono e senhor da competição, no entanto uma queda do ciclista da Jumbo Visma fê-lo perder tempo e, mais tarde capacidade física permitindo assim que Nibali conquistasse essa prova.

Este ano, creio que teremos novamente o Tubarão à espera de morder caso a oportunidade surja, embora também seja notório que o número de concorrentes de peso que terá pela frente é relativamente elevado.

Desse modo, não espanta que o italiano seja tido como ‘outsider’ com cotações mais elevadas a rondar os 8.00 na Betano, a mais nova casa de apostas de Portugal.

Superman Lopez’ pode voar na Montanha

O chefe de fila da Astana nesta edição da Volta a Itália será o jovem colombiano Miguel Angel Lopez, e a avaliar pela sua forma recente temos de o incluir no leque de potenciais vencedores embora a sua fragilidade no contrarrelógio seja um problema que poderá ser difícil de contornar.

Honestamente falando, é provável que o ciclista colombiano perca mais de um minuto no contrarrelógio de 34kms a meio da competição e tal pode não ser fácil de recuperar frente aos altamente fiáveis Roglic e Dumoulin, por exemplo.

Assim, só um Lopez irrepreensível na montanha poderá entrar nas contas da vitória. E a verdade é que ele terá várias etapas de elevada exigência onde terá oportunidade de fazer a diferença. Ele já venceu a Volta à Colômbia e a Volta à Catalunha este ano e chega muito motivado.

No ano passado, foi terceiro na Volta a Itália subindo ao pódio ao lado dos ilustres Chris Froome e Tom Dumoulin, portanto tem se ser tido em conta nesta equação com a Betano a avaliá-lo em 12.00 para bater toda a concorrência.

Outsiders a ter em conta

Para além dos cinco favoritos apontados acima, existem outros ciclistas que podem imiscuir-se na luta pelos lugares cimeiros no caso de se apresentarem em boa forma. O primeiro deles é o espanhol Mikel Landa que ainda procura afirmar-se no panorama internacional depois de ter deixado a Sky.

landa

Ele irá liderar a Movistar e já provou anteriormente ter qualidade para rivalizar com os melhores ciclistas do pelotão, mas estará ele na forma ideal? Parece-me um pouco dúbio e é por isso que as casas de apostas o avaliam em 16.00 para vencer a prova.

Também a Katusha, formação russa na qual José Azevedo é diretor-desportivo, chega com um chefe de fila com provas dadas em grandes voltas. Ilnur Zakarin não fez uma grande temporada em 2018 e tem passado algo despercebido em 2019, mas é sempre um nome a ter em conta naquelas etapas de alta montanha onde só os mais aguerridos e lutadores conseguem fazer-se valer.

De qualquer modo, acho muito difícil que possa vencer a Volta a Itália ou sequer lutar por um lugar no pódio pelo que não espanta que negoceie a elevados 51.50 para vencer a prova de acordo com a ESC Online.

A ex-formação Sky, agora renomeada Team Ineos sofreu um revés antes do início da prova com a sua principal aposta Egan Bernal a ter uma queda num treino que o afastou da competição.

zakarin

Assim, será uma incógnita perceber qual o tipo de abordagem desta conceituada formação. Com vários jovens ciclistas de qualidade como Tao Geoghegan Hart e Pavel Sivakov na equipa, é provável que um deles possa lutar pela Classificação Geral, no entanto a sua inexperiência pode ser um problema.

Tom Dumoulin pode vestir a Rosa por vários dias

A Volta a Itália começa já este sábado em Bolonha com um pequeno contrarrelógio de apenas oito quilómetros.

Primoz Roglic é apontado ao triunfo nesta etapa inaugural a 1.35 pois está em boa forma e costuma ser particularmente forte em prólogos desta extensão, no entanto não consigo ignorar a cotação do especialista Tom Dumoulin.

O ciclista holandês está a 4.00 na Betclic para vencer o prólogo inaugural e ser o primeiro a vestir a Camisola Rosa na edição de 2019 e essa seria a minha aposta para o primeiro dia de competição, tendo em conta que não considero Roglic mais forte que o holandês a correr contra o tempo, e a discrepância de cotações é realmente exagerada, por mais que o esloveno esteja em forma e o holandês seja uma incógnita nesta fase.

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