A recente eliminação do Manchester City, nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, e do Manchester United, nas meias-finais da Liga Europa, deixaram as finais das duas provas da UEFA sem a representação de clubes ingleses.

1 BILIÃO NÃO CHEGOU PARA O MANCHESTER CITY REPETIR MEIAS-FINAIS DA ‘CHAMPIONS’

Ou este será um sinal dos tempos, que poderão estar a trazer ventos de mudança no paradigma internacional, ou o trabalho desenvolvido no backstage do Etihad Stadium e de Old Trafford não está a ser bem feito.

Em fevereiro passado, o Observatório do Futebol – CIES divulgou que o Manchester City foi o clube que mais investiu em transferências de jogadores na última década, com o montante global a superar os 1,5 mil milhões de euros.

Com Guardiola no comando, o clube inglês já gastou 777,59 milhões de euros e ainda não conseguiu superar os quartos-de-final da Liga dos Campeões. A última presença nas meias-finais remonta a 2015/16, ainda com o chileno Manuel Pellegrini como treinador principal.

De lá para cá, os “citizens” foram eliminados nos oitavos-de-final em 16/17, a primeira época de Guardiola no Etihad, sendo que, nos três anos seguintes, com a atual temporada de 19/20 incluída, o Manchester City foi sempre eliminado nos quartos-de-final.

A queda do passado fim-de-semana, em Lisboa, contra o Lyon, foi a que mais escandalizou o mundo do futebol e das apostas.

UM BILIÃO NÃO CHEGOU PARA O MANCHESTER CITY REPETIR A PRESENÇA NAS MEIAS-FINAIS DA ‘CHAMPIONS’

Além dos 166,82 milhões de euros gastos no reforço do plantel (só Rodri custou 70M€ e Cancelo 65M€), o Manchester City contava com grande dose de favoritismo, pelo adversário que tinha pela frente, depois de ter caído contra Tottenham, Liverpool e Mónaco nos últimos três anos.

ESTARÁ O CICLO DE GUARDIOLA NO ETIHAD A CHEGAR AO FIM?

Têm surgido algumas contradições na imprensa inglesa nos dias que se seguiram à escandalosa eliminação do Manchester City na Liga dos Campeões.

O “The Sun” referiu que o desaire na maior prova da UEFA terá tido um impacto significativo junto da cúpula diretiva do clube presidido por Khaldoon Al Mubarak e que a continuidade de Pep Guardiola no comando técnico em 2020/21 não era um dado adquirido, referindo mesmo que Mauricio Pochettino estava bem cogitado nas hostes dos “citizens”.

Apontado ao regresso ao Barcelona (que despediu Quique Setién e inicia ciclo de profunda renovação), Guardiola viu o seu empresário desmentir publicamente e de forma categórica essa possibilidade, garantindo mesmo que o treinador ficará em Manchester.

Entretanto, relatos também oriundos de Inglaterra referem que a direção do Manchester City mantém a confiança no técnico espanhol e que pretende apresentar-lhe uma proposta de renovação contratual, até porque o atual vínculo expira a 30 de junho do próximo ano.

ESTARÁ O CICLO DE GUARDIOLA NO ETIHAD A CHEGAR AO FIM?

Para a próxima temporada, os destaques do mercado vão para as contratações de Ferrán Torres ao Valencia e de Nathan Aké ao Bournemouth.

Rumores têm surgido no sentido de Lionel Messi poder abandonar Camp Nou para rumar à Premier League, onde poderia reencontrar-se com Guardiola. Um cenário que me parece bastante difícil de acontecer, até porque Bartomeu e os seus pares tudo farão para que o astro argentino renove com o Barcelona.

MANCHESTER UNITED NÃO VENCE NENHUM TROFÉU PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO

Outra das surpresas da semana nas competições europeias, ainda que numa escala menos significativa, foi a queda do Manchester United aos pés do Sevilla de Julen Lopetegui, nas meias-finais da Liga Europa, que caminha para a sua conclusão nas cidades alemães de Colónia e Düsseldorf, à imagem do que sucede na final 8 da Liga dos Campeões, que decorre em Lisboa.

É certo que o principal objetivo da época era colocar o Manchester United na próxima edição da Liga dos Campeões e isso foi conseguido via Premier League.

Ainda assim, num clube com a história e a tradição dos “red devils” a exigência é maior e a conquista de troféus é uma obrigação.

Uma obrigação que não acontece há três anos consecutivos, já que o último título conquistado pelo Manchester United foi precisamente a Liga Europa, na temporada 2016/17, sob o comando de José Mourinho. Essa foi, aliás, a única taça que entrou na sala de troféus dos “red devils” desde 2008/2009.

Para a época desportiva de 2019/20, o Manchester United foi o clube inglês que mais gastou em contratações, com um valor fixado nos 214 milhões de euros.

Um montante fortemente inflacionado por três contratações: Harry Maguire (defesa mais caro da história contratado ao Leicester City por 87M€), Bruno Fernandes (55M€) e Aaron Wan-Bissaka (55 M€).

Com contrato até 30 de junho de 2022, Ole Gunnar Solskjäer parece estar com o lugar seguro no comando técnico do Manchester United, mas já estão a ser preparadas várias mudanças na composição do plantel principal.

A imprensa refere que o treinador norueguês já deu guia de marcha a sete jogadores: Marcos Rojo, Phil Jones, Jesse Lingard, Juan Mata, Diogo Dalot, Chris Smalling e Andreas Pereira.

Na rota de entrada, há um grupo de quatro jogadores do Barcelona que têm sido recentemente apontados a Old Trafford: Ousmane Dembélé, Ivan Rakitic, Samuel Umtiti e Arturo Vidal.

Ainda assim, o nome que mais tinta tem feito correr nos últimos tempos, associado ao interesse do Manchester United, é a do jovem extremo inglês Jadon Sancho, do Dortmund.

A vontade do jogador em ficar na Alemanha e o elevado montante exigido pelos responsáveis do Borussia terão, no entanto, refreado o interesse e feito o United apontar agulhas a Douglas Costa, companheiro de Cristiano Ronaldo na Juventus.

Outro dos nomes fortes que tem sido falado para a renovação em Old Trafford é o do espanhol Saúl Ñíguez, médio do Atlético Madrid por quem os ingleses estarão na disposição de pagar cerca de 80 milhões de euros.

 

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