Terminou no passado domingo a edição de 2020 da Volta a Itália, onde o destaque foi para o 4.º lugar conseguido por João Almeida, ciclista que obteve a melhor prestação de sempre de um atleta português no circuito italiano, depois de passar 15 dias com a camisola rosa vestida. O vencedor acabou por ser o britânico Tao Geoghegan Hart, que concluiu o Giro a dois minutos e 57 segundos de João Almeida.

JOÃO ALMEIDA E RÚBEN GUERREIRO GARANTEM MELHOR PRESTAÇÃO DE SEMPRE DO CICLISMO PORTUGUÊS NO GIRO

Altos voos são apontados para o futuro próximo a João Almeida, ciclista da Deceuninck-QuickStep que ofereceu a Portugal a sua melhor classificação da história do Giro d’Italia, depois do 5.º lugar arrecadado por José Azevedo em 2001.

Na edição que ficou concluída no passado fim-de-semana, o atleta natural das Caldas da Rainha beneficiou do quarto lugar na última etapa da prova, um contrarrelógio de 15,7km, que acabou por ser ganha por Filippo Ganna.

O campeão do mundo da especialidade venceu o contrarrelógio final da Volta a Itália, com uma prestação em 41 segundos superior à obtida por João Almeida, que concluiu a última etapa em 17 minutos e 57 segundos, cronometragem que lhe permitiu superar o espanhol Pello Bilbao, que estava à sua frente na classificação geral.

O melhor resultado de sempre de um ciclista português na Volta a Itália aconteceu finda a 103.ª edição da corrida italiana, onde o também português Rúben Guerreiro fez história.

O atleta da equipa EF Pro Cycling conquistou a camisola azul do Prémio da Montanha, feito igualmente inédito para o ciclismo português, que nunca tinha conquistado uma classificação secundária nas Grandes Voltas (Giro, Tour ou Vuelta), e foi o vencedor da nona etapa.

Apesar de João Almeida ter envergado a camisola rosa durante incríveis 15 dias, o vencedor final da prova transalpina acabou por ser Tao Geoghegan Hart (Ineos), que, curiosamente, nunca tinha vestido o rosa anteriormente.

JOÃO ALMEIDA E RÚBEN GUERREIRO GARANTEM MELHOR PRESTAÇÃO DE SEMPRE DO CICLISMO PORTUGUÊS NO GIRO

ALMEIDA APONTAVA AO TOP-10 E FICOU RADIANTE COM O 4.º LUGAR

Após uma prestação marcada por envergar a cor da liderança da geral durante duas semanas, João Almeida mostrou-se extremamente satisfeito com a prestação conseguida, até porque, inicialmente, o ciclista que este ano se estreou no World Tour e em Grandes Voltas apontava a um «ambicioso» top-10.

«Até ao final, era preciso lutar e sofrer. Foi um dia duro, com 15 quilómetros sempre a puxar. Estou muito feliz», disse o ciclista português de 22 anos após a 21.ª e derradeira etapa do Giro, o contrarrelógio de Milão onde terminou com registo próximo (41 segundos) do campeão mundial Filippo Ganna e aproveitou para subir da quinta para a quarta posição, batendo a concorrência de Bilbao, ciclista da Bahrain-McLaren.

«O meu objetivo era o top-10 e já era muito ambicioso. Terminar em quarto é um sonho. Estou muito grato a toda a minha equipa pelo que fizeram, staff, colegas de equipas, todos. Quinze dias de rosa é uma coisa impressionante e espero um dia voltar a vestir a camisola», confidenciou.

Orgulhoso por contribuir para elevar a bandeira portuguesa numa Grande Volta, João Almeida considerou ainda «impressionante estar à altura do José Azevedo».

JOÃO ALMEIDA E RÚBEN GUERREIRO ENTRE OS CICLISTAS QUE MAIS DINHEIRO ARRECADARAM

A fantástica prestação obtida pelos dois ciclistas portugueses valeu, além de prestígio e honra, significativos encaixes financeiros, que, por norma, acabam por ser repartidos pelas respetivas equipas.

No topo da lista de ciclistas que mais dinheiro encaixaram após a conclusão da Volta a Itália está o vencedor Tao Geoghegan Hart, que amealhou qualquer coisa como 316.331 euros.

Na terceira posição, ficou João Almeida, que, com uma quantia fixada em 101.808 euros, só foi superado em matéria de encaixe monetário pelo grande vencedor do Giro e por Jai Hindley.

Mais abaixo na tabela, mas também inserido no top-10 de ciclistas que mais dinheiro arrecadaram, ficou também Rúben Guerreiro, vencedor
da camisola azul da montanha que amealhou 29.113 euros.

À chegada a Portugal, os dois ciclistas promoveram uma conferência de imprensa onde demonstraram o seu agradecimento pelo apoio recebido durante a 103.ª edição do Giro.

«Estamos muito gratos, é uma força extra que temos», começou por referir João Almeida, jovem de apenas 22 anos a quem é augurado um futuro brilhante na modalidade.

«É um balanço mais do que positivo. Estou muito satisfeito. Começámos com a camisola um dia e fomos vendo dia a dia. Mantê-la por 15 dias foi surpreendente. Estou sem palavras, só quem viveu pode sentir o que senti», concluiu Almeida.

 

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