Laura Robson vs Kaia Kanepi – Wimbledon

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WTAJogo relativo aos oitavos-de-final do torneio de Wimbledon que terá lugar no court no.1. A britânica Laura Robson e a estoniana Kaia Kanepi vão gladiar-se por um lugar nos quartos-de-final da competição.

Robson, jovem de 19 anos, 38ª classificada do ranking WTA. Este é o seu melhor registo. Ao nível da WTA ainda não tem qualquer título conquistado. Tenista de superfícies rápidas, tem no serviço uma das suas principais armas. O seu estilo de jogo é ofensivo, tem qualidade, talento e ainda muita margem de progressão. Como ponto fraco destacaria a sua fraqueza psicológica. É uma jogadora que “se perde” facilmente e, nesse sentido, por vezes, tem dificuldade em reentrar no jogo.

Antes de chegar a Wimbledon, os seus resultados não foram nada significativos. Sétima pré-designada em Birmingham esteve isenta na ronda inaugural sendo eliminada na segunda por Hantuchova (3-6 4-6). Viajou até Eastbourne onde não fez muito melhor. Após eliminar a ucraniana Beygelzimer (6-3 6-2) foi derrotada por Caroline Wozniacki na segunda ronda (duplo 4-6). Chegada a Wimbledon, jogou contra uma Maria Kirilenko a “meio-gás” derrotando-a por 6-3 6-4 para de seguida “mandar para casa” a colombiana vinda do qualifying Duque-Marino pelos parciais de 6-4 6-1. Na terceira ronda, após um primeiro set mal conseguido, terminou com a participação da neozelandesa Erakovic (1-6 7-5 6-3). O ano passado perdeu na ronda inaugural para a veterana Schiavone (6-2 4-6 4-6).

Kanepi, 28 anos, ocupa o 46º do ranking individual feminino. O ano passado integrou o top 20 pela primeira vez na sua carreira, altura em que foi 19ª classificada. Conta com 4 títulos WTA no seu palmarés. Campeã da edição do ano passado do agora denominado Portugal Open, Kanepi tem na terra batida a sua superfície preferida. A estoniana serve bem e tem qualidade nas trocas de bola. É uma jogadora agressiva que gosta de jogar ao ataque na procura do winner.

Nesta temporada de relva foi até Hertogenbosch marcar presença (presa fácil para a italiana Roberta Vinci, duplo 6-3 na ronda inaugural) para de seguida viajar para Londres. Aqui, na primeira ronda, deixou pelo caminho a britânica (que recebeu um wild card da organização) Moore pelos parciais de 7-5 5-7 7-5. Na ronda seguinte, também em três sets, derrotou a alemã Angelique Kerber por 3-6 7-6 6-3. Seguiu para a terceira ronda onde de forma categórica eliminou a norte-americana Riske (2-6 3-6). O ano passado não esteve presente em Wimbledon.

Não há registos de confrontos anteriores entre as jogadoras.

Aconteça o que acontecer hoje, Robson já entrou para a história do ténis feminino britânico. Após um jejum de 15 anos, uma jogadora britânica volta a marcar presença nos oitavos-de-final deste torneio. Apesar de estar melhor cotada em termos de ranking (o que não sendo, de todo, um factor decisivo tem o seu “peso”) e jogar perante o seu público (ainda que Robson nem sempre saiba lidar com a pressão, estou certo que, no seu íntimo, a britânica tem noção que o público está ali para a ajudar a conseguir os seus intentos), Laura Robson, a avaliar pelas odds, não parte como favorita para este encontro. Concordo com a atribuição de favoritismo a Kanepi.

É manifesto que esta não é a sua superfície preferida mas considero que tal não será, como de resto não tem sido, impeditivo para a estoniana rubricar boas exibições aqui em Wimbledon. Recorde-se que no jogo contra Kerber, Kanepi após perder o primeiro set, chegou a estar com uma desvantagem de 1-5 no tie-break. Admito que eu próprio já tinha dado como certa a continuidade da alemã em prova. Puro engano.

Kanepi “engatou” e Kerber não teve argumentos para contrariar o ascendente da estoniana que só terminou com a conquista do encontro. Vi na íntegra o jogo de Kanepi contra Kerber e não dei o tempo por mal empregue. Foi um excelente encontro com domínio da alemã no primeiro set mas depois Kanepi “acordou” e mostrou que sabe jogar em relva. De Laura Robson, só vi, a espaços, o encontro contra Duque-Marino. Este jogo não será fácil para nenhuma das jogadoras e, nesse sentido, prevejo que será resolvido em três sets com parciais algo nivelados. São duas jogadoras que gostam de jogar ao ataque e que têm bons serviços. Estão, portanto, reunidos os ingredientes para uma excelente partida de ténis.

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