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Lay aos Cavalos – FLAT RACING

Apostas Each-Way Cavalos

COMO ENCONTRAR UM CAVALO QUE VAI PERDER – FLAT RACING

Vamos agora analisar os primeiros sinais para um identificar um bom lay.

Estado do Terreno (Going) – O estado do terreno é muito importante para o desfecho de uma corrida: alguns cavalos correm bem em qualquer estado de terreno mas a maioria tem sempre uma preferência.

O que estamos á procura é de um favorito que nunca tenha ganho no estado de terreno da corrida que irá correr ou que nunca tenha corrido nesse estado de terreno. Esta situação bem analisada acontece muitas vezes durante uma época.

Muitas vezes vê-se um cavalo que está numa forma imparável em soft going ser favorito numa corrida em firm going perder a corrida de maneira muito fácil. Muitos dos apostadores não presta atenção a estes factores. Para mim quanto mais soft melhor para fazer um bom lay.

É do conhecimento geral entre os apostadores nas corridas de cavalos mais bem informados que os Favoritos ganham mais vezes quando o terreno está firme. Quanto mais pesado o going mais incerto será o resultado.

Distância – Para mim é o factor mais importante numa corrida de cavalos. Precisamos de tomar em atenção a dois factores.

Primeiro, um cavalo que esteja a subir de distância pela primeira vez, mesmo que o cavalo tenha uma boa forma em distâncias mais curtas, podemos questionar se irá aguentar a nova distância. Mesmo nos sprints, 1 furlong a mais pode fazer a diferença.

Segundo, temos de procurar um cavalo com um record ou registo mau na distância que vai correr. Por exemplo, podemos ter um cavalo com excelente record na distância de 10 furlongs mas com um registo mau em todas as vezes que correu na distância de 12 furlongs. A próxima vez que correr a 12 é material para lay.

Temos de considerar também as distâncias a que tem corrido ultimamente. Os cavalos são animais de hábito e se virmos um cavalo correr a uma distância completamente diferente das que tem corrido, por certo teremos uma oportunidade para lay. Em general a diferença de 1,5 furlongs pode-nos fazer duvidar da legitimidade do favorito.

Classe – Como já viram em cima, os vários tipos de corridas dependem da qualidade dos cavalos.

O que estamos agora à procura neste factor são cavalos que subam de classe e que corram contra melhores cavalos pela primeira vez.

Por vezes encontra-se um cavalo favorito com uma odd muito baixa numa conditions race porque ganhou o seu maiden [race] de forma fácil, e sem embargo irá correr contra cavalos que também ganharam os seus maidens. Todo o cavalo que subir de classe deve ser analisado para um possível Lay.

Primeira Corrida Do Cavalo – Se um cavalo for favorito na sua primeira corrida temos uma grande oportunidade para fazer lay, normalmente o cavalo terá 2 anos e correrá num maiden.

Cavalos de 2 anos são muito pouco experientes e é impossível de julgar como se vão portar pela primeira vez num circuito, alguns parecem peixes na agua mas a maioria leva umas corridas a adaptar-se.

Normalmente um cavalo deste tipo será favorito só pela qualidade do estábulo ou pelo dinheiro que custou ou ainda poderá ser conduzido por um jockey de topo.

Piso – Como o estado do terreno afecta uma corrida, também o tipo de piso é muito importante.

Um cavalo que seja bom em terra não quer dizer que seja bom em areia (All Weather), portanto aqui estaremos à procura de um favorito que mude de piso e que corra nele pela primeira vez.

Nos últimos 10 anos fazer lays a cavalos no all weather tem sido bastante mais lucrativo do que na relva (Turf). Fazer lays no All Weather é mais lucrativo no Inverno, pois os cavalos do turf mudam-se para esta superfície e até estarem habituados, sendo pois bom material para lay.

Peso – O peso que o cavalo carrega é um dos factores finais que precisamos ter em conta.

Nas corridas de handicaps o peso é um factor muito importante. Nós temos de decidir se o peso que o favorito leva pode afectar a sua maneira de correr ou não.

Uma maneira de fazer isso é ver que peso levou em corridas anteriores, se realmente levar muito mais peso que em corridas anteriores, então temos um sinal para fazer lay. Outro dos meios que eu uso para ver se o peso afecta ou não, é ler o spotlight verdict do Racing Post, eles normalmente mencionam isso.

Portanto, agora que já vimos o primeiro passo no que toca aos critérios do meu processo de avaliação e selecção de lays, vamos agora passar ao segundo passo.

Avaliar a oposição ao favorito – O que vamos procurar, é pelo menos um cavalo que tem chances de bater o favorito.

Para fazer isso temos de analisar o histórico das corridas de cada cavalo na corrida e tentar encontrar pelo menos um com um nível de habilidade idêntica à do favorito. É claro que não vou querer passar muito tempo a ler a forma dos cavalos, eu simplesmente quero encontrar cavalos com resultados similares ao do favorito.

Uma regra que eu uso como permanente, é que os potenciais candidatos tem que ter menos sinais de lay do que o favorito. A melhor forma de de julgar a habilidade de um cavalo é ver como correu numa determinada classe. Por exemplo, se o favorito ganhou na classe 5, o ideal será encontrar cavalos na corrida que tambem tenham ganho outras corridas na classe 5.

Saber quantos dias o cavalo já não corre – é outro dos sinais que eu uso para os meus lays.

Normalmente procuro cavalos que já não correm há mais de 60 dias ou cavalos que correram faz 4 dias ou menos. Se um cavalo já não corre, será evidente que lhe faltará ritmo, mas mesmo assim não deixem de ver o seu historial para saberem como correu em situações idênticas.

Alguns cavalos são muito bons depois de um descanso alargado. Se um cavalo correu há 4 dias ou menos, temos sempre a possibilidade de o cavalo se encontrar cansado e não desenvolver as suas capacidades totais.

A Jaula de Saída – factor muito importante em alguns dos circuitos, deixarei aqui a minha avaliação dos 34 circuitos de racing flat de Inglaterra.

Ascot – Não existe vantagem, mas os números baixos são favorecidos, especialmente se o estado do terreno for soft.

Ayr – Jaulas baixas favorecidas em corridas de mais de 10 cavalos, especialmente se o going for soft.

Bath – Sem vantagem.

Beverley – Jaulas altas favorecidas até 8 furlongs.

Brighton – Jaulas baixas em corridas de 5, 6 e 7 furlongs com o going firme, jaulas altas se o going for soft.

Carlisle – Jaulas altas até à milha são favorecidas.

Catterick – Jaulas baixas são favorecidas.

Chepstow – Sem aparente vantagem.

Chester – Jaulas baixas favorecidas, mas o factor mais importante neste circuito é uma saida rápida da jaula.

Doncaster – muito difícil de prever este circuito, normalmente são sempre corridas com muitos cavalos onde a rapidez é um factor importante.

Epsom – Jaulas altas são muito favorecidas em corridas de 5 furlongs, jaulas baixas a partir de 7 furlongs.

Folkestone – Grande vantagem das jaulas altas em sprints.

Goodwood – Sem aparente vantagem.

Hamilton – Jaulas do meio tem uma clara vantagem.

Haydock – Jaulas altas favorecidas em sprints.

Kempton – Jaulas altas favorecidas.

Leicester – Jaulas do meio e depois da Jaula 17 até à Jaula 21.

Lingfield – Jaulas altas na relva, jaulas baixas no All Weather.

Musselburgh – Jaulas altas.

Newbury – Sem vantagem.

Newcastle – Jaulas altas ou baixas perto da cerca, depende onde esteja o carro, mas tem que estar perto da cerca.

Newmarket – Sem vantagem.

Nottingham – Jaulas altas.

Pontefract – Jaulas baixas em corridas de sprint.

Redcar – Jaulas médias.

Ripon – Jaulas baixas em going firme, com outro going, jaulas altas.

Salisbury – Jaulas baixas.

Sandown – Sem vantagem aparente.

Southwell – Sem vantagem até 5 furlongs, jaulas baixas em 6 e 7 furlongs.

Thirsk – Vantagem significante para os numeros altos.

Warwick – Jaulas baixas.

Wexford – Jaulas altas o melhor.

Windsor – Jaulas altas nos sprints.

Wolverhampton – Jaulas baixas.

Yarmouth – Jaulas altas.

York – Sem vantagem aparente.

Quantidade de cavalos na corrida – Quanto maior for o número de cavalos numa corrida, melhor o cenário para fazermos um lay, pois haverá sempre a chance do favorito ser tapado e não conseguir passar.

Este factor é muito importante especialmente em maidens, devido á pouca experiência dos cavalos.

Jockey – Alguns cavalos correm melhor quando têm um determinado jockey a montá-los.

Isto não quer dizer que um jockey experiente seja sempre o melhor. Cada jockey tem uma maneira e técnica diferente de correr.

Alguns gostam de correr no limite e sempre a esforçar o cavalo, outros tem uma técnica mais gentil. É obvio que certos cavalos correm ou não melhor dependendo da forma que são montados durante a corrida.

Para ver se o cavalo e o jockey fazem uma boa dupla temos de olhar para a história do cavalo e ver se pelo menos já conseguiram uns place juntos, se isso nunca aconteceu é um bom sinal para fazermos o lay ao cavalo.

Forma – Não é um factor muito importante para as minhas escolhas mas dou sempre uma olhadela.

Não estou muito interessado em saber em que posição ficou, mas sim por quantos corpos ganhou ou perdeu. Muitos apostadores simplesmente olham para a posição em que o cavalo ficou mas eu vou um pouco mais fundo.

Eu quero saber se o cavalo nas suas duas últimas corridas, ficou a menos de meio corpo do vencedor, se for esse o caso eu considero isso boa forma, se for o contrário considero em baixo de forma. Com isto podemos ficar a saber que o favorito poderá ter terminado em 2º e estar em baixo de forma. É um bom sinal para lay.

Se o favorito vem de vencer as duas últimas corridas por mais de 2 corpos, eu considero isso muito boa forma e não devemos fazer lay.

Topspeed – E por último dou sempre uma vista de olhos ao rating do topspeed no Racingpost. Se o favorito tiver um speed rating 75% mais baixo do que o melhor rating, dá-nos a entender que o cavalo vai ter problemas durante a corrida.

E pronto é tudo para as corridas em flat, se seguirem todos estes factores, de certeza que terão sucesso e poderão fazer vida nas corridas de cavalos, se não quiserem ter todo este trabalho vão ao meu site e simplesmente vejam as minhas escolhas.

 

Autor: (DrPoe)

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