Não foi preciso esperar muito e, depois do sempre apetecível FC Porto-Braga na jornada de abertura, à 4.ª ronda do campeonato português, Sporting e FC Porto entram em campo, no próximo sábado, para protagonizar aquele que será o primeiro grande “clássico” da nova edição da Liga NOS. Os “leões” ainda não perderam pontos e os “dragões” procuram reagir à surpreendente derrota da última jornada.

A MALDIÇÃO ALVALADE NA RESSACA DA PRIMEIRA DERROTA DA ÉPOCA

A 5 de janeiro de 2020, o FC Porto de Sérgio Conceição venceu o Sporting, em Alvalade, ainda com adeptos nas bancadas, por 2-1.

Nada de anormal, se tivermos em consideração a grande competitividade que o vigente campeão nacional tem exibido ao longo da última década, por contraposição com um “Leão” mais fragilizado de há dois anos a esta parte.

O que poderá surpreender boa parte da comunidade apostadora e até do simples adepto de futebol é o facto de o FC Porto ter tido uma sequência de 16 jogos consecutivos a atuar na condição de visitante frente ao Sporting… sem vencer.

Se cingirmos a amostra a partidas relativas ao campeonato, foram 10 jogos consecutivos de jejum para os “dragões” em Alvalade, com saldo de quatro vitórias para o Sporting e seis empates, numa série que começou em 2010.

Depois da vitória no último campeonato a maldição foi quebrada, mas o fantasma estará certamente presente em Alvalade, um palco de má memória na última década para o FC Porto, que precisará reagir à derrota na receção ao Marítimo, na última jornada, algo que nunca tinha acontecido em toda a história da Liga NOS.

A MALDIÇÃO ALVALADE NA RESSACA DA PRIMEIRA DERROTA DA ÉPOCA

Por outro lado, esse será um bom indício a que o Sporting se poderá agarrar para tentar manter o bom aproveitamento no campeonato, onde segue com duas vitórias em dois jogos – continua em atraso a partida frente ao Gil Vicente, da 1.ª jornada, então adiada pelo surto de covid-19 com que ambas as equipas estavam a braços.

AMORIM COM PROBLEMAS PARA MONTAR A EQUIPA

Depois das várias baixas nos treinos pelo surto de covid-19 que surgiu no seio da comitiva leonina, Rúben Amorim estará agora a braços com alguns problemas para compor a equipa titular que defrontará o FC Porto, nomeadamente no trio de defesas-centrais.

Conhecida a intransigência do jovem técnico na defesa do sistema de 3x4x3, o Sporting poderá ter problemas para compor uma linha mais recuada coesa. Senão vejamos.

Sebastian Coates, indiscutível no eixo da defesa, tem estado ao serviço da seleção do Uruguai e terá pouco tempo de trabalho com o grupo. Zouhair Feddal tem estado a contas com um problema físico e, apesar de ter sido recentemente reintegrado nos treinos, permanece em dúvida.

O jovem Eduardo Quaresma está a recuperar de uma lesão contraída ao serviço da Seleção Nacional de Sub-20. Restam o experiente Luís Neto e o jovem Gonçalo Inácio como alternativas, já que Tiago Ilori e Ivanildo estão na lista de dispensados e ainda à procura de colocação.

No ataque, Jovane Cabral não está a 100%, mas deverá recuperar a tempo de ser opção, no final de uma semana em que Luís Maximiano, Nuno Mendes, Pedro Gonçalves, Pedro Porro e Daniel Bragança estiveram ao serviço das seleções de Sub-21.

ESTREIA DE REFORÇOS À VISTA NO “DRAGÃO”?

Naquele que será o quarto jogo de Rúben Amorim, como treinador, frente ao FC Porto (duas vitórias, ao serviço do Braga, e uma derrota, pelo Sporting), a partida poderá servir de mote à aventura de vários jogadores recém-contratados pela comitiva portista.

Se Zaidu Sanusi (que deverá ocupar, a titular, o lugar deixado vago pela saída de Alex Telles) e Mehdi Taremi já se estrearam com a camisola azul-e-branca, Evanilson, Nanú, Malang Sarr, Toni Martínez, Marko Grujic e Felipe Anderson poderão fazer as suas estreias.

ESTREIA DE REFORÇOS À VISTA NO “DRAGÃO”?

Cenário, ainda assim, pouco provável na maior parte dos casos, até pela rigidez de Sérgio Conceição na preparação da equipa, ainda para mais num jogo de tamanha importância, onde um tropeção do FC Porto poderá deixar os “dragões” a cinco ou seis pontos da liderança do Benfica.

Há, contudo, alguma expectativa para perceber se jogadores como Grujic ou Felipe Anderson receberão voto de confiança imediato, depois da saída de Danilo e pelo acrescento de qualidade que o brasileiro emprestado pelo West Ham poderá oferecer.

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