As expectativas confirmaram-se. No final de uma época atribulada e realizada em moldes nunca antes vistos, a NBA viu coroados os Los Angeles Lakers como novos campeões. Um triunfo que ficou confirmado na madrugada da última segunda-feira, com Lebron James e Anthony Davis a serem os principais rostos de um triunfo meritório, por 4-2, contra os resilientes Miami Heat.

LAKERS CHEGAM AO 17.º ANEL E IGUALAM BOSTON CELTICS NO TOPO

Na última temporada, os Toronto Raptors sagraram-se campeões pela primeira vez, numa página escrita em tons de grande emoção pelo caráter inédito do feito.

No final de 2019/20, que se arrastou durante praticamente um ano devido à pandemia de covid-19, a conquista dos Lakers faz a franquia de LA ascender ao topo da lista das equipas mais vezes campeãs, igualando as 17 conquistas pertencentes aos Boston Celtics.

A confirmação do cenário mais esperado pelos fãs de basquetebol e prognosticos NBA chegou madrugada dentro da última segunda-feira, após triunfo por 106-93 dos Los Angeles Lakers aos Miami Heat, que tiveram em Bam Adebayo (25 pontos, 10 ressaltos e cinco assistências) a sua principal figura do jogo 6.

Do lado da equipa campeã, Lebron James acabou a época em grande, com um triplo-duplo (28 pontos, 14 ressaltos e 10 assistências), e foi secundado na partida decisiva pelos contributos de Anthony Davis (19 pontos, 15 ressaltos, três assistências, um roubo de bola e dois bloqueios), Rajon Rondo (19 pontos, quatro ressaltos, quatro assistências) e Kentavious Caldwell-Pope (17 pontos, dois ressaltos).

Um triunfo que se escreve com um resultado final de 4-2 nas finais, onde os Miami Heat conseguiram baralhar as contas dos mais crentes adeptos dos Lakers.

A vencer por 2-0 ao fim das duas primeiras partidas, o cenário mais provável apontado pelas casas de apostas seria mesmo o categórico “sweep”, mas os Heat não foram de modas e dificultaram a tarefa à equipa de James.

LAKERS CHEGAM AO 17.º ANEL E IGUALAM BOSTON CELTICS NO TOPO

Palavra de destaque para o fantástico contributo de Jimmy Butler, que terminou as finais dos play-offs com médias superiores às conseguidas nas eliminatórias anteriores e até na fase regular.

Depois de experiências falhadas em Philadelphia e Minneapolis, Butler é a grande esperança da formação liderada pelo técnico Erik Spoelstra para voltar a lutar pelo título na próxima época.

LeBRON GANHA O 4.º ANEL DA CARREIRA E PEDE «RESPEITO»

Contratado há duas temporadas atrás para devolver a glória a Los Angeles, cidade californiana que não via os históricos Lakers serem campeões desde 2010 (na altura sob as asas de Kobe Bryant, que infelizmente nos deixou precocemente), Lebron James foi taxativo nas declarações que prestou momentos após o final do jogo 6, que consumou a equipa de Frank Vogel como nova campeã da NBA.

Em alusão aos impropérios dirigidos aos Lakers ao longo da última década, durante a qual a equipa bateu no fundo, James pediu respeito, já depois de expor alguns dos sentimentos que lhe iam na alma após o 4.º título conquistado na carreira.

«Significa muito representar esta equipa e não podia estar mais orgulhoso de fazer parte dos Los Angeles Lakers. Quando cheguei, disse à Jeanie Buss [dona da equipa] que ia colocar esta equipa às costas e devolvê-la ao lugar que pertence. Nunca perdi a confiança, porque sempre me deram garantias que esta era um projeto vencedor e conseguimentos. Agora, o Rob Pelinka, o Frank Vogel, os adeptos, a equipa querem o respeito merecido. E eu também quero respeito», disparou.

DISCUSSÃO SOBRE O MELHOR DE SEMPRE REABERTA: LeBRON JAMES OU MICHAEL JORDAN?

Aos 35 anos de idade, Lebron James deixou clara a intenção de jogar durante mais alguns anos, referindo mesmo que o trabalho ainda não estava feito, como que deixando antever a vontade de revalidar a conquista pelos Lakers na próxima época.

Campeão duas vezes pelos Miami Heat e uma pelos Cleveland Cavaliers, James conseguiu a distinta proeza de ser campeão por três equipas diferentes, um feito que, até agora, apenas tinha estado ao alcance de Robert Horry e John Salley.

A Lebron James, junta-se Danny Green, peça fundamental no cinco titular dos Lakers que já havia celebrado, bem recentemente, a conquista de anéis com as cores dos San Antonio Spurs e dos Toronto Raptors.

Distinguido com toda a justiça como MVP (Most Valuable Player) das finais de 2019/20, o extremo norte-americano de 35 anos entrou para a história da NBA, ao ser o primeiro jogador a vencer o prémio de MVP das finais por três equipas diferentes.

ESTÁ OFICIALMENTE ENCERRADA A MAIS LONGA TEMPORADA DA HISTÓRIA DA NBA

Chegou, assim, ao fim a época mais longa de sempre da NBA, que se prolongou no tempo devido à interrupção forçada pelo combate à pandemia do novo coronavírus – lembro-me como se fosse hoje de estar tudo preparado para o início da partida e o adiamento de um jogo em casa dos Oklahoma City Thunder frente aos Utah Jazz ter sido o mote para a pausa superior aos quatro meses (entre 11 de março e 30 de julho).

Para a história ficarão também os moldes em que a competição se desenrolou ao longo dos últimos meses, com a conclusão da época regular e a realização dos play-offs na bolha do complexo da Disney, em Orlando.

Um formato que foi um verdadeiro sucesso e que já serve de exemplo como medida de planeamento a outras competições desportivas por esse mundo fora – a Serie A italiana de futebol à cabeça.

Ainda não há certezas sobre o arranque da época 2020/21, ainda que os rumores apontem para o início no mítico dia 25 de dezembro ou, na pior das hipóteses, em janeiro do próximo ano.

Outra incógnita será a forma como a competição se irá desenrolar, havendo o desejo de Adam Silver que as equipas realizem os habituais 82 jogos na época regular e que todos joguem em casa e fora, no formato normal.

Uma logística que exigirá grande jogo de cintura e bastante trabalho no backoffice, até porque a pandemia em solo norte-americano não parece estar próxima do fim, não obstante a grande crença de Donald Trump numa solução a breve trecho.

 

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