Lionel Messi vence sexta Bola de Ouro e faz história

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O astro argentino recebeu ontem o prémio de jogador do ano em 2019 na Gala FIFA e tornou-se no primeiro da história do futebol a conquistar o prémio em seis ocasiões. Mas foi este um prémio justo? Parece que as opiniões se dividem…

Lionel Messi: Bola de Ouro com a Liga Espanhola no bolso

Não é muito comum atribuir-se o prémio de melhor jogador do mundo apenas consoante o desempenho individual de um jogador nos últimos anos.

Lionel Messi vence sexta Bola de Ouro e faz história

E na época passada, Lionel Messi viveu um final de temporada calamitoso ao serviço de Barcelona e da seleção argentina, sofrendo desaires consecutivos na Liga dos Campeões, Taça do Rei e Copa América.

O atacante argentino brilhou na Liga dos Campeões e La Liga, terminando como artilheiro de ambas as competições, mas voltou a falhar nos grandes objetivos da temporada ao nível de clubes e seleção.

Deixou o Liverpool virar uma eliminatória de 0-3 para 4-3 em apenas 90 minutos, e viu a Argentina ser incapaz de travar o Brasil de Tite na Copa América.

Portanto, a conclusão é muito simples: este ano foi o desempenho individual, independentemente dos títulos coletivos conquistados, que fez a diferença na atribuição do prémio.

Vencer a Liga Espanhola tem sido quase uma formalidade para o Barcelona em anos anteriores, mas nem sempre Messi tem recebido este prémio.

No ano passado, por exemplo, foi Luka Modric a erguer o troféu após vencer a Liga dos Campeões e ser finalista do Mundial com a Croácia.

Virgil van Dijk dificilmente terá nova oportunidade

Se Cristiano Ronaldo é presença habitual entre os três melhores do planeta, o mesmo não poderemos dizer do defesa holandês do Liverpool que teve uma época de sonho, mas ainda assim insuficiente para ser coroado como o melhor de 2019.

O defesa ex-Southampton transformou a defensiva do Liverpool numa base sólida que serviu de alicerce para o título europeu e para uma excecional campanha na Premier League só travada por um Manchester City galáctico.

Em termos internacionais, van Dijk comandou a Holanda até à Final da Liga das Nações onde viria a perder por 1-0 com Portugal numa partida renhida.

van dijk best

Em suma, van Dijk colaborou para elevar o seu clube e seleção até patamares superiores face ao passado recente, mas tal não terá convencido os votantes deste prémio na totalidade.

E se numa temporada de sonho como esta, Virgil van Dijk não foi eleito melhor do mundo, dificilmente o poderá vir a ser num futuro próximo, a não ser que Messi e Ronaldo comecem a desparecer de cena e não chegue ninguém para preencher os seus lugares.

Cristiano Ronaldo com cara de poucos amigos

Alegadamente, Cristiano Ronaldo não marcou presença na gala de atribuição dos prémios FIFA por estar lesionado, no entanto, todos sabemos que caso fosse ele o vencedor, o português encontraria forma de estar presente.

Mas o seu provável sentimento de frustração nesta luta muito particular com Lionel Messi é perfeitamente aceitável se levarmos em conta o que se passou nos últimos dois anos.

Conduzir o Liverpool ao título europeu parece um feito superior ao de conduzir o Real Madrid ao mesmo troféu, e reerguer a Holanda enquanto seleção após vários anos de apagão também é algo de ter em conta, por mais que ser finalista de um Mundial com a Croácia também tenha indiscutível valor.

Serve isto para dizer que, provavelmente CR7 sentirá que merecia mais ter vencido o prémio em 2018 do que propriamente Messi em 2019.

Ronaldo venceu a Liga dos Campeões nesse ano, terminando como goleador da prova, e ainda ajudou Portugal no Mundial com quatro golos em quatro partidas e uma exibição para a história diante da Espanha.

Já este ano, mudou de ares até Itália e venceu dois títulos domésticos, além da primeira edição da Liga das Nações com Portugal, tendo sido o melhor marcador da final four do torneio.

Como português, serei sempre suspeito em opinar sobre o assunto, mas parece relativamente consentâneo que os votantes favoreceram Messi em detrimento do português, quer seja pela magia que sai dos pés do argentino, quer seja pelos anticorpos que a personalidade do português pode gerar nos meandros do futebol mundial.

Com a temporada 2019-20 em fase embrionária, e Ronaldo já com vários golos entre clube e seleção, o português estará apostado em calar os críticos mais uma vez, mas estará ele ainda em condições físicas e psicológicas de o alcançar?

Lionel Messi, por seu turno, ainda nem começou a competir devido a lesão e precisa arrepiar caminho, especialmente com o Barcelona a jogar tão mal nesta fase da temporada.

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