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Liverpool: o trio Henderson – Fabinho (ou Milner) – Wijnaldum

O Liverpool desta segunda época de Klopp é diferente da primeira em que o treinador alemão moldou a equipa.

Há uma evolução no controlo dos ritmos de jogo que a torna mais adulta tacticamente a meio-campo em vez da constante busca pela profundidade rápida do contra-ataque (a velocidade permanente como estilo que o caracterizou desde Dortmund).

Desta forma, consegue aguentar e reagir melhor aos períodos mais difíceis do jogo em que é necessário ter mais “cabeça” para pegar na bola e pensar o jogo.

Liverpool: o trio Henderson - Fabinho (ou Milner) - Wijnaldum

Henderson-Fabinho e Wijnaldum (podendo também jogar neste triângulo Milner que por vezes começa como lateral-direito) são trio que gere este bater do “coração táctico” do Liverpool a meio-campo.

São diferentes do outro triângulo, admito que mais empolgante, o ofensivo de Firmino-Mané e Salah, que essencialmente é quem “acelera e bater desse mesmo coração”.

Para ser uma equipa capaz de gerir os diferentes momentos pelos quais um jogo passa, o meio-campo é quem , no entanto, deve dizer como uma equipa pode crescer de personalidade e na forma mais cerebral como o Liverpool tem sabido gerir hoje esses momentos, está o seu crescimento que lhe tem permitido manter-se no topo da Liga inglesa (viu-se como geriu e reagiu no difícil ultimo jogo com o Totenham que ganhou 2-1 a acabar) e também pode ser um traço decisivo na luta pela Liga dos Campeões onde vai defrontar o FC Porto.

Mas note-se: a velocidade do meio-campo continua a existir. Ela revela-se, porém, de forma diferente. Para além do manejar dos ritmos e suas mudanças (mais rápido ou mais lento) está a velocidade da… bola, ou, numa visão mais do jogo e ligação com os avançados, a velocidade do… passe.

Uma transição rápida é essencialmente isso, um passe…. rápido bem feito que faça a equipa passar da defesa para o ataque saltando a pressão adversária que se pode desequilibrar por momentos. Quando isso não sucede, o meio-campo guarda a bola e sabe, com aqueles tês elementos, gerir o jogo.

É o Liverpool de Henderson-Fabinho e Wijnaldum. Diferente do que todos diziam ser só de Firmino-Mané e Salah. No fundo, pode ser dos dois (dos dois trios) mas cada qual no seu espaço de intervenção e área táctica decisiva de jogo.’

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Racing campeão argentino!

Fugiu aos grandes destaques europeus, mas foi um dos grandes momentos desta jornada internacional: o Racing é campeão argentino. Venceu o campeonato a uma jornada do fim e fez explodir a loucura no seu lado do bairro de Avellaneda (que divide com o rival Independiente).

Quatro pontos mais do que o segundo, o sensacional Defensa y Justicia que também lutou pelo titulo quase até ao fim. Esqueçam, portanto, nesta história fantástica da época na Liga Argentina, os gigantes Boca Juniores e River Plate. Os maiores foram mesmo Rfacing (campeão) e Defensa y justicia.

Fica apenas um sensação de frustração para o adepto imparcial: se não se resolvesse nesta penúltima jornada (com o Racing a pontuar com o Tigres) seria na ultima onde os dois primeiros têm encontro marcado. Seria de “parar o coração”.

O homem que inventou esta equipa do Racing que não ganhava desde o inicio do século (ainda com o Mostaza Merlo no banco e Milito no onze) foi o treinador Eduardo Coudet, que chegara já rotulado de treinador de…. bom futebol, depois da forma como nas épocas anteriores colocara a jogar com qualidade o Rosário Central.

No onze campeão, um grande destaque que os adeptos portugueses, sobretudo portistas, não esquecem: Lisandro Lopez. Voltou á sua origem e com 36 anos foi o grande goleador da equipa, fazendo 17 golos.

Já não tem a mesma mobilidade de outrora quando arrancava desde a faixa esquerda e surgia na área, mas sabe mover-se com o sentido de oportunidade único como nº9 e aparece a finalizar com frieza iludindo os defesas.

Apoiado pelo rápido e móvel Zaracho, um médio que não trava um segundo a dinâmica do sempre, esteve sempre ligado ao jogo no ataque á baliza, numa equipa que começa a atacar desde trás, onde se destacaram as boas exibições do lateral-direito Saravia. (foram os dois chamados á seleção, Zaracho e Saravia).

O futebol argentino não consegue segurar hoje as suas maiores estrelas mas independentemente dos focos de tensão (e violência) continua a ser um fosso de emoções e paraíso para olheiros de todo o mundo descobrirem grande jogadores, com alma, coração e técnica, para brilhar na Europa.

O que vale mesmo Benzema

A forma como Benzema tem agora de assumir a posição de nº9 e a exigência (diria até obrigatoriedade) para marcar golos, tem sido um dos grandes pontos de debate da época de tempestades do Real Madrid já no terceiro treinador.

O golo que marcou no ultimo minuto ao Huesca (que deu uma sofrida vitória em casa por 3-2) mostra a matéria de que é feito Benzema, um “jogador-avançado de equipa” e não só um “nº9 goleador de remate”.

benzema

A primeira definição foi, claro, aperfeiçoada quando jogou com Ronaldo e soube sempre respeitar o lado “goleador-exterminador” do português.

Nesse momentos, Benzema era o “melhor ponta-de-lança altruísta do mundo”, pela forma como jogava para Ronaldo, arrastava marcações, fazia passes, caia na faixa e dava-lhe o centro, tudo com grande inteligência de movimentos.

Agora, não tem ninguém que faça isso para ele e joga sobre uma “fogueira de pressão” na área adversária mas nunca o vemos a tremer. Está sempre no seu sitio.
Não faz milagres, mas tem feito golos e jogado um futebol de movimentação inteligente.

O Real Madrid pode precisar de outro nº9 matador, mas nunca tal implicaria dispensar (na minha opinião) o jogo de Benzema, difícil de perceber para um adepto leigo, mas de admirar e elogiar para quem vê e o descodifica como especialista em tudo o que faz a cada jogo.

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