Patrick Mahomes, quarterback dos Kansas City Chiefs, entrou recentemente para a história do desporto, ao tornar-se o atleta mais bem remunerado do planeta, depois de ter assinado um contrato estratosférico de 10 anos, pela módica quantia de 446 milhões de euros.

RECOMPENSA PELO ‘MVP AWARD’ NO SUPER BOWL

Tido como um dos melhores jogadores da modalidade na atualidade do futebol-americano, Mahomes é a grande figura dos Kansas City Chiefs, equipa que se sagrou campeã da NFL 50 anos depois, ao vencer o Super Bowl na célebre final com os San Francisco 49ers, em fevereiro passado, por 31-20.

O novo contrato assinado com os Chiefs bateu ainda o recorde em termos de duração, no que se refere à história da NFL. Mike Trout, jogador de basebol dos Los Angeles Angels, era o detentor do maior contrato da história do desporto, no valor de 378 milhões de euros por 12 épocas.

Não obstante a possibilidade de garantir a totalidade dos 446 milhões de euros estar associada a determinados objetivos, tais como levar os Chiefs à final da NFL, Patrick Mahomes tem, segundo a imprensa norte-americana, garantido o acesso a 422 milhões de euros.

O quarterback fica impossibilitado de ser trocado para outra equipa, como cláusula do contrato que se tornou automaticamente um dos mais célebres da atualidade.

Em sentido inverso, Mahomes reserva-se ao direito de sair dos Chiefs, caso estes não respeitem outras exigências previstas.

FEDERER NO TOPO DA FORBES À FRENTE DE TRIO DE OURO DO FUTEBOL E DE LEBRON JAMES

No passado mês de maio, a revista norte-americana Forbes divulgou o ranking dos 100 atletas mais bem pagos em 2020.

Na primeira posição, figura o tenista suíço Roger Federer, com 95,5 milhões de euros amealhados essencialmente a partir de contratos de publicidade e parcerias privadas. Da sua prestação no circuito ATP, advieram apenas 5,7 dos 95,5 milhões.

Mahomes entra para o topo dos atletas mais bem pagos da história

Para a entrada de Federer para o topo da lista da Forbes, o que aconteceu com um tenista pela primeira vez na história, muito contribuiu o contrato no valor de 270 milhões de euros, assinado recentemente com a multinacional japonesa Uniqlo, que se dedica à confeção de roupa, por 10 anos. Credit Suisse, Mercedes-Benz e outros integram a lista de parceiros do atleta de 38 anos.

Em segundo lugar, o internacional português Cristiano Ronaldo aparece com um valor na ordem dos 94,3 milhões de euros, dos quais 54 milhões se referem do salário auferido nos italianos da Juventus.

Ligeiramente abaixo, na terceira posição, surge o astro argentino Lionel Messi (93,4 milhões), que aufere 64,9 milhões de euros anuais no Barcelona, mas tem um rendimento inferior ao de Ronaldo no quesito das parcerias promocionais. Em 2019, Messi liderava o ranking de atletas mais bem pagos do planeta.

O brasileiro Neymar, atualmente ao serviço do Paris Saint-Germain, surge na quarta posição, com um rendimento a rondar os 85,8 milhões de euros. A fechar o top-5, LeBron James, estrela dos Los Angeles Lakers (NBA), aparece com um vencimento a cercar os 79,2 milhões.

Nas restantes posições do top-10, por ordem decrescente, surgem os nomes de Stephen Curry (basquetebolista dos Golden State Warriors, com valor aproximado de 66 milhões de euros), Kevin Durant (basquetebolista dos Brooklyn Nets, 57 milhões), Tiger Woods (golfista norte-americano, 55,5 milhões), Kirk Cousins (jogador de futebol americano dos Minnesota Vikings, 54,7 milhões) e Carson Wentz (atleta de futebol americano dos Philadelphia Eagles, 52,7 milhões).

Destaque ainda para a tenista japonesa Naomi Osaka, 29.ª classificada e primeiro indivíduo do sexo feminino no ranking dos 100 atletas mais bem pagos de 2020, com receitas na ordem dos 33,7 milhões de euros.

Serena Williams completa o lote de mulheres na lista da Forbes, que contempla desportistas de 21 países diferentes e 10 modalidades.

COVID-19 ALTEROU O CENÁRIO

De acordo com os dados divulgados pela Forbes, comparativamente ao rendimento global dos 100 atletas mais bem remunerados em 2019, houve uma queda aproximada de 9% em 2020 e esta foi a primeira vez que o valor total desceu desde o ano de 2016.

O decréscimo esteve diretamente relacionado com a pandemia do novo coronavírus, que, devido à paralisação generalizada no mundo do desporto, levou a que várias instituições repensassem os seus modelos salariais, provocando cortes acentuados.

Neste sentido, uma das parcelas mais atingidas pela pandemia foram os jogadores da MLB, a liga norte-americana de basebol.

Apenas Clayton Kershaw, dos Los Angeles Dodgers, figura no ranking, uma redução acentuada após a inclusão de 15 atletas da MLB na lista de 2019.

 

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