Manchester City e Liverpool – História de uma rivalidade crescente

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Na próxima quinta-feira, dia 2 de julho, a recém-coroada campeã equipa do Liverpool terá um desafio muito especial, quando se deslocar até ao Etihad Stadium, para defrontar o ex-campeão Manchester City, num jogo inserido na calendarização da 32.ª jornada da Premier League, que promete emoção e espetáculo.

MANCHESTER CITY E LIVERPOOL UMA RIVALIDADE CRESCENTE

Na conclusão de uma década onde saltou de um patamar mediano-baixo para o topo do futebol inglês, com quatro campeonatos conquistados nas últimas 10 edições (2019/20 incluído), o Manchester City esteve muitos furos abaixo do ritmo necessário para acompanhar a alta voltagem apresentada pelo Liverpool.

Na última quinta-feira – dia 25 de junho de 2020, que ficará para sempre marcado nos corações dos adeptos dos “reds” –, ficou matematicamente confirmada a conquista do título inglês pela comitiva liderada por Jürgen Klopp, que pôs fim a um jejum que durava há 30 anos.

Curiosamente, até foi sentado no sofá que o Liverpool festejou, depois de ver o Manchester City sair derrotado de Stamford Bridge, pelo Chelsea.

A TRANSIÇÃO DE 18/19 PARA 19/20: O QUE MUDOU?

As maiores diferenças que surgiram nesta época de 2019/20 relativamente à produção dos “citizens” prendem-se, desde logo, com a quebra ao nível do rendimento defensivo por parte do Manchester City.

Em 18/19, a equipa do intocável Pep Guardiola fechou a conquista do título com 98 pontos, mais um que o Liverpool, numa campanha onde sofreu apenas 23 golos em 38 jogos.

Ora, por agora (à entrada para a 32.ª jornada) o City regista mais 10 golos sofridos e o dobro das derrotas na mesma altura, com sete jogos por disputar até final do campeonato.

Esse foi um decréscimo que surgiu como consequência da maior permeabilidade defensiva da formação de Manchester, que sofreu muito principalmente na transição defensiva.

Por outro lado, a equipa do Liverpool desde cedo mostrou ter um comportamento e uma dinâmica mais cerebrais em campo, com uma evolução clara no aspeto da organização defensiva, especialmente nos dois primeiros momentos da construção ofensiva.

Mantendo uma forte e intensa abordagem na reação à perda da posse, os “reds” perderam alguma da vertigem ofensiva dos últimos anos, sem prejuízo de manter um registo assinalável em termos ofensivos: à passagem da 31.ª jornada, a formação de Klopp regista precisamente o mesmo número de golos marcados (70) aquando do mesmo momento na edição de 18/19 da Premier League.

GUARDIOLA E KLOPP: LORDES EM TERRAS DE SUA MAJESTADE

Chegado à liderança técnica do Manchester City em 2016/17, para substituir o argentino Manuel Pellegrini – após três anos em Munique, ao comando do Bayern, onde confirmou, dúvidas houvessem, toda a sua qualidade como treinador na primeira experiência fora de Espanha –, Pep Guardiola tem contrato com os “citizens” até daqui a precisamente um ano (30 de junho de 2021).

Na presente época, os “citizens” já venceram os troféus da Community Shield (Supertaça Inglesa) e da Carabao Cup (Taça da Liga), mantendo-se em competição na FA Cup (jogam as meias-finais contra o Arsenal, a 18 de julho) e na Liga dos Campeões (em vantagem, por 2-1, após vitória obtida fora frente ao Real Madrid, na primeira-mão dos oitavos-de-final).

Ainda que a equipa procure manter o foco no que há para disputar dentro de campo, este é um período envolto em muitas dúvidas para o Manchester City.

Na sequência da penalização da UEFA, anunciada em fevereiro passado, ficou decretado que o clube ficaria impossibilitado de participar nas próximas duas edições da “Champions League”, bem como obrigado a pagar uma multa fixada nos 30 milhões de euros.

Há cerca de três semanas, teve início o processo de diligências no sentido de reverter a decisão, por força do recurso interposto pelo City ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), que deverá anunciar uma decisão a breve trecho.

Mais a Oeste, para os lados do condado de Merseyside, esta é uma época de sorrisos de orelha a orelha. No topo da pirâmide, está sentado o alemão Jürgen Klopp, que, cinco anos depois de chegar ao comando técnico do Liverpool, alcançou a conquista pela qual a apaixonada massa adepta dos “reds” há tanto ansiava.

O jejum de 30 anos do título de campeão inglês teve fim e nem as condicionantes do comportamento social, forçadas pela pandemia do novo coronavírus, impediram “festa rija” nas imediações de Anfield Road, após o apito final do confronto entre Chelsea e Manchester City (que os “blues” venceram por 2-1).

Um título que deixou para trás da cortina a eliminação nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, aos pés do Atlético Madrid, em março passado, antes da interrupção forçada das competições. Na mesma balança de emoções, nem a queda precoce na Taça de Inglaterra e na Taça da Liga Inglesa mancham uma época que ficará para sempre recordada com grande carinho nas hostes do Liverpool.

VISITA DO CAMPEÃO AO ETIHAD: QUE DESFECHO?

Ironia das ironias, quis o destino que o Liverpool se deslocasse ao terreno do Manchester City no primeiro jogo após a celebração do título.

Num embate entre duas equipas que desafiaram, nas últimas épocas, a lógica tradicional do equilíbrio relativo associado aos “Big Six”, com campanhas muito acima da média, acredito que seja a equipa de Pep Guardiola a ter mais possibilidades de somar os três pontos.

Depois de perder de forma expressiva o título para o Liverpool, entrando mesmo em campo com 23 pontos de desvantagem para a liderança, o Manchester City deverá apresentar-se com níveis superiores de motivação, garra e intensidade, perante os “reds”, que nem terão preparado esta deslocação com o mesmo afinco, por força dos festejos do 19.º campeonato da sua história.

Acredito, portanto, que as cotações de 2.05 oferecidas pela Betano para a vitória do Manchester City confiram valor à aposta, numa partida onde o triunfo do campeão cota a 3.35 e o Empate a 3.95.

Quem não tiver a mesma confiança para ir contra o novo campeão inglês, que até se mostrou superior nos confrontos diretos mais recentes diante do Manchester City, poderá ter igualmente no mercado de total de golos uma opção interessante nas principais casas de apostas, que disponibilizam a linha de mais de 3 golos a 1.84.

Num desafio que deverá contar com a presença em campo, simultaneamente, de nomes como Kevin De Bruyne, Bernardo Silva, Mohamed Salah e Sadio Mané, difícil será a partida não ter um mínimo de três golos e grande futebol.

 

 

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