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Manchester City vs Chelsea – Premier League

Luis Freitas Lobo

Trabalha desde O Jogo, Revista Mundial, Público, até ao Expresso e A Bola. Na rádiop desde Antena 1 à TSF, na TV, começou na SIC N, RTP, até hoje à SPORT TV.

O Chelsea consegue ser, nesta fase da época, uma equipa mais compacta no controlo dos jogos e com rápida saída para o ataque, mas através da qualidade do passe.

A ligação Matic-Fabregas-Diego Costa faz a equipa estender-se em campo rapidamente, sem perder o equilíbrio quando perde a bola.

Por isso, também é uma equipa segura a defender quando o adversário, ou o seu “plano de jogo”, a colocam em terrenos mais recuados.

Por isso, tem tacticamente todas as armas para controlar o jogo em Manchester mesmo quando subir a intensidade ofensiva da equipa de Pellegrini.

Com a arma da contra-ataque (entenda-se profundidade dada por Diego Costa) pode marcar numa jogada em que, no principio, o City esteja aparentemente a atacar com perigo. É o segredo de saber recuperar a bola no local certo.

Acredito num Manchester mais ofensivo mas com cuidados na proteção defensiva superiores ao que reveliu no confronto da época passada com Mourinho.

Neste ponto, a importância de Fernandino avançar e recuar (e vice-versa) é fundamental para equilibrar o meio-campo e a equipa não perder, primeiro superioridade (ou igualdade) numérica no sector e depois saída rápida para o ataque, onde o jogador que pode fazer a diferença é Silva, na qualidade do passe.

Como não acredito que o Chelsea lhe dê um plano de relva para jogar em locais perigosos, aposto na velocidade de Navas na faixa para surpreender.

É verdade que a mobilidade de Aguero pode fazer dançar os “centrais” do Chelsea, mas os médios ajudam muito a defender e os laterais sabem fechar em zonas interiores quando o argentino vem em diagonal.

A defender, continuo a ver o Chelsea, neste tipo de jogo, com mais consistência. Os seus defesas sabem de onde não podem sair perto da baliza. os laterais do City, por vezes, sobem demais e perdem o timing de recuo. Zabaleta e Clichy são melhor num tipo de jogo em que a liberdade para subir não seja tão condicionada pela necessidade de recuar ou ficar a defender.

Imagino, portanto, um jogo tacticamente dividido em termos de controlo. Se não existirem golos, apear da grande qualidade dos jogadores, também não ficarei surpreendido.

2 Comentários

  1. Avatar

    Bruno Coutinho

    21 de Setembro de 2014 at 17:59

    Mais um empate no bucho beutal!

  2. Avatar

    jorge duarte

    22 de Setembro de 2014 at 16:02

    muito bom no empate

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