Marion Bartoli vs Kirsten Flipkens – Wimbledon

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WTAPrimeiro jogo da meia-final feminina que opõe a francesa Bartoli à belga Flipkens.

Bartoli, 28 anos, actualmente a residir na multicultural cidade de Genebra, é a 15ª colocada do ranking WTA. Já integrou o top10 por três vezes (em 2007 foi 10ª, em 2011 foi 9ª e em 2012 chegou a ocupar o 7º posto que, de resto, foi o seu melhor registo até ao momento).

Nos singulares já conquistou sete títulos WTA e na variante pares é titular de dois. Tem uma vasta experiência no circuito profissional e uma clara preferência pelas superfícies rápidas.

Bartoli é uma jogadora peculiar. Tem vários “tiques” e diria até que tem um estilo de jogo ímpar no circuito. As suas pancadas são pesadas e agressivas e sempre executadas a duas mãos.

O seu serviço é igualmente bom, contudo, às vezes, perde-se em duplas faltas. É uma jogadora cheia de garra e com muita entrega que festeja todos os pontos conquistados com grande determinação e de punho cerrado para a sua entourage.

Antes de chegar a Wimbledon, passou por Eastbourne onde após eliminar a italiana Pennetta (3-6 2-6), desistiu, na segunda ronda, para a chinesa Li Na. Em Wimbledon tem sido magnífica, uma prestação verdadeiramente imaculada sem ceder qualquer set ate agora.

Já “vingou” a mísera campanha da edição passada visto que, em 2012, cedeu na segunda ronda para a croata Lucic-Baroni (4-6 3-6).

Flipkens, 27 anos, está “rankeada” no 20º posto da hierarquia mundial que, simultaneamente, é o seu melhor registo. Detentora de um título WTA, a belga tem nas superfícies rápidas as suas preferidas.

Flipkens é uma jogadora de ataque dotada de um bom serviço e de uma pancada de direita muito interessante. Apresenta um bom jogo de pés e não tem qualquer problema nas subidas à rede onde também é competente.

Esteve em dois torneios de preparação para o Grand Slam: Birmingham e Hertogenbosch. Enquanto que no primeiro não foi além da terceira ronda (esteve isenta na primeira) – perdeu para a eslovaca Rybarikova por 6-7 2-6 – no segundo chegou chegou à final onde foi derrotada por uma “endiabrada” Simona Halep (4-6 2-6).

O ano passado não marcou presença em Wimbledon. Na presente edição chega a esta meia-final apenas com um set perdido para a checa Kvitova no último encontro.

Não há registo de encontros anteriores entre as duas jogadoras.

Excelente jogo em perspectiva. Duas jogadoras que aparecem com alguma surpresa nesta fase tão avançada do torneio mas, diga-se, ambas as tenistas não enfrentaram jogadoras de “renome” para aqui chegar (há excepção de Flipkens que defrontou Kvitova nos quartos-de-final).

No entanto, quer Bartoli quer Flipkens não têm culpa da razia de jogadoras do topo do ranking que se verificou nas rondas anteriores. Fizeram o seu trabalho e, como tal, disputam esta meia-final com todo o mérito.

Independentemente de quem vier a marcar presença na final, só o facto de terem aqui chegado é um “prémio” mais que justo e merecido para o trabalho que têm vindo a desempenhar.

Acredito que vá ser um jogo equilibrado digno de uma verdadeira meia-final. Flipkens tem um jogo muito eficaz nesta superfície e Bartoli vai passar um mau bocado. A belga tem mais armas que a francesa e considero que, na ronda anterior, contra a norte-americana Stephens, Bartoli esteve aquém das expectativas.

Não fosse alguma inexperiência da sua adversária e Bartoli podia já nem estar aqui. Tive oportunidade de ver esse encontro e a francesa foi muito inconsistente; contudo, a norte-americana conseguiu ser ainda mais e falhou quando não podia falhar.

O jogo foi algo atípico, principalmente, no segundo set com nove (!!) quebras de serviço partilhadas entre as jogadoras. Ora, se Bartoli voltar “a dar o flanco” neste encontro estou certo que Flipkens não será tão displicente como foi Stephens.

A belga, por seu turno, levou uma injeção de moral no último encontro ao derrotar a oitava pré-designada depois de ter cedido o primeiro set.

As odds apresentadas para a vitória de Flipkens são muito interessantes e não fosse eu um apostador algo contido, iria, sem dúvida, na vitória da belga. Todavia, gosto de jogar pelo seguro e, nesse sentido, “vejo com bons olhos” o handicap a favor de Flipkens.

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