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Motivos de preocupação para Rafa Nadal em terra batida?

Na semana passada assistimos a uma rara derrota do Rafa Nadal, ‘Rei da Terra Batida’ na sua superfície de eleição aos pés de um irreverente Fabio Fognini.

Mas terá sido este um dia mau em Monte Carlo que não terá repetição, ou estará o tenista espanhol a perder alguma da sua fiabilidade no pó-de-tijolo? Esta semana poderemos ter já uma resposta em Barcelona…

Rafa Nadal: Uma derrota que impressionou pela facilidade com que foi consentida

Olhando ao histórico de confrontos diretos, ao estilo de jogo do italiano Fabio Fognini e os prognosticos de tenis, já seria expectável que Rafa Nadal precisasse de puxar dos galões para bater o seu rival igualmente dotado em terra batida, no entanto, e após um primeiro set equilibrado, assistimos a uma espécie de baixar de braços por parte de Nadal pouco vista ao longo da sua carreira, a que se juntou um italiano em crescendo de confiança a jogar melhor a cada ponto que se sucedia.

Fabio Fognini viria a vencer o torneio ao bater outro tenista sensação da semana em Monte Carlo, Dusan Lajovic, para vencer o seu primeiro torneio de Masters 1000 em toda a carreira.

Mas terá sido esta uma semana de sonho para o italiano que o levou a praticar o seu melhor ténis de sempre, ou terá a sua vida sido um pouco facilitada por um Rafa Nadal abaixo do normal?

Daquilo que me foi dado a entender pelo decurso desse embate, creio que tivemos uma mistura desses dois mundos:

Fognini esteve realmente bem, nomeadamente cortando nos erros diretos e conseguindo muitos winners de alta qualidade de esquerda e direita, mas por outro lado, o tenista espanhol deu sinais de falta de confiança ao raramente tomar conta dos pontos.

O facto de a superfície em Monte Carlo ser particularmente lenta não serve de desculpa para Nadal, até porque geralmente ele beneficia deste tipo de condições de jogo, mas simplesmente deu a sensação de que a sua direita não andou tanto quanto é normal e a sua capacidade e resiliência defensiva também não esteve nos seus píncaros, permitindo assim ao italiano tomar conta da partida.

Oportunidade de resposta imediata em Barcelona

Após o falhanço no Masters de Monte Carlo, Rafa Nadal avança esta semana para outro torneio onde normalmente é dominador. O torneio de Barcelona é um evento ATP 500, de um patamar inferior a Monte Carlo, mas que ainda assim atribui importantes pontos para o ranking.

Depois de ter perdido num torneio que já venceu em onze anteriores ocasiões, e que havia vencido nos três anos mais recentes, Rafa Nadal chega a Barcelona igualmente como vencedor de onze edições da prova, com a particularidade de também ter vencido nos últimos três anos.

Por essa razão, ele surge como destacado favorito à conquista do torneio a 1.50 na Betclic, mas terá a derrota do passado Sábado deixado sequelas ou revelado uma quebra de forma por parte do espanhol?

Com um leque de inscritos de relativa qualidade – apesar das ausências de Novak Djokovic e Roger Federer – Rafa Nadal terá de mostrar mais e melhor nesta semana, pois poderá ter de bater tenistas da qualidade de Stefanos Tsitsipas, Dominic Thiem, Alexander Zverev ou Kei Nishikori até á vitória final, sem esquecer
Fabio Fognini, que ainda assim deverá surgir algo fatigado e pouco predisposto a prosseguir o seu excelente momento de forma.

Imaginando que os favoritos vão ultrapassando os seus obstáculos, Nadal poderá ser forçado a enfrentar o grego Tsitsipas nos Quartos de Final, o austríaco Dominic Thiem nas Meias-Finais e, Nishikori ou Zverev na grande Final pelo que o seu caminho ao longo deste torneio voltará a testar o seu atual momento de forma quando estamos a cerca de um mês do epicentro da época da terra batida, no Open de França mais conhecido como Roland Garros.

As ‘bestas negras’ de Rafa Nadal

Analisando a carreira de Rafael Nadal é fácil entender que são poucos os tenistas que realmente retiram o espanhol da sua zona de conforto e de uma posição dominante nas partidas.

Pois bem, se todos nós temos noção de que Novak Djokovic tirou uma tese de mestrado sobre como bater Rafael Nadal nas mais variadas superfícies de jogo ao longo de todos estes anos de confrontos com o espanhol, a verdade é que também Fabio Fognini se tem revelado um osso muito duro de roer para o maiorquino.

Novak Djokovic

Ok, um histórico de 11-4 a favor de Nadal não parece refletir a minha afirmação anterior, no entanto não podemos ignorar o género de jogador de que Fognini se trata. Num dia mau, o italiano consegue perder com praticamente todos os jogadores do circuito ATP, porém em dia sim pode bater qualquer um.

A título de exemplo, ele chegou a Monte Carlo sem qualquer vitória na presente temporada em terra batida numa superfície onde até tem dados históricos interessantes, e subitamente vence todas as partidas num Masters 1000 como o de Monte Carlo e ergue um título como se fosse algo natural.

E Rafa Nadal nem sempre parece dar-se bem perante este tipo de jogadores muito versáteis e com vasto leque de qualidades técnicas e táticas que geram desconforto no ‘Rei da Terra Batida’, para além de serem igualmente imprevisíveis e algo desestabilizadores do ponto de vista emocional, já que travam consistentemente diálogos com a plateia ou os árbitros.

Outro exemplo disso é Nick Kyrgios, que já esta temporada bateu Rafa Nadal numa partida de doidos em Acapulco, no México. E neste particular, o tenista australiano assemelha-se bastante a Fognini no modo de jogar e na forma como vive o encontro.

Nick Kyrgios

Kyrgios já bateu Rafa Nadal em três de seis partidas no histórico de confrontos diretos e é outra ‘besta negra’ que aposto que o espanhol prefere evitar sempre que possível.

O seu jeito tresloucado dento de court e a displicência com que por vezes faz pontos sensacionais ou perde outros de modo ridículo parecem afetar a concentração do espanhol e tal foi visível na tal derrota em Acapulco desta época, quando Nadal teve tudo para fechar o seu jogo e como que sucumbiu à pressão quando já nada o fazia prever, originando ainda uma troca de palavras azedas entre os jogadores na conferência pós-jogo.

Muitas incertezas para Roland Garros

Se neste momento é evidente que Rafael Nadal ainda precisa de calibrar o seu jogo antes do início do Open de França, naquele que é o seu Grande Slam de sonho onde já celebrou em onze ocasiões anteriores, o que dizer de outros tenistas de eleição que parecem desfasados da realidade por estes dias?

Novak Djokovic deu sequência ao seu triunfo no Open de Austrália no início do ano com uma desastrada série de torneios onde foi precocemente eliminado.

Os falhanços sucessivos em Indian Wells, Miami e, mais recentemente em Monte Carlo terão ligado os sinais de alarme no seio da equipa técnica do sérvio, mas estará ‘Nole’ a olhar de um modo mais pragmático para o calendário apontando o seu pico de forma ao Open de França?

Roland Garros

Só as próximas semanas o poderão dizer, nomeadamente com os Masters de Madrid e Roma onde geralmente o sérvio tende a elevar os seus índices tenísticos.

Para já, o nº1 mundial continua a ser a principal ameaça à recente hegemonia de Nadal em Roland Garros, com cotações de 2.95 na Bet.pt , porém é aconselhável esperar um pouco mais até eventualmente se apostar no sérvio, já que ele continua a dar alguns sinais preocupantes no que diz respeito a intensidade e motivação.

De qualquer modo, essa motivação será certamente superior quando chegarmos ao segundo Grand Slam da temporada…

Roger Federer é outro nome incontornável, embora a sua idade avançada o leve a ter um cuidado muito próprio com o seu calendário.

Na verdade, o tenista suíço voltará este ano a marcar presença no Open de França após ausência de três anos precisamente por motivos de gestão de calendário.

Com a clara noção de que dificilmente poderá voltar a vencer este torneio de terra batida, o relógio suíço tem privilegiado as épocas de relva e piso duro para lutar por títulos, até porque a terra batida é um tipo de superfície que exige muito dos tenistas já que a sua pouca velocidade origina longas trocas de bola e tal não beneficia o helvético.

FedEx está cotado em 24.00 para vencer Rolando Garros, surgindo na 5ª posição da lista atrás dos jovens Dominic Thiem (10.50) e Alexander Zverev (14.50), com odds da Esc Online uma das maiores casas de apostas de Portugal.

Roger Federer

Os dois jovens tenistas não estão manifestamente em boa forma, porém ainda têm tempo de evoluir durante o mês de maio a fim de chegarem ao mais importante evento da época em terra batida em condições de competirem com os melhores por um troféu altamente cobiçado ao longo da história da modalidade, e que ultimamente tem tido um dominador claro, Rafa Nadal.

Sim, Stan Wawrinka e Novak Djokovic interromperam essa hegemonia em anos consecutivos – 2015 e 2016 – mas o espanhol voltou a tomar as rédeas na sua terra prometida ao vencer as duas últimas edições.

Enquanto estiver a competir ao mais alto nível, Rafa Nadal será sempre favorito em Roland Garros e o principal alvo a abater por parte dos seus rivais…

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