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Motores da Fórmula 1 já roncam em Melbourne

A nova temporada de Fórmula 1 inicia-se já este fim-de-semana com o Grande Prémio da Austrália, Melbourne,  e Lewis Hamilton será o grande alvo a abater pela concorrência depois de ter conquistado quatro dos últimos cinco Campeonatos do Mundo de Pilotos.

Fórmula 1: Incerteza habitual de início de época

Como já vem sendo comum no circo da Fórmula Um, os primeiros dias de competição devem ser marcados pela incerteza e imprevisibilidade, pois os habituais testes em Barcelona nem sempre dão para aferir do real valor dos monolugares à disposição das equipas e pilotos.

Na época passada, foi a Ferrari a entrar melhor na temporada com uma vitória de Sebastian Vettel em Melbourne, mas tal não foi duradouro ao longo da temporada pelo que as primeiras indicações nem sempre são sinónimo de marcar uma tendência para o evoluir de um longo percurso.

Ainda assim, e tal como no ano anterior, parece que a ‘Scuderia’ chega com o carro mais rápido à primeira corrida da temporada com a BetClic a apontar o piloto germânico Vettel como favorito a vencer em Melbourne a  2.60  face aos  3.00  de Lewis Hamilton, campeão em título e piloto da Mercedes.

 

vettel-hamilton-f1

A Mercedes tem optado por um caminho ligeiramente distinto do da Ferrari na preparação dos seus monolugares, enfatizando primeiro a fiabilidade do seu carro e só depois a velocidade de ponta do mesmo.

Já a Ferrari, costuma começar por testar os limites do seu carro deixando um pouco de parte a questão da durabilidade e resistência do seu veículo.

Estas estratégias distintas têm contribuído para que o Mercedes W10 EQ Power+ acabe por se destacar nas fases mais avançadas das temporadas ao contrário do Ferrari, que uma vez alcançado em termos de velocidade, acaba por perder na componente da fiabilidade.

O SF90 da Ferrari tem dado belas indicações nos testes de pré-época, mas estará preparado para resistir ao longo de toda uma temporada?

Pois bem, muito do sucesso das equipas de F1 também passa pela evolução que vão fazendo nos seus carros ao longo do ano a fim de os dotar de maior capacidade para prosperar nos circuitos um pouco por todo o mundo.

Red Bull pode espreitar?

Depois de ter dominado a modalidade durante quatro anos com Sebastian Vettel, a Red Bull tem passado ao lado da discussão do título nas últimas épocas e tal terá mesmo levado a formação de Milton Keynes a mudar do anterior motor Renault para a Honda.

Deste modo, esta será uma temporada de testes e mudanças para a formação da bebida energética, mas será que isso trará resultados práticos já este ano?

Ao que tudo indica será difícil desenvolver um carro que possa colocar-se imediatamente ao lado da Ferrari e Mercedes, no entanto os sinais deixados no Circuito de Barcelona até foram encorajadores e deixam a Red Bull como formação ‘outsider’ naquilo que pode ser a corrida aos títulos mundiais de pilotos e construtores.

Red Bull F1

Para já, o piloto principal da equipa Max Verstappen surge como quarto favorito à conquista do Grande Prémio de Melbourne a  7.50  na Bet pt.

Mas mais realista poderá ser o seu ataque ao pódio que paga  1.90  na ESC Online.

O talento de Verstappen tem sido uma realidade em temporadas anteriores, e caso seja fornecido com um carro competitivo será certamente um piloto que andará a chatear os verdadeiros favoritos Lewis Hamilton e Sebastian Vettel na sua luta pelo cetro de campeão do mundo de pilotos.

Ferrari renovou o seu piloto secundário

Após vários anos com Kimi Raikkonen como segundo piloto da Ferrari, a formação italiana optou por apostar numa cara nova.

O jovem piloto monegasco Charles Declerc de apenas 21 anos de idade deu nas vistas em 2018 ao serviço da Sauber e rapidamente captou a atenção das melhores equipas da modalidade.

Assim, a sua chegada à Ferrari é relativamente natural embora muitos possam defender que talvez tenha acontecido de modo um pouco prematuro.

A sua irreverência irá batalhar contra a sua inexperiência ao longo desta temporada, mas pelo menos dará certamente mais emoção nos primeiros lugares da F1 do que o ‘Iceman’ finlandês que se limitava a fazer a sua parte.

ferrrari leclerc

A qualidade do jovem piloto está bem patente nas Casas de Apostas que o avaliam a somente  3.25  para arrancar a sua carreira na Ferrari com um triunfo.

Istocoloca-o na terceira posição da lista de favoritos à frente de Valtteri Bottas  12.00  da Mercedes e de ambos os pilotos da Red Bull Racing.

É um facto que o jovem Declerc não deverá ter autorização para ultrapassar o seu líder de equipa Vettel caso a temporada evolua com naturalidade, isto é, com o germânico a lutar taco-a-taco com o britânico Hamilton pelo título

Porém certamente que o monegasco poderá oferecer à sua equipa mais pontos do que Raikkonen, colocando assim o ‘Cavalo Rampante’ em boa posição de tentar pelo menos vencer o Campeonato Mundial de Construtores.

Andar mais rápido passa a valer pontos

Uma das novidades para a nova temporada no sistema pontual será a atribuição de um ponto ao piloto que estabeleça a volta mais rápida em cada corrida, desde que termine entre os 10 primeiros classificados desse Grande Prémio.

Ao todo, isso pode valer 21 pontos no final da temporada, e se o Ferrari continuar a mostrar ser o carro mais rápido em pista, Sebastian Vettel pode beneficiar com isso para suprir alguns pontos em défice que possam derivar da menor fiabilidade do seu monolugar.

Em Melbourne, Sebastian Vettel é favorito a somar esse ponto atribuído à volta mais rápida da corrida a  2.60  de acordo com a Betclic, sublinhando assim a tendência evidenciada nos testes em Espanha de que o carro da Ferrari poderá estar um pouco mais rápido que o Mercedes neste começo de época.

Lewis Hamilton está a  3.25  para somar este ponto extra na corrida de estreia, mas creio que o piloto britânico estará bem mais compenetrado na sua missão de entrar bem na primeira corrida do ano para se lançar no ataque ao seu sexto título mundial de Pilotos.

Sim, o mediático piloto britânico somou o quinto título mundial de pilotos em 2018 e ultrapassou assim Sebastian Vettel, que tem quatro.

Por essa razão, esta temporada será ainda mais emotiva pois o piloto germânico anseia por quebrar o seu jejum de títulos, e caso o consiga, irá igualar novamente o britânico da Mercedes com cinco títulos mundiais.

Estamos, portanto, numa luta muito particular que promete animar os fãs da modalidade durante os próximos dez meses, mais precisamente até ao Grande Prémio de Abu Dhabi no início de dezembro, que marcará o final da temporada.

A importância do desenvolvimento

Como já detalhei acima, é absolutamente crucial para o sucesso das equipas que o desenvolvimento do seu carro seja um processo constante de corrida para corrida.

Na época passada, a Mercedes venceu claramente esse duelo com a Ferrari.

Rapidamente, a Mercedes conseguiu ter o carro mais rápido em pista para além da sua já conhecida fiabilidade, e tal foi decisivo a partir de cerca de metade da temporada.

Será que esta época vamos ter uma repetição desses acontecimentos, ou a Ferrari está avisada para os erros cometidos no passado e não voltará a falhar?

Por outro lado, a Red Bull é uma incógnita após mudar de fornecedor de motor e pode ir evoluindo bastante com o decorrer da temporada, embora muitos desconfiem dessa possibilidade pois não é fácil montar um monolugar competitivo em tão pouco tempo.

Destaque ainda para a equipa Renault, que aposta forte esta época em se destacar do segundo pelotão de equipas tentando aproximar-se das três mais fortes. Com a contratação de Daniel Ricciardo, a equipa tem garantia de ter um piloto fiável, mas pouco vistoso.

O australiano foi ultrapassado na hierarquia da Red Bull pelo irreverente Max Verstappen e terá agora nova oportunidade de comandar uma equipa e provar todo o seu valor noutras paragens.

Mas como já referi, parece ainda existir um claro fosso entre as três melhores equipas do circo da F1 e as restantes.

Por isso, não espanta que Daniel Ricciardo esteja cotado a longos  14.00  para simplesmente alcançar um lugar no pódio na corrida de estreia, curiosamente no seu país natal.

O piloto australiano já conta com quatro triunfos em Grandes Prémios na Fórmula Um, no entanto o circuito do seu país não lhe traz boas recordações, uma vez que nunca conseguiu sequer terminar uma corrida no pódio, e já o tentou em sete ocasiões anteriormente.

A Fórmula Um continua a ser a modalidade rainha dos desportos motorizados e os fãs do motor estarão já prontos e sintonizados para a primeira corrida da temporada este fim-de-semana em Melbourne.

Sebastian Vettel chega à Austrália como favorito à vitória, mas irá o campeão Lewis Hamilton permitir uma entrada triunfal ao seu rival germânico?

Isto promete muita ação e emoção em 2019…