Mundo de odds: Governo aposta… e ganha - Prognóstico

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Na sua luta desenfreada para encontrar novas receitas – que ajudem a estancar o problema das contas nacionais e o simples facto de não se diminuírem gastos em áreas que, na melhor das hipóteses…

…deviam ser apenas secundárias em tempos de vacas magras -, o Governo parece, finalmente, empenhado em olhar a sério para o mundo das apostas online.

Oficialmente, a situação é apresentada como uma tentativa de se legalizar o sector em Portugal.

Mundo de odds: Governo aposta... e ganhaEm teoria, isso podia e devia ser visto como algo agradável para todos os que, por mero divertimento ou como modo de vida (ainda que parcial), são apostadores.

Pessoalmente, contudo, não vislumbro possibilidade real de esta eventual alteração jurídica poder beneficiar quem quer que seja.

Bom… há uma excepção: o Estado.

Taxando o negócio dos operadores, os ganhos dos utilizadores ou ambos, não tenho dúvida que alguns políticos já devem estar a esfregar as mãos, a olhar para uma calculadora e a pensar na melhor maneira de sacar uns milhões à conta de pessoas …

…que, num ápice, vão deixar de ser vistas como um bando de desmiolados com queda para gastar dinheiro de forma irracional para se tornarem numa agradável fonte de receitas.

A publicidade a este mercado, que tantas restrições tem tido, deverá passar a ser incentivada…

Mas, vejamos do lado dos apostadores: que se pode ganhar com a legalização?

Penso, penso e volto a pensar e, com toda a sinceridade, não consigo encontrar benefícios evidentes.

Muitos, já sei, avançam com a possibilidade de se criar um mecanismo oficial a que se possa recorrer para reclamar determinadas situações.

Sim, de forma genérica, isso pode ser positivo. Mas, hoje em dia, na “ilegalidade”, já se verifica algo do género.

Quem se sente lesado possui formas céleres de entrar em contacto com as casas de apostas onde aposta e de expor o seu caso.

Se tem razão ou não… isso é outro assunto. Porém, não acredito que os apostadores tendam a ser melhor defendidos só porque passará a existir um regulador.

A experiência diz-me que os operadores sérios e profissionais não deixam de emendar uma má avaliação, da mesma forma que as casas mais sombrias jamais irão inverter uma decisão por injusta e errada que seja.

“Plantar” provas para derrotar uma reclamação justa não é assim tão difícil, nomeadamente para quem continuará a ter, na grande maioria dos casos, “faca e queijo” na mão.

Ora, basicamente, a introdução de um mediador entre clientes e operadores não alterará grande coisa do ponto de vista dos clientes, pois qualquer entidade reguladora terá de estar em ligação próxima com as casas de apostas, para não dizer que o mais provável é que os principais “players” do mercado desloquem até funcionários seus para essa eventual estrutura.

Todos nós já tivemos problemas mais ou menos complicados com este ou aquele operador. Por isso mesmo, aliás, uns mudaram da casa A para a B, da B para a C ou da C para a A.

Como sucede no mercado das telecomunicações ou da televisão por cabo, uma experiência negativa minha colide com uma positiva do vizinho, pelo que nunca é seguro afirmar que a casa mais indicada é esta ou aquela.

Consegue-se, é verdade, dividir os operadores em grupos de “mais sérios”, “menos sérios” e “assim e assim”, mas é impossível garantir quem, efectivamente, é melhor.

Existem várias respostas certas para essa pergunta.

Mas, regressemos atrás para falar mais um pouco da essência de todo este alarido: onde é que o Estado vai ganhar a sua parte do bolo?

O mais lógico – e garantido, do ponto de vista da tutela – é taxar directamente os operadores.

Caso seja esse o caminho, tal significará que as casas perderão parte significativa dos seus ganhos. Irão falir?

Não, isso será deveras improvável e nem por sombras será o cenário dos gigantes do mercado.

Contudo, desconfio saber a quem será passada a factura dessa quebra de ganhos.

A tendência será vermos as casas diminuírem as suas promoções, deixarem de patrocinar concursos entre os clientes, abandonarem alguns patrocínios a clubes ou competições. Equaciono, inclusive, que as odds da grande maioria dos mercados sofra um decréscimo evidente.

Bastará, de forma concertada, baixar os ganhos eventuais de quem arrisca para as casas encontrarem forma de, sem grandes dores de cabeça, pagar a nova despesa.

Por outras palavras, ainda que indirectamente, serão os clientes, como em tantas outras áreas da sociedade, a suportar tudo isto.

Admito ainda que, se a ideia for mesmo sacar o máximo possível a quem anda neste meio, ver os governantes a lembrarem-se de taxar directamente os clientes através dos seus ganhos, nomeadamente no “trading” .

Embora muitos desconheçam, isso já existe noutro tipo de jogos populares e até nos concursos televisivos.

Quando se anuncia que fulano ganhou determinada quantia, convém ter presente que a essa verba há que descontar os impostos.

Mais uma vez, são os jogadores que pagam os impostos alheios…

No limite, até considero provável que o Estado taxe à esquerda e à direita, que é como quem diz tanto nos operadores, como nos clientes.

Mas, desta ou daquela forma, continuo a considerar que os grandes prejudicados serão sempre os mesmos.

No meio de toda esta embrulhada, em que alguns apostadores parecem muito interessados de forma algo dúbia (não me surpreenderia ver alguns a saltar para o lado de lá da barricada), tenho enorme curiosidade em saber qual o papel da Santa Casa da Misericórdia.

Irá reagir pacificamente à perda do monopólio? Aceitará pacificamente passar a estar lado-a-lado com os “inimigos” de tantos anos?

Para minorar a “derrota”, o Estado irá entregar-lhe a liderança da tal entidade reguladora?

Não faço ideia do enquadramento que está a ser estudado, mas tenho a certeza que alguma fatia do bolo lhe caberá, embora também tenha noção que.

Perante os valores que estão em cima da mesa, o Estado pouco ou nada está preocupado com a azia de quem vê as apostas online como um “papão”.

Nesta altura, o que interessa è ganhar o máximo possível à custa desse mercado. Se houver muito ruído, logo se arranjará maneira de colocar gente mais compreensível – e silenciosa – à frente da Santa Casa…

PROGNóSTICO Mundo de odds: Governo aposta… e ganha

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