Nashville Predators @ Carolina Hurricanes – NHL

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NHL´

3 DEZEMBRO – 00h00

O mês de Novembro foi incrivelmente brilhante para Nashville. Um parcial de 7-3-0, exibições fantásticas em termos defensivos e por fim o excelente mês ficou marcado pela coroação de Rinne como “third star of the month” e Pilip Forsberg como o “rookie of the month”.

De facto, Rinne foi mais do que meia equipa em grande parte dos 7 triunfos, nomeadamente nas últimas duas partidas em que a equipa perder um pouco a dinâmica e esteve mesmo com pé e meio a poder perder, especialmente contra Edmonton em que ganharam (1-0 OT).

Rinne tem sido fantástico e o GAA de 1.82 coloca-o como o melhor da NHL, na sua posição, até à data. Efetivamente tem sido brilhante e juntando a uma defesa agressiva (Shea Weber é um dos melhores e mais consistentes defesas da liga) os resultados têm sido favoráveis.

Esta equipa vence mais de metade dos seus jogos graças às prestações defensivas porque no ataque, não obstante a primeira linha teimar em fazer estragos, as coisas nem sempre correm de feição.

É uma equipa, na minha opinião, que joga um pouco atabalhoada, é agressiva e sabe suster o puck mas é através de meia distância e de desvios/recargas à frente da baliza que conseguem grande parte dos seus golos. Jogadas de brilhantismo coletivo vemos com escassez.

Tenho acompanhado os últimos jogos da equipa, em que tive apostas, e tenho a sensação que a derrota aproxima-se a passos largos. O nível exibicional vem sofrendo uma quebra e os dois últimos triunfos já foram muito suados perante as atuais duas piores equipas da liga.

Além disso, por exemplo, nos últimos 10 jogos, venceram sempre pela margem minima o que demonstra que não são uma equipa que tem um controlo iminente todo o jogo mas que acaba por vencer porque superar qualquer adversário defensivamente.

Convém dizer que grande parte da campanha de Nashville deve-se ao factor casa. Fora obtiveram 4 das 5 derrotas em tempo regulamentar e uma das 2 em OT/SO. Sofrem mais golos (2.06) do que a média habitual que se situa em 1.98 golos sofridos por jogo.

Na deslocação a Carolina ainda que Rinne seja titular, antevejo dificuldades para os Predators. A equipa perdeu 2 dos últimos 3 jogos que disputou fora, nos ringues de Ottawa e St. Louis.

De Carolina esperava mais, admito. Já desde a época passada depois de ter visto aquisições como Jordan Staal (lesionado) ou Alex Semin (que não pontua há 9 jogos), juntando aos “miúdos” que vieram da equipa filiam da AHL que têm um talento promissor e têm, alguns deles, carregado a equipa às costas já que quem devia, como Semin, tem desapontado bastante.

Carolina tem, contudo, melhorado substancialmente jogo após jogo e o próprio Jeff Skinner afirmou-o em conferência de imprensa de antevisão da partida. Carolina triunfou surpreendentemente em Pittsburgh (4-2) e depois perdeu (3-2) na recepção aos mesmos tendo, todavia, realizado mais uma boa exibição.

O parcial negativo de Carolina deve-se também ao facto de até ao momento terem tido um calendário desfavorável e com bastantes jogo fora (até ao último jogo tiveram uma sequência de 5).

Em casa venceram por 4 vezes e sendo que têm 7 no total percebe-se que no PNC Arena obtêm melhores resultados como seria de esperar. O mesmo Skinner fez menção ao facto da importância que tem vencer grande partes dos jogos na condição do visitados e por isso terá que começar já hoje na recepção a Nashville.

Cam Ward na baliza obviamente que perde para Rinne a léguas mas pela frente terá um ataque, como disse, não muito perigoso mas essencialmente eficaz e com sentido de oportunidade. Ward terá que estar seguro de meias distâncias e a experiência dele diz-me que isso poderá acontecer, salvo dia não, pelo que Nashville não marcará no PNC Arena com tanta facilidade e por isso a vitória poderá ser dificil.

Gosto muito das individualidades do ataque de Carolina, espero mais deles em termos coletivos mas finalmente a equipa começa a estar praticamente na máxima força (Jordan Staal é a unica ausência) e com isso espero que ofensivamente possam ser produtivos.

É indiscutivel: o favoritismo é todo de Nashville porque se mantiverem as boas exibições defensivas poderão acabar por vencer o jogo mas gostei muito do que vi, a espaços, de Carolina nos confrontos frente a Pittsburgh e a velocidade de alguns jovens das linhas ofensivas e as individualidades do plantel poderão ser suficientes para abater, e finalmente, a defesa de Nashville.

Resta dizer que Carolina até se vem dando bem com Nashville no h2h.

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