Naufrágio lusitano na Liga Europa é motivo de reflexão

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Com os quatro melhores clubes portugueses da atualidade afastados da Liga Europa na mesma eliminatória é evidente que algo não vai bem no futebol português. Mas quais serão as razões para tal descalabro?

Competitividade sempre na ordem do dia

Um dos principais fatores apontados pelos comentadores de futebol tem que ver com a falta de competitividade do futebol português que, por sua vez, origina que os nossos maiores clubes não estejam preparados para competir ao mais alto nível frente a outras equipas europeias.

lage-final

Ainda assim, há situações que precisam ser tidas em conta. A título de exemplo, Sporting de Braga, Sporting e Benfica enfrentaram adversários de campeonatos manifestamente inferiores em termos qualitativos ao futebol que se joga em Portugal.

É certo que Shakhtar Donetsk e Istanbul Basaksehir lideram as ligas da Ucrânia e Turquia respetivamente, mas o Benfica também comanda em Portugal, portanto torna-se um pouco difícil de o explicar apenas pela questão da competitividade.

Se formos um pouco mais longe até poderíamos dizer que o Shakhtar afastou o Benfica depois de uma longa paragem competitiva onde se limitou a realizar partidas amigáveis durante a pausa de inverno no seu país.

De qualquer modo, também é evidente que a tal falta de competitividade de que muitos falam tem real importância em muitas ocasiões, mas então, porque não se faz nada para tentar resolver esse problema?

Hipocrisia dos Grandes tem destas coisas

Pois bem, uma das formas de resolver estes problemas de competitividade seria dotar os clubes de menor dimensão de outro tipo de capacidade financeira para montarem plantéis mais competitivos que lhes permitisse fazer frente aos três grandes e aos Guerreiros do Minho.

E é aqui que a hipocrisia dos clubes mais poderosos do nosso país vem à tona.

Por um lado, queixam-se que a fragilidade do Campeonato Português os prejudica além-fronteiras, mas por outro querem que tudo fique na mesma para continuarem a exercer e beneficiar de grande superioridade face a esses supostos concorrentes.

Os direitos televisivos são uma das personificações deste problema. Benfica, FC Porto e Sporting recebem quantias absolutamente pornográficas por comparação com os restantes clubes da liga e isso coloca-os num patamar de incomparável vantagem sobre a concorrência.

Naturalmente, que se esses clubes desejassem realmente maior competitividade teriam concordado com a ideia de uma uniforme distribuição de direitos televisivos como acontece nos mais variados países, sendo de destacar o exemplo de sucesso da Premier League.

Enquanto os clubes ‘ditos’ grandes continuarem a usufruir deste estatuto especial dentro do futebol português não irão desejar que existam mudanças, pois perderiam algum poder financeiro, mas dessa forma não podem nunca queixar-se da falta de competitividade do nosso futebol ou estarão claramente a ser hipócritas.

Vassalagem institucional não deixa margem para otimismo

Como vem sendo prática desde os primórdios do futebol português, as instituições responsáveis pelo normal funcionamento do nosso futebol há muito que prestam vassalagem aos mais poderosos clubes portugueses, portanto não existem grandes esperanças de que este descalabro luso origine algum tipo de atuação por parte da Liga de Clubes ou da Federação Portuguesa de Futebol.

Durante alguns dias todos nós iremos debater este ‘suposto’ flagelo que afeta o futebol nacional, mas quando a Liga NOS regressar e os mesmos vícios de proteção aos grandes voltarem tudo isto cairá por terra e voltaremos ao mesmo.

Daqui por uns anos poderemos ter mais uma ou outra noite europeia de pesadelo para Portugal, voltaremos a debater os mesmos assuntos e a suscitar reflexão sobre o tema da competitividade ou falta dela, no entanto, há semelhança do que sucedeu em tantas anteriores ocasiões nada será feito, e os grandes clubes nacionais continuarão a desfilar pelas nossas competições com autoridade, ao mesmo tempo que sucumbem nas competições europeias perante adversários com outra capacidade de lhes fazerem frente.

Treinadores portugueses destoam deste marasmo

É certo que os quatro clubes portugueses afastados nesta fase eram comandados por técnicos lusitanos, no entanto, outros houve que deram nas vistas ao seguirem em frente na competição com clubes estrangeiros.

Nuno Espírito Santo não teve problemas em seguir em frente com o seu Wolves diante do Espanhol de Barcelona, e Luís Castro veio a Lisboa afastar o Benfica com a ‘abrasileirada’ formação do Shakhtar, mas quem brilhou realmente foi Pedro Martins.

O treinador dos gregos do Olympiakos deslocou-se até ao Emirates Stadium em Londres, para enfrentar o Arsenal com desvantagem de um golo trazida do embate da primeira mão em casa.

E apesar de ter contado com alguma fortuna durante o desafio, a verdade é que os gregos gelaram os Gunners com triunfo de 1-2 após Prolongamento que os qualificou para a fase seguinte, e assim reacendeu os problemas de um Arsenal que parecia estar em crescendo sob o leme de Mikel Arteta.

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