Controvérsia. É esta a palavra que melhor carateriza o processo de retoma da NBA, com várias mudanças, mas a incerteza terminou e agora é oficial: a liga norte-americana de basquetebol tem o seu regresso agendado para o dia 30 de julho e vai desenrolar-se numa “bolha” em Orlando, na Florida, no Walt Disney Resort.

22 EQUIPAS PARA CONCLUIR A ÉPOCA, COM ALGUMAS NOVIDADES

A NBA decretou que os oito primeiros classificados de cada conferência e as equipas que estão a uma distância de seis ou menos jogos da primeira vaga de “play-offs” farão parte do restrito lote de equipas que jogarão em Orlando a reta final da época regular, com algumas diferenças para o formato normal, e posteriormente os “play-offs”.

Quer isto dizer que 22 das 30 equipas da  NBA vão reatar a competição a partir do final deste mês de julho, havendo ainda perspetivas de ser criada uma segunda “bolha” para as restantes oito equipas da liga (Hornets, Bulls, Knicks, Pistons, Hawks, Cavaliers, Timberwolves e Warriors), em Chicago, em setembro próximo.

“PLAY-IN” PARA AUMENTAR A COMPETITIVIDADE

Se a diferença entre o 8.º e 9.º classificados de cada conferência for inferior a 5,5 vitórias, haverá um designado “play-in” para determinar qual das duas equipas se qualifica para o “play-off”.

Com dois jogos previstos no máximo, bastará ao 8.º classificado vencer uma partida para carimbar o passaporte, ao passo que o 9.º classificado terá de registar 2-0 na mini-série para poder roubar a vaga.

O JOGO DE CINTURA NECESSÁRIO DEVIDO À COVID-19

Não obstante a Florida ser um dos estados norte-americanos mais afetados pela pandemia e estarem a aparecer novos casos positivos em várias equipas a um ritmo preocupante, a NBA escolheu Orlando como destino final para a “bolha” criada para a conclusão da época 2019/20.

Nenhum jogador está obrigado a comparecer neste novo formato criado para a retoma da liga, nem haverá penalizações associadas. Quem não jogar, contudo, não receberá o salário durante o período de hiato.

Entre os dias 7 e 9 de julho, as equipas começam a chegar a Orlando, estando o arranque dos treinos previsto do dia 9 em diante, com a participação dos jogadores que testarem negativo à presença do novo coronavírus, numa configuração de vários testes até ao início das atividades.

O protocolo de segurança definido pela NBA para a retoma é exímio, complexo (um total de 113 páginas) e promete não deixar nada por mãos alheias, não obstante as críticas que têm sido feitas ao reatamento.

A COMPLEXA LOGÍSTICA DA CHEGADA A ORLANDO

Assim que chegarem a Orlando, através de voos fretados, os jogadores rumam ao complexo da Disney World. Chegados ao hotel, as estrelas terão de ser submetidas a um primeiro teste à Covid-19 e usar uma pulseira que servirá como chave do quarto e instrumento de monitorização dos testes.

Enquanto esperam pelo resultado do teste, que poderá demorar entre 24 a 48 horas, os jogadores terão de ficar em quarentena nos respetivos quartos de hotel, sem contato com nenhum outro membro da equipa.

Concluído esse primeiro passo, haverão mais dois testes com intervalo de 24 horas. Posteriormente, pelo menos numa primeira fase, Adam Silver, comissário da NBA, aponta à realização de testes diários aos jogadores.

Escusado será dizer que a logística da liga assegura uma enorme panóplia de atividades e entretenimento, com toda a comodidade e luxo que se possa imaginar numa organização desta estirpe.

E SE UM JOGADOR TESTA POSITIVO JÁ NA BOLHA?

À imagem do que tem sido feito na Europa aquando das medidas anunciadas para o retorno do futebol, também a NBA já assegurou que a competição não tornará a parar devido a “alguns” testes positivos de coronavírus.

Se um jogador testar positivo, será imediatamente isolado fora do complexo da Disney, onde ficará um mínimo de 14 dias, procedendo-se à identificação dos contatos mais próximos, de forma a diligenciar a sua monotorização.

Depois de testar negativo à Covid-19 em dois testes, com um dia de intervalo, o jogador poderá estar livre para retomar a sua atividade.

Quem, por qualquer motivo, abandone a “bolha” terá de ser sujeito a uma quarentena de 10 dias para regressar, exceção feita a casos em que as autorizações sejam previamente concedidas (Gordon Hayward, dos Boston Celtics, cuja esposa deverá dar à luz em setembro, é um dos exemplos).

“DERBY” DE LOS ANGELES NA RETOMA

Entre os dias 22 e 28 de julho, cada equipa realizará três jogos de preparação, que não estarão sujeitos a transmissão televisiva.

No dia 30, há dois jogos oficiais da época regular já agendados, sendo um de grande cartaz: os Jazz (ML a 2.02) defrontam os Pelicans (ML a 1.63), enquanto os Clippers (1.88) e os Lakers (1.79) protagonizam novo “derby” de Los Angeles (a série, para já, está favorável aos Clippers, por 2-1) com odds das melhores casas de apostas online de Portugal.

Odds NBA retorno

Com uma média de seis jogos por dia, o calendário já está definido até ao dia 14 de agosto, havendo ainda muitas dúvidas sobre a composição final dos plantéis que estarão à disposição dos treinadores para retomar a competição, devido ao aparecimento de vários casos positivos de coronavírus na comunidade da NBA e a algumas desistências.

VÁRIOS JOGADORES DIZEM “NÃO” AO REGRESSO

Kyrie Irving (Brooklyn Nets), Victor Oladipo (Indiana Pacers), Avery Bradley (Los Angeles Lakers), Bojan Bogdanovic (Utah Jazz), Kelly Oubre Jr. (Phoenix Suns), Davis Bertans (Washington Wizarsds) e LaMarcus Aldridge (San Antonio Spurs) são alguns dos nomes mais mediáticos que ficarão de fora da “bolha” de reatamento da NBA.

Alguns por estarem a recuperar de lesões, outros por opção. A baixa de Bradley nos Lakers assume destaque, sobretudo pela importância que o base tem no processo defensivo de um dos principais candidatos ao título.

A justificação prende-se com o facto de Bradley ter um filho com problemas respiratórios e querer dedicar-se à luta racial e pela igualdade de direitos.

SETE CENTROS DE TREINO OBRIGADOS A FECHAR

Na sequência da deteção de casos positivos do novo coronavírus no seio das respetivas comitivas, Brooklyn Nets, Denver Nuggets, Los Angeles Clippers, Miami Heat, Milwaukee Bucks, Phoenix Suns e Sacramento Kings viram-se forçados a encerrar os respetivos centros de treino.

Já são mais de 25 os casos positivos de Covid-19 no seio da NBA, numa lista que tem vindo a aumentar nos últimos dias e que se prevê que não fique por aqui, tal como o próprio Adam Silver já admitiu.

Uma das equipas que ficará mais desfalcada devido à situação da pandemia serão os Brooklyn Nets. A juntar às ausências de Kevin Durant e Kyrie Irving, ambos com lesões de longa duração, a formação nova-iorquina viu DeAndre Jordan e Spencer Dinwiddie testarem positivo à Covid-19, numa lista de baixas a que se juntou Wilson Chandler, por opção do próprio.

J.R. SMITH VOLTA A JUNTAR-SE A LEBRON, JOKIC RECUPERADO

Para colmatar a baixa provocada pela indisponibilidade de Avery Bradley, os Los Angeles Lakers assinaram, até final da temporada, com J.R. Smith, base que tem estado no inativo desde 2018 e que conquistou um anel de campeão com LeBron James, nos Cleveland Cavaliers, em 2016.

Nas últimas horas, foi tornada pública a aparente recuperação de Nikola Jokic, poste dos Denver Nuggets, que havia acusado positivo à Covid-19, após ter estado em contato com o tenista Novak Djokovic. O sérvio testou negativo, mas ainda está no seu país, devendo estar para breve a viagem para solo norte-americano.

Os principais favoritos das casas de apostas à conquista do título são os Los Angeles Lakers (2.75), os Milwaukee Bucks (3.75) e os Los Angeles Clippers (3.75). Por fora, correm os “outsiders” Boston Celtics (13.00), Utah Jazz (14.00) e Houston Rockets (15.00).

Surpreendentemente, ou não, os campeões Toronto Raptors estão cotados a 20.00 para revalidar a conquista que conseguiram com Kawhi Leonard (agora nos Clippers) ao leme.

 

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