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Novak Djokovic será o alvo a abater em Melbourne Park

Novak Djokovic será o alvo a abater em Melbourne Park – O Open da Austrália inicia-se já na noite do próximo Domingo

e a expectativa é grande para perceber se o nº1 mundial, Novak Djokovic transportará a sua excelente forma do final da época passada, para a nova temporada.

Forma e histórico do lado de ‘Nole’

O extraordinário final de 2018 que permitiu ao tenista sérvio Novak Djokovic recuperar o nº1 do ranking mundial depois de ter andado bem longe disso durante cerca de ano e meio, é o mote que alavanca o seu atual estatuto de claro favorito a vencer o primeiro Grand Slam da época, o Open da Austrália.

Novak Djokovic será o alvo a abater em Melbourne ParkNeste momento, o elástico tenista dos Balcãs está avaliado a 1.85 na Betclic para vencer a competições pela sétima vez na sua carreira, recuperando um título que lhe foge desde 2016.

Após uma pequena travessia no deserto como consequência de uma lesão num cotovelo e uma aparente falta de motivação resultante do seu êxito em Roland Garros em 2016 que lhe permitiu completar o Grand Slam de Carreira (vencer todos os Grand Slams do circuito).

O tenista sérvio encetou um espantoso final de época em 2018 conquistando os torneios de Wimbledon e US Open, para além de outros torneios Masters 1000.

Agora, todas as atenções estão viradas para o carismático ‘Nole’ que terá de lidar com o previsível calor excessivo em solo australiano, sendo que ele tem historicamente alguns problemas com o calor, embora o seu registo em Melbourne Park contrarie essa ideia.

Na verdade, tem sido na Austrália que Djokovic tem conquistado mais títulos de Grand Slam (6) e, apesar de ter sido Roger Federer a vencer as duas últimas edições da competição, o histórico do sérvio é igualmente forte e digno de registo.

Para além disso, uma boa parte dos seus maiores rivais estão em momentos de forma e carreira algo complicados pelo que a tarefa do sérvio pode ser mais facilitada no que a rivais históricos diz respeito.

Novak Djokovic e Federer para um desempate?

O seu mais directo rival na corrida ao troféu é Roger Federer, de acordo com as casas de apostas, que o avaliam a 4.80 como segundo favorito à conquista do torneio.

O maestro suíço venceu as últimas duas edições do Australian Open, tirando partido da quebra de forma do tenista sérvio, no entanto este ano poderemos ter o reatar de uma velha rivalidade entre dois tenistas que têm um histórico de confrontos muito equilibrado.

Novak Djokovic será o alvo a abater em Melbourne Park

É impressionante como estes dois mitos do ténis já se defrontaram em 47 ocasiões no circuito ATP, sendo que é Djokovic quem lidera o confronto directo por 25 vitórias contra 22 do tenista helvético.

Este ligeiro ascendente também se verifica em embates em Grand Slams com o sérvio a liderar por 9-6 pelo que o termo ‘desempate’ pode estar a confundi-lo.

Pois bem, eu clarifico.

Até ao presente ano, ambos os jogadores detêm seis título de campeão no Open da Austrália pelo que este poderá ser um tira-teimas numa já adiantada fase da carreira de Roger Federer, portanto o suíço poderá não ter muitas mais oportunidades para se adiantar ao seu rival neste confronto australiano, em particular.

No entanto, o relógio suíço entra na nova temporada sob o espectro da incerteza tendo em conta que não terminou muito bem o ano de 2018.

Numa fase avançada da sua carreira, os torneios de início de época podem tornar-se cada vez mais oportunidades de adicionar mais alguns títulos ao seu historial, pois com o avançar das temporadas, e mesmo fazendo uma correta gestão de esforço, é normal que as suas hipóteses de sucesso sejam inferiores como se confirmou em 2018.

Rivais históricos em desmobilização

É evidente que Djokovic não tem como único rival o tenista suíço. Seria quase um crime excluir nomes como Rafael Nadal, Andy Murray ou Stanislas Wawrinka deste artigo.

O espanhol Rafa Nadal não é claramente um fã de piso duro, em especial do piso de Melbourne Park onde só em uma ocasião (2009) conseguiu cantar vitória.

Já esteve perto em outras ocasiões de vencer novamente, como em 2014, quando perdeu na Final para Stan Wawrinka devido a uma lesão, embora o suíço estivesse a comandar claramente o rumo dos acontecimentos.

E o início de temporada do ‘Rei da Terra Batida’ também não augura nada de bom tendo em conta que Rafa foi forçado a desistir de um torneio de preparação para o Open da Austrália por precaução em relação a um problema físico.

Rivais históricos em desmobilização

O seu modo de jogo é claramente massacrante para o seu corpo e as lesões têm-se vindo a multiplicar com o passar dos anos, nomeadamente nos joelhos e costas.

A extrema intensidade que o espanhol coloca em cada jogo, em cada set, em cada disputa de bolas tem vindo a passar fatura nas últimas 3-4 temporadas e o calendário do maiorquino voltou a sofrer uma redução para esta época já pensando nisso.

O seu foco principal continua a ser a terra batida onde não parece haver quem o possa bater, especialmente no Open de França onde já amealhou a impressionante quantia de 11 títulos de Grand Slam.

Apesar de todas as dúvidas em relação à sua condição física e ao seu histórico pouco convidativo na Austrália, o espanhol continua a ter o respeito e reputação que o colocam como terceiro favorito do torneio a 5.50 na Bet.pt .

Destaque ainda para Andy Murray e Stan Wawrinka que são tenistas de qualidade top-5, embora estejam em fases da carreira pouco felizes.

O escocês conseguiu tornar-se no tenista mais velho a ser pela primeira vez nº1 do ranking há cerca de dois anos, porém desde então sofreu a valer com uma série de problemas físicos que o fizeram cair para fora do top-100 mundial.

Agora, procura regressar à melhor forma, mas não é expectável que surja imediatamente na discussão do torneio (16.00), até porque o sorteio lhe deverá ser bastante desfavorável devido ao seu atual ranking.

Também Stan Wawrinka procura o regresso á melhor forma que lhe permitiu ser campeão do Open da Austrália em 2014.

Na verdade, e após um longo período de paragem por lesão, os sinais até foram positivos na fase final de 2018, embora me pareça ser pedir demasiado a ‘StanTheMan’ imiscuir-se de imediato na luta pela vitória no torneio.

Ele nunca foi propriamente forte fisicamente, e após tanto tempo parado será difícil aguentar partidas à melhor de cinco sets perante um calor abrasador.

Creio que ao primeiro grande teste no torneio a sua forma física o deixará ficar mal. O nº2 helvético está avaliado a modestos 18.00.

Nova vaga de talentos pode afirmar-se

Como em tudo na vida, nada é eterno. E tenistas como Federer, Nadal ou Djokovic irão ter de se retirar mais cedo ou mais tarde.

Em sentido contrário, surgem novos tenistas de grande qualidade no circuito ATP, sendo que alguns deles já vão discutindo torneios da importância de Grand Slams.

Alexander Zverev é provavelmente o nome mais sonante da ‘NextGen’ após encerrar a temporada de 2018 com o título da ATP Finals.

O jovem tenista russo tem vindo a estabelecer-se de modo muito sólido no top-5 mundial, no entanto tem tido um enguiço difícil de quebrar.

Alexander Zverev

Ele continua a desiludir em Grand Slams, acabando eliminado de forma precoce contra todas as expectativas, e provavelmente não lidando tão bem quanto desejado com a pressão inerente a este tipo de torneios que centram todas as atenções.

Agora, terá nova oportunidade de mostrar todo o seu valor num dos maiores palcos mundiais e a sua reputação já vai sendo considerável tendo em conta que surge como terceiro favorito ao torneio, na companhia do ‘monstro’ Rafa Nadal, a 5.50. na Esc Online que é uma das principais casas de apostas de Portugal.

Dentro do leque de tenistas jovens com ambições neste tipo de torneios incluem-se ainda Dominic Thiem (16.00) – que ainda assim prefere terra batida – Nick Kyrgios (14.00).

Cujo temperamento continua a toldar a sua evolução, pois qualidade tem de sobra e Karen Khachanov com odds de (15.00), que surpreendeu com uma aparição repentina na fase final de 2018.

Se Khachanov conseguir manter o nível de jogo evidenciado na derradeira fase da época anterior, pode tornar-se claramente numa enorme ameaça aos favoritos à conquista do torneio. Muita atenção a este talento.

Sorteio pode ser crucial

Brevemente teremos o sorteio que definirá o quadro de jogos e respectivos alinhamentos até à Final do torneio.

Muitos destes jogadores sairão beneficiados ao passo que outros serão inseridos em chaves muito complicadas.

Portanto as cotações atuais podem ajustar-se dentro de poucos dias pelo que será importante que preste atenção ao desfecho do sorteio se estiver a pensar apostar em algum destes jogadores para brilhar no Open da Austrália.

Que terá início na noite de Domingo para Segunda-Feira e só se concluirá cerca de duas semanas depois com uma Final que todos os adeptos da modalidade esperam poder ser épica, daquelas de cortar a respiração durante mais de três horas de ténis ao mais alto nível.