Apostas Online em Portugal – Aposta Ganha
Apostas Online

        Apostas Online em Portugal. Prognósticos, Tips e Guias de como apostar nos sites de apostas

O que é afinal jogar bem futebol e em velocidade?

A forma como a equipa sai em velocidade… de passe e dos…. jogadores no momento de recuperação da posse, mesmo quando feita em zonas recuadas, é impressionante pela forma precisa como combina os dois factores. Bola e jogo.

O que é afinal jogar bem Futebol e em velocidade?

A velocidade da bola como o grande segredo para definir o que deve ser o verdadeiro “jogar rápido”, muito diferente do simples correr muito ou mais depressa do que os outros.

klopp velocidade

O Liverpool de Klopp é uma lição de futebol em termos do que são controlo alternados de ritmos de jogo e mudança de velocidade sem que para isso se vejam os jogadores a mudar muito, eles próprios pela mera questão física, de velocidade.

O que marca a diferença são os timings certos para o fazer. É verdade que Salah quando arranca ultrapassa os limites de velocidade das autoestradas do futebol em contra-ataque, mas essa é apenas uma imagem individual do futebol pensado por Klopp.

Até porque até chegar a Liverpool, Salah também era só um jogador que corria demais (ou mais do que os outros) e por isso brilhou no Basileia, mas depois não triunfou em Roma, Fiorentina e Chelsea!

Chega a Liverpool e com a velocidade usada nos timings cerros, explode na qualidade da sua utilização, porque meteu precisão e sobretudo a pausa certa para depois… voltar a arrancar, com um poder de finalização notável.

O “chefe táctico” na visão de Fabinho

No meio-campo, um trio que tem um chefe e dois auxiliares tácticos de controlo. A chefia está no pode de equilíbrio dado por Fabinho, segurando a bola e depois entregando-a sempre limpa a zonas mais adiantadas (onde também surge para circular ou até rematar).

Tem poder físico e técnico. Recupera na antecipação e mesmo quando faz uma falta mais dura, sabe depois aguentar e “jogar com um amarelo” com segurança.

Os auxiliares, sabem ler espaços vazios que eles tornam…. ocupados pelas duas movimentações. É o que faz Wijnaldum,subindo e recuando em função da posição do bloco do onze.

fabinho liverpool

Umas vezes parece um criativo, noutras parece um recuperador, em missões duplas nas quais surge em apoio Henderson que de nº8 puro passou a ser um jogador inteligente tacticamente a cair a meia-direita e nesse momento, em apoio de circulação e distribuição, abrir espaço ás diagonais e de Mané e Salah.

Enquanto Firmino joga atrás e á frente, como o tal falso 9 que sabe mentir melhor do que ninguém no jogo pela forma como se “esconde” e vindo buscar espaços, bola ou movimentos de ruptura a outros locais, sobretudo em largura, faz o resto da equipa jogar (atacar melhor).

Fala-se muito no arranha-céus Van Dijk e das defesa fantásticas de Alisson (o guarda-redes que ganha jogos nos momentos decisivos porque nunca falha mesmo passando muito tempo a… ver o jogo) mas outros jogadores mutos importantes nessa dinâmica com velocidade são os laterais (Alexander Arnold e Robertson) que engatam ma profundidade, mas que também sabem circular, virar o flanco do jogo com passes precisos (sobretudo Arnold) no momento certo.

O clássico problema de Guardiola

Este Liverpool está a voar na Premier League e com esse estilo venceu City da posse e controlo. Teve do seu lado as chamadas “circunstâncias o jogo” mas teve sobretudo sempre do seu lado o poder de visão e controlo de por onde andavam os maestros do toque, passe e desmarcação de Guardiola.

Nesse contexto de identidade estratégica souberam baixar o bloco quando quiseram, para fazer subir o exercito da posse o City e, depois, quando recuperavam a bola, metiam rapidamente a mudança de velocidade que ativava o contra-ataque mortifero.

Os espaços para o lançar estavam criados pelos adiantamento excessivo do bloco do City que continua a revelar sempre o mesmo maior problemas das equipas de Guardiola; a transição defensiva, muitas vezes sem o timing certo de reação á perda da bola quando encontra pela frente equipas magistrais a lançar o contra-ataque (ou ataque-rapido) como este Liverpool.

No fundo, trata-se de saber aproveitar os desequilíbrios adversários e esse ponto esta equipa de Klopp é venenosa com inteligência e qualidade técnica individual que suporta a ideia coletiva.

Dá vontade de torcer pelo Leicester!

Com nove pontos de avanço é difícil não dizer que o campeonato tem a sentença dada mas, atenção, estamos em Inglaterra, e mesmo com este Liverpool a voar por cima de todas as outras equipas.

Atenção também ao excelente futebol do Leicester de Brendan Rodgers, com Madisson a dizer como joga um nº10 moderno a recuperar bolas e depois a ser um criativo com golo em posse, e, a nº9, um ponta-de-lança brutal no ataque á profundidade e no remate na passada, Vardy.

Eu sei que o Liverpool empolga, mas dá vontade de torcer por este Leicester vendo-os jogar. Gostava muto mesmo que se conseguissem meter na luta pelo titulo. Não é fácil mas seria um triunfo notável do bom futebol!

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *