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O Rou(b)VAR no Mundial 2018

A Influência do VAR nas Apostas

Tema que hoje em dia está em voga e que só trás celeuma a todos nós apostadores e admiradores do futebol purista e original.

Terei que começar por falar das evoluções tecnológicas e logo começar por referir logo à partida que o VAR não é de todo uma evolução tecnológica.

Apenas disponibilizou-se umas televisões e deram meios a outros árbitros para ver os lances de outros ângulos e em camâra lenta.

Portanto estamos conversados, tecnologia só se for na forma como os jogos são transmitidos, com mais ou menos camâras e os diapositivos que colocam ao dispor de um arbitro, neste caso até são 3.

Em suma continua a haver mão humana na “pseuda” evolução tecnológica no futebol. Evolução, foi o chip na bola, por exemplo.

Se o VAR, pensavam vocês iria trazer mais tranquilidade nos pós jogos, enganem-se, mas agora tem uma pequena diferença, já não se fala do arbitro de campo, mas sim do VAR.

O VAR não passa de mais um mecanismo para disfarçar o que não tem solução. A falta de árbitros, e sobretudo aqueles de qualidade.

A FIFA e as associações de futebol e as federações de futebol dos paises representativos na FIFA têm todos o mesmo problema, conseguir arbitros sobretudo bons.

Longe vão os tempos de Colina, e por exemplo Howard Webb e Anders Frisk por exemplo, são dos quais eu aperciei mais, mas sem duvida que o Italiano foi o meu idolo na arbitragem.

Digamos que a FIFA cria o VAR, para aproveitar os árbitros de fim de carreira e coloca-los na sua maioria atrás de umas televisões a ver lances duvidosos.

A meu ver tudo serve para minimizar a pouca qualidade hoje em dia se tem na arbitragem mundial, até diria.

É raro sair hoje em dia um arbitro “bom”, e aqui diria tudo avançou no futebol, temos mais espectáculo, melhores jogadores, recordes a serem quebrados, mas…. Os árbitros continuam a ser a mesma velha história.

As federações começaram a pressionar as ligas para profissionalizar os arbitros, e em Portugal por exemplo, este modelo só foi seguido a 2 ou 3 anos atrás.

Mesmo assim um arbitro que se dedique a tempo inteiro à arbitragem, demora a chegar a níveis, como a do italiano.

Aconselho a leitura do livro deste arbitro, para se saber de como é dificl a subida de um arbitro e o quanto é importante dar os passos todos até se lá chegar.

A experiência e a dedicação e sobretudo o treino é importante, diria que quase se assemelha a de um jogador de futebol e deveria ser sempre assim.

Se temos escolas e academias de futebol, por que não criar a mesma coisa para os arbitros de futebol?? Sai caro não é?

Mas penso que seja esse o futuro e que passe por aqui a solução, e sobretudo quando pagarem um pouco melhor aos homens do apito, acredito que seria um belo aliciamento para puxar mais jovens para esta “cruz”.

Sei, que os árbitros de elite FIFA têm muito mais material para se prepararem, como vídeos para decidir se é ou não fora de jogo e têm um tempo muito curto para responder.

Os árbitros auxiliares usam-nos antes dos jogos, tipo aquecimento, para que quando chegarem ao jogo já estarem “preparados” para os primeiros lances. A concentração e a mente já está preparada e a percentagem do erro cai brutalmente.

O nível FIFA é muito superior aos que os árbitros têm na sua formação, e diria que o dinheiro que está a ser investido no VAR, servisse para investir e apostar de uma maneira mais profissional nos futuros árbitros, como por exemplo nos árbitros jovens, teríamos mais e melhores árbitros.

Se dessem a escolher a uma criança adolescente se prefere ser arbitro ou jogador, creio que a escolha seria natural…

A escada de um arbitro é muito dura, sobretudo nos nacionais, distritais, por exmeplo, muitos deles arriscam a propria vida, assim como aconteceu ao Colina (leiam o livro vale muito a pena).

Por isso obviamente que os jovens afastam-se da arbitragem, seja em que pais for, mesmo como no caso de Inglaterra, que a meu ver é onde a aposta está a ser mais evidente.

A FIFA tenta disfarçar, mas está desfasada no tempo em relação à arbitragem e à evolução do futebol, dos treinos dos jogadores, da forma física, das bolas de tudo mais.

O arbitro não evoluiu, não cresceu, logo está atrasado no tempo. Estas ditas “inovações” não passam disso mesmo, é reaproveitar o arbitro para que ajude a carência do arbitro em campo, sobretudo na sua qualidade.

Perguntam? Porque é que não se coloca outro árbitro de campo, tipo um de cada lado do campo?

Porque não têm em numero suficiente, sobretudo para tomar decisões importantes no jogo, certo? E depois pergunto, qual deles seria o arbitro principal? Aquele que até ganha mais, pois é, seria muito complicado.

Mas a questão não é essa, mas sim o numero de árbitros disponíveis…mas dizem agora, então mas têm árbitros para colocar ao fundo das linhas, os chamados árbitros de linha….

Pois é mas esses que decisões tomam? Qual será o investimento em formar um arbitro desse tipo? Qual será a qualidade desse arbitro? Duvidosa digamos…

Amigos o VAR só serve para desviar atenções, ajuda na verdade desportiva? Sim ajuda, não posso dizer que não, pois poderá esclarecer e rectificar essa mesma verdade quando bem utilizado.

Por exemplo, segundo obtive informações, o VAR neste Mundial verificou cerca de 335 jogadas, e agiu por 17 vezes, em quais 14 delas com uma mudança na decisão inicial do arbitro principal (terreno de jogo).

Das 14 decisões, 7 foram penaltis assinalados e 2 cancelados. Outros dois foram pontênciais expulsões, e outros 2 por golos em fora de jogo.

A questão do tempo de jogo também já foi analisada, na Rússia o tempo médio de jogo rondam os 56 minutos e os 45 segundos, por norma o tempo extra no final da partida concedida pelos árbitros, chega a rondar os 6 minutos e 15 segundos em média.

Mas a percentagem não engana, sempre que o VAR interviu acertou cerca de 99.3% das vezes corretamente. Cada revisão de imagens rondou os 80 segundos em média.

Ora, então conclusões, meus amigos, costuma-se dizer que quatro olhos vêm melhor que dois, pois é verdade.

Isto só vem ajudar a minha ideia sobre o VAR, o VAR vem ajudar, sim é uma verdade, mas não deixa de ser também passível de erros, pois quem está por trás são árbitros, sobretudo alguns em final de carreira.

Agora faltam as seguintes contas, somar a percentagem de acerto do VAR mais a percentagem de acerto da equipa de arbitragem, e retirar os erros do VAR e da equipa de arbitragem!

Estas contas jamais serão reveladas, mas sei que os dados estão lá, e então diria e arriscaria que a percentagem de acerto pode ser ligeiramente superior com a ajuda do VAR.

Mas será que é significativa, com tanto dinheiro investido? Pois não sabemos, mas em contexto de campeonato do mundo, o VAR já mexeu com as contas, já evitou muita irregularidade mas também já causou muita indignação.

A questão passa sempre pelo custa/beneficio. Mas conhecendo a FIFA que “vende” sempre a imagem da verdade desportiva, creio que não olharam a meios, neste caso ao dinheiro para minimizar estragos maiores.

Uns contra outros a favor, mas por mim o VAR é uma AJUDA e não uma SOLUÇÃO. Vamos continuar a ver “roubos”, benefícios, e até muita coerência e muita verdade, mas com isso o tempo passa, e diria mais…

O VAR poderá dar tempo ao tempo para que a “cultura futura da arbitragem” mude, mas creio que será e passará mais pelos técnicos de imagem do que por árbitros bons, profissionais e dignos de entrar dentro das 4 linhas.

Até ao próximo artigo, um grande abraço e preparem-se que o VAR no Mundial, nas fases do mata-mata vai ser ainda mais utilizado…..

Boas apostas!

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